Essa aconteceu em no tradicional churrasco de final de ano da galera, em dezembro. Dessa vez, Marido e eu não estivemos presentes pois éramos padrinhos de um casamento no mesmo dia. Mas nos fizemos muito bem representar. Amiga que quebrou o pé, amigo que chegou em casa com o dente quebrado e não sabe como, celulares e casacos apareceram em carros alheios... Mas talvez a melhor crônica do churrasco tenha sido a volta pra casa do meu irmão, Dunga.
Dunga estava hospedando um colega baiano bastante simpático e lá se foram os dois para o famigerado churrasco. O baiano não bebe nem uma gota de álcool o que o qualifica automaticamente como o amigo da vez. Ao contrário do Baiano, Dunga bebe. Afinal, não veio ao mundo a passeio. E bebeu muito no tal churrasco. Dentre outras peripécias impublicáveis, falou besteira, empurrou gente na piscina, essas coisas saudáveis que bêbado faz.
Baiano, vendo o estado de seu anfitrião, tratou de confiscar as chaves do carro. E ficou assistindo o circo de camarote. E Dunga bebendo. Até que Dunga deu P.T. Perda Total. E Baiano decidiu levá-lo embora. O único detalhe, é que ele não sabia o endereço e não se lembrava direito do caminho. E Dunga capotou no banco do carona.
Por sorte, saindo do estacionamento, eles encontraram uma outra figura que estava no churrasco: Dory (lembram-se de "Procurando Nemo"? A peixinha que sofre de perda de memória recente? Lembram-se da cena na qual ela diz que viu o barco???? pois é...). Dory, prestativo, disse que iria guiar nosso ilustre visitante até a casa do manguaça capotado. Disse... mas esqueceu que disse. Esqueceu da vida. Esqueceu do mundo. Esqueceu até que estava bêbado. Foi seguindo o rumo de casa... da casa dele! Dory! E Baiano seguindo atrás, começou a perceber que o caminho não era aquele.
Tentou acordar Dunga. Em vão. Tentou de novo "ei cara! Diga aí onde você mora!" Mas Dunga havia incorporando uma entidade mal humorada, o espírito de Seu Lunga! E respondia, a cada pergunta do motorista Baiano perdido: "Não vou falar não".
"Que é isso, Dunga! Sou eu, o Baiano! Diga aí onde você mora!"
Dunga apenas cruzava os braços, virando-se de costas, e dizia: "não vou falar... Cara chato!"
Fico aqui imaginando a situação de um cidadão, em uma cidade desconhecida, sóbrio, às 4h da manhã, sendo obrigado a conduzir um bêbado que se recusa a dar informações sobre seu domicílio no qual o heróico cidadão encontra-se hospedado e tendo por guia um sujeito que não sabe pra onde está indo. Pânico?
Baiano, enquanto tentava obter alguma informação de Dunga, esforçava-se para chamar a atenção de Dory, com faróil alto, emparelhando o carro, gritando, acenando e buzinando mas, tal qual na animação, Dory pisou fundo no acelerador de seu A3. Baiano resignou-se e foi seguindo Dory até em casa. Afinal, a única pessoa naquele momento que poderia guiá-lo até a casa de Dunga, era Dory.
"Acorda, Dunga! Eu não sei onde nós estamos!"
"Que foi? Não vou falar não."
Chegando ao prédio de Dory, Baiano finalmente conseguiu interceptá-lo. Dory pediu mil desculpas (bêbadas), entrou no carro novamente e foi guiando até o destino. Só que Dory não sabia o endereço. E cheio de cachaça na cabeça, também não se lembrava direito do caminho. Cinco horas da manhã... dia quase amanhecendo. E dois carros suspeitos rondavam todas as ruas do "bairro". Entrando em todas as quadras, quase todos os conjuntos, na tentativa de encontrar a residência de Dunga, que repetia "não vou falar onde eu moro! já disse que eu não vou falar! cara chato!!!"
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sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de maio de 2010
Cachorro, Gato, Galinha...
Pensei um pouco antes de postar como foi a festa do dia das mães da minha família. Porque afinal de contas, família pode ser esculhambada, mas é família né? Mas os dedinhos coçaram e resolvi que a gente perde a família mas não perde a piada.
O dia das mães se aproximava e ninguém havia se manifestado a respeito do tradicional almoço das mães. Então que Marido sugeriu que fosse lá em casa. Confesso que minha preguiça era grande, minha faxineira havia viajado e a idéia de limpar a casa antes da festa não era nada agradável. Ele até disse que poderíamos fazer só para os meus pais e os dele, mas na minha família, onde tem Vó, a filharada, a netarada e a bisnetarada vai atrás, então...
Tia Lili "ofereceu" assim, meio que intimada, a casa dela. Propôs algo interessante, já que a churrasqueira dela é bem equipada, que todos chegássemos cedo e fizéssemos as comidas por lá mesmo. Uma alternativa interessante para o famoso, "cada um leva um prato". Isso ajuda bastante. Enquanto cozinhamos, conversamos e tudo fica mais leve (menos o pernil, o bacalhau, a picanha, a farofa e a maionese...)
Eu me dispus a fazer uma picanha recheada com queijo e a maionese. Tia Lili faria o pernil e o arroz. Prima Rosa faria um bobó de frango. Primo Lelê tinha uma torta MA-RA-VI-LHO-SA de bacalhau. Prima Rosa ia chegar às 9h da manhã. Isso depois de ter desistido de já dormir por lá mesmo na véspera. E eu me programei pra chegar às 11h.
Ahtah. Eu cheguei às 12h30, Prima Rosa às 14h. Primo Lelê foi pra fubuia na véspera e acordou sem inspiração. Fez o pudim, saiu pra fazer compras e chegou às 13h. Sobrou pro Tio Lu, marido de Tia Lili ficou sabendo na véspera que iria ter almoço da família inteira na casa dele. Ela jura que avisou antes (e eu acredito) e ele jura que não sabia. E ficou sabendo no dia que ele deveria fazer o bacalhau, já que Primo Lelê já havia deixado o dito de molho.
Prima Rosa chegou às 14h. Com a mandioca para o bobó de frango. Só que a mandioca não estava assim muito boa... e até as 16h não havia cozinhado. Primo Lelê foi até a cozinha e trouxe um pedaço de cará, jurando que era mandioca... Ai céus!
Daí que Tia Leli, mãe da Prima Rosa, chegou. E informou que a casa dela (é uma chácara, gente... tem de tudoooooo!) tinha mandioca a dar com o pau (Ui!) mas Prima Rosa não quis. Queria da amarela! (Nessas horas eu digo: EU SOFRO!).
Mas o melhor estava por vir. Vovó faz os melhores pães de queijo do mundo. E a maior expectativa é de quem vai buscá-la. Além de ser a matriarca, de 84 aninhos, ainda tem os saborosos pães de queijo que nunca podem faltar.
Minha mãe ficou de buscá-la. Relembrando, Vovó tem quase 84 anos! Mamãe se recusa a usar aparelho móvel de telefonia (celular). E já passava das 16h e nada de Vovó chegar. Preocupados, ligamos pro Papai, que nos informou que houve problemas técnicos e ele estava indo buscar as duas (hein???).
Em resumo, meus pais sairam de casa já atrasados. Muito atrasados. Meu pai foi tirar o carro e falou pra minha mãe fechar a casa. Chegando na casa de Vovó, lembraram-se que ninguém fechou a casa. Papai voltou pra fechar. Só pra constar, a distância da casa de meus pais até a casa de Vovó é de cerca de 30km. Fechou a casa, voltou para buscar Vovó e Mamãe. A casa de Tia Lili fica a cerca de 15 minutos da casa de Vovó. Qualquer pessoa poderia ter ido buscar Vovó e Mamãe, mas eles acharam melhor demorar mais 1 hora. Atraso pouco é bobagem né gente?
Os pães de queijo chegaram na hora do lanche (melhor impossível). Tia Lili prometeu um café pra tomar com o pão de queijo. O bobó não saiu nunca mais. Nem o café.
Quer outra esculhambação? Na viagem a Belzonte, trouxe um queijo curado pra Vovó. Fiquei doente, viajei de novo e não vi Vovó nesse meio tempo. O queijo ficou na geladeira. Até encomendei outro pra Irmão Dunga, pra quando ele vier. Marido partiu o queijo. Mas no dia das mães, eu levei o queijo pra Vovó. Mesmo partido. Levei pra casa de tia Lili... e deixei em cima da mesa. E não entreguei pra Vovó. Esqueci. É... decididamente, esse queijo não era pra Vovó.
Mas o almoço não foi esculhambado. Estava tudo muito bom. Tanto que nem jantei! E agora vou passar a semana toda a base de alface pra ver se esses quilos a mais somem.
O dia das mães se aproximava e ninguém havia se manifestado a respeito do tradicional almoço das mães. Então que Marido sugeriu que fosse lá em casa. Confesso que minha preguiça era grande, minha faxineira havia viajado e a idéia de limpar a casa antes da festa não era nada agradável. Ele até disse que poderíamos fazer só para os meus pais e os dele, mas na minha família, onde tem Vó, a filharada, a netarada e a bisnetarada vai atrás, então...
Tia Lili "ofereceu" assim, meio que intimada, a casa dela. Propôs algo interessante, já que a churrasqueira dela é bem equipada, que todos chegássemos cedo e fizéssemos as comidas por lá mesmo. Uma alternativa interessante para o famoso, "cada um leva um prato". Isso ajuda bastante. Enquanto cozinhamos, conversamos e tudo fica mais leve (menos o pernil, o bacalhau, a picanha, a farofa e a maionese...)
Eu me dispus a fazer uma picanha recheada com queijo e a maionese. Tia Lili faria o pernil e o arroz. Prima Rosa faria um bobó de frango. Primo Lelê tinha uma torta MA-RA-VI-LHO-SA de bacalhau. Prima Rosa ia chegar às 9h da manhã. Isso depois de ter desistido de já dormir por lá mesmo na véspera. E eu me programei pra chegar às 11h.
Ahtah. Eu cheguei às 12h30, Prima Rosa às 14h. Primo Lelê foi pra fubuia na véspera e acordou sem inspiração. Fez o pudim, saiu pra fazer compras e chegou às 13h. Sobrou pro Tio Lu, marido de Tia Lili ficou sabendo na véspera que iria ter almoço da família inteira na casa dele. Ela jura que avisou antes (e eu acredito) e ele jura que não sabia. E ficou sabendo no dia que ele deveria fazer o bacalhau, já que Primo Lelê já havia deixado o dito de molho.
Prima Rosa chegou às 14h. Com a mandioca para o bobó de frango. Só que a mandioca não estava assim muito boa... e até as 16h não havia cozinhado. Primo Lelê foi até a cozinha e trouxe um pedaço de cará, jurando que era mandioca... Ai céus!
Daí que Tia Leli, mãe da Prima Rosa, chegou. E informou que a casa dela (é uma chácara, gente... tem de tudoooooo!) tinha mandioca a dar com o pau (Ui!) mas Prima Rosa não quis. Queria da amarela! (Nessas horas eu digo: EU SOFRO!).
Mas o melhor estava por vir. Vovó faz os melhores pães de queijo do mundo. E a maior expectativa é de quem vai buscá-la. Além de ser a matriarca, de 84 aninhos, ainda tem os saborosos pães de queijo que nunca podem faltar.
Minha mãe ficou de buscá-la. Relembrando, Vovó tem quase 84 anos! Mamãe se recusa a usar aparelho móvel de telefonia (celular). E já passava das 16h e nada de Vovó chegar. Preocupados, ligamos pro Papai, que nos informou que houve problemas técnicos e ele estava indo buscar as duas (hein???).
Em resumo, meus pais sairam de casa já atrasados. Muito atrasados. Meu pai foi tirar o carro e falou pra minha mãe fechar a casa. Chegando na casa de Vovó, lembraram-se que ninguém fechou a casa. Papai voltou pra fechar. Só pra constar, a distância da casa de meus pais até a casa de Vovó é de cerca de 30km. Fechou a casa, voltou para buscar Vovó e Mamãe. A casa de Tia Lili fica a cerca de 15 minutos da casa de Vovó. Qualquer pessoa poderia ter ido buscar Vovó e Mamãe, mas eles acharam melhor demorar mais 1 hora. Atraso pouco é bobagem né gente?
Os pães de queijo chegaram na hora do lanche (melhor impossível). Tia Lili prometeu um café pra tomar com o pão de queijo. O bobó não saiu nunca mais. Nem o café.
Quer outra esculhambação? Na viagem a Belzonte, trouxe um queijo curado pra Vovó. Fiquei doente, viajei de novo e não vi Vovó nesse meio tempo. O queijo ficou na geladeira. Até encomendei outro pra Irmão Dunga, pra quando ele vier. Marido partiu o queijo. Mas no dia das mães, eu levei o queijo pra Vovó. Mesmo partido. Levei pra casa de tia Lili... e deixei em cima da mesa. E não entreguei pra Vovó. Esqueci. É... decididamente, esse queijo não era pra Vovó.
Mas o almoço não foi esculhambado. Estava tudo muito bom. Tanto que nem jantei! E agora vou passar a semana toda a base de alface pra ver se esses quilos a mais somem.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Eu tenho tanto pra te falar...
Vamos às atualizações desse blog desatualizado.
1) Carnaval.
Como passamos o Carnaval em Brasília, resolvi fazer uma festinha. Voltada para a criançada, mas como os adultos sempre vão de penetra... O resultado foi feijoada com bastante cerveja e caipirinha + pizza e refrigerante, confete, serpentina, marchinha de carnaval em cds infantis, piscininha de 1 metro quadrado, máscaras, boás, colares havaianos, bola, giz de cera e massa de modelar.
A criançada se divertiu bastante e devo dizer que havia confete até no meu banheiro. Devo confessar também que a festinha foi na segunda, mas eu esperei até a quinta para a faxineira dar um jeito na casa.
Mas os adultos... bem...
Basta dizer que o Chefe de Família arranjou uns pedaços de lona, jogou sabão, colocou tudo na rampa do desvio do terreno e a diversão foi garantida... principalmente pra quem assistia os marmanjos se esfolando no escorregador improvisado. A festa durou até as 3h da manhã, com direito a amigas lavando louça (Gente, lavar louça depois da festa faz passar a bebedeira. Juro! A gente lava louça e fica boazinha). E tinha gente esparramada no chão da minha sala em colchonetes, no sofá... e até num colchãozinho de criança que era a metade do tamanho da foliã.
E Marido já comprou uma lona de 20m pro aniversário dele. Aguardem.
2) Clube da Lulu
Funciona assim. A mulherada sai, fala besteira, bebe e volta pra casa mais feliz.
A minha felicidade dura assim... cerca de 12h. Até a hora de acordar.
Porque no momento que eu abro o olho dou de cara com um bico... assim, de 2 metros. Uma tromba de elefante (Ui!). A tromba e as patadas duram cerca de 3 dias. E as indiretas, umas 2 semanas. É só o tempo da gente marcar outro!
Uh-hu!!!
3) Avariando
Já contei que Marido avaria quando está dormindo. Tá. Mas eu também. De vez em quando... assim, em momentos cruciais da vida.
Sábado foi assim: estávamos eu e Baby deitados pra tirar o cochilinho da tarde. Eu queria contar a história dos Três Porquinhos. E estava morta de sono. Segue o trecho:
Era uma vez três porquinhos. Um era muito esperto e trabalhador e se chamava Pedrito. O outro se chamava Palito e o outro se chamava Palhaço. O Palito e o Palhaço eram muito brincalhões e também muuuuuito preguiçosos. Um dia, os porquinhos resolveram cada um fazer sua casinha. E o porquinho Pedrito, o mais inteligente, avisava os porquinhos para tomarem muuuuuito cuidado porque na floresta tinha o Lobo Mau! Que gostava de comer porquinhos! Então ele dizia assim:
- Olha, tomem muito cuidado com o lobo mau! Vocês tem que construir uma casinha beeeeemmmm forte pra ele não entrar. E não entrem muito na floresta. E se tiver orkut, não adiciona ele!!!
Neste momento acordei. Funciona assim: histórias de ninar. Para crianças e adultos.
1) Carnaval.
Como passamos o Carnaval em Brasília, resolvi fazer uma festinha. Voltada para a criançada, mas como os adultos sempre vão de penetra... O resultado foi feijoada com bastante cerveja e caipirinha + pizza e refrigerante, confete, serpentina, marchinha de carnaval em cds infantis, piscininha de 1 metro quadrado, máscaras, boás, colares havaianos, bola, giz de cera e massa de modelar.
A criançada se divertiu bastante e devo dizer que havia confete até no meu banheiro. Devo confessar também que a festinha foi na segunda, mas eu esperei até a quinta para a faxineira dar um jeito na casa.
Mas os adultos... bem...
Basta dizer que o Chefe de Família arranjou uns pedaços de lona, jogou sabão, colocou tudo na rampa do desvio do terreno e a diversão foi garantida... principalmente pra quem assistia os marmanjos se esfolando no escorregador improvisado. A festa durou até as 3h da manhã, com direito a amigas lavando louça (Gente, lavar louça depois da festa faz passar a bebedeira. Juro! A gente lava louça e fica boazinha). E tinha gente esparramada no chão da minha sala em colchonetes, no sofá... e até num colchãozinho de criança que era a metade do tamanho da foliã.
E Marido já comprou uma lona de 20m pro aniversário dele. Aguardem.
2) Clube da Lulu
Funciona assim. A mulherada sai, fala besteira, bebe e volta pra casa mais feliz.
A minha felicidade dura assim... cerca de 12h. Até a hora de acordar.
Porque no momento que eu abro o olho dou de cara com um bico... assim, de 2 metros. Uma tromba de elefante (Ui!). A tromba e as patadas duram cerca de 3 dias. E as indiretas, umas 2 semanas. É só o tempo da gente marcar outro!
Uh-hu!!!
3) Avariando
Já contei que Marido avaria quando está dormindo. Tá. Mas eu também. De vez em quando... assim, em momentos cruciais da vida.
Sábado foi assim: estávamos eu e Baby deitados pra tirar o cochilinho da tarde. Eu queria contar a história dos Três Porquinhos. E estava morta de sono. Segue o trecho:
Era uma vez três porquinhos. Um era muito esperto e trabalhador e se chamava Pedrito. O outro se chamava Palito e o outro se chamava Palhaço. O Palito e o Palhaço eram muito brincalhões e também muuuuuito preguiçosos. Um dia, os porquinhos resolveram cada um fazer sua casinha. E o porquinho Pedrito, o mais inteligente, avisava os porquinhos para tomarem muuuuuito cuidado porque na floresta tinha o Lobo Mau! Que gostava de comer porquinhos! Então ele dizia assim:
- Olha, tomem muito cuidado com o lobo mau! Vocês tem que construir uma casinha beeeeemmmm forte pra ele não entrar. E não entrem muito na floresta. E se tiver orkut, não adiciona ele!!!
Neste momento acordei. Funciona assim: histórias de ninar. Para crianças e adultos.
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Corrida de bêbados
E aí que a galera não estava botando muita fé no evento.
E aí que eu fui ver a 1a Corrida da Cerveja em Brasília.
E aí que tava todo mundo lá.
Tinha gente vestido de melancia, gente de fralda, gente normal, gente com criança, gente com carro de som, gente com som de carro, gente carregando cerveja em bote inflável, gente vestido de super-heroi, gente com dinheiro nas meias, gente de peruca, gente com melancia enfiada na cabeça, Bins Ladens, cowboys e cowgirls, metaleiros com roupas coladas... tinha de tudo. Me senti no Pacotão dos anos 70 -80.
Ô cidade pra ter bêbado... no bom sentido, claro. Acho que nem a organização do evento esperava tanta gente. Tanto que a maioria ficou por ali mesmo bebendo cerveja e esqueceu de correr. Correr pra quê? O negócio é beber!
Tinha blitz por todo lado pra pegar os bêbados desavisados, mas o astral estava tão bom que enquanto estive lá, de 11h às 14h, não vi nenhuma confusão.
E aí?
E aí que se ano que vem tiver de novo, eu vou traveiz!
E aí que eu fui ver a 1a Corrida da Cerveja em Brasília.
E aí que tava todo mundo lá.
Tinha gente vestido de melancia, gente de fralda, gente normal, gente com criança, gente com carro de som, gente com som de carro, gente carregando cerveja em bote inflável, gente vestido de super-heroi, gente com dinheiro nas meias, gente de peruca, gente com melancia enfiada na cabeça, Bins Ladens, cowboys e cowgirls, metaleiros com roupas coladas... tinha de tudo. Me senti no Pacotão dos anos 70 -80.
Ô cidade pra ter bêbado... no bom sentido, claro. Acho que nem a organização do evento esperava tanta gente. Tanto que a maioria ficou por ali mesmo bebendo cerveja e esqueceu de correr. Correr pra quê? O negócio é beber!
Tinha blitz por todo lado pra pegar os bêbados desavisados, mas o astral estava tão bom que enquanto estive lá, de 11h às 14h, não vi nenhuma confusão.
E aí?
E aí que se ano que vem tiver de novo, eu vou traveiz!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Aniversário
Sou uma pessoa que adora o próprio aniversáro.
Se eu pudesse faria um festão de 3 dias cada ano.
Este ano fiz uma feijoada. Convidei metade da cidade.
Metade das pessoas que eu chamei foram.
O que deu um total de quase 50 pessoas.
Não sobrou feijoada,
eu bebi e acordei de ressaca
a casa estava uma zona
sobrou cerveja
e eu sou a pessoa mais feliz do mundo.
É issaí.
Se eu pudesse faria um festão de 3 dias cada ano.
Este ano fiz uma feijoada. Convidei metade da cidade.
Metade das pessoas que eu chamei foram.
O que deu um total de quase 50 pessoas.
Não sobrou feijoada,
eu bebi e acordei de ressaca
a casa estava uma zona
sobrou cerveja
e eu sou a pessoa mais feliz do mundo.
É issaí.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Os meninos satisfeitos e as meninas...
Todas as noites são iguais
os meninos satisfeitos
e as meninas querem mais
os meninos satisfeitos
e as meninas querem mais
Capital Inicial
Pois é... Depois do Show de sexta-feira fiz questão de registrar meu protesto. Reclamei em todas as instâncias: Pais, irmãos, amigos... todos sabem da minha insatisfação com o comportamento de Marido Repressor. Já avisei que ele está proibido de ir a outro show de rock comigo. E Irmã está proibida de não ir.
Mas vocês pensam que a repressão acabou? Coisa nenhuma.
Sábado foi dia de Churrasco. A galera da Geologia faz um churrasco grande no final do ano pra reunir todo mundo. É muito bom. Sempre tem muita cerveja, muita birita e, claro, sempre revemos os amigos.
Que fique bem claro que são os amigos DELE, do curso DELE. Eu sou apenas agregada.
Muito bem. Saí da aula e fui para o Imperialismo (que é como chamamos a casa dos meus pais). Tava caindo uma tempestade. Cogitamos a idéia de chamar um táxi, mas depois decidimos que um barquinho era mais apropriado. Por último, como não achamos um taxi grande (tipo Doblô ou afins), decidimos ir em um carro só e elegemos democraticamente um amigo da vez. Cunhada Esquilinho ganhou.
Chegando lá, fiz questão de contar pra todo mundo o Marido repressor que eu tenho. E consegui várias companhias para o Show do Iron em Março de 2009. Muitos amiguinhos se compadeceram do meu sofrimento.
O churrasco ia bem, muito bem... muita cerveja, todo mundo bebum. E tinha até show do Feijão de Bandido. Marido achou de passar mal logo na hora que os caras começaram a tocar. E eu, como boa esposa, fiquei ao lado, cuidando dele. Ele vomitando e eu fazendo companhia. Lindo isso. Passou mal até dormir... e eu lá, firme e forte, como uma esposa dedicada.
Depois de um certo tempo, achei que eu poderia aproveitar um pouquinho o show.
Mas fiquei indo e voltando, preocupada com a situação de Marido que não estava nada bem.
Finalmente ele acordou.
E eu achando o máximo o show. Mas tínhamos ido em um só carro e a pilha de Cunhada Esquilinho acabou. Eles estavam querendo ir embora mas eu não. Arranjei uma amiga pra me levar até o Imperialismo. E eu decidi ficar. Mas Marido estava indócil. Achava que tínhamos que ir embora de qualquer jeito. Consegui alguns minutos a mais de farra com Cunhada Esquilinho. Mas Marido decidiu que Irmão tinha ido embora e se mandou. Fui atrás, mas não consegui alcançá-lo. Um amigo estava indo embora e eu dei o alarme: eles tinham ordem de prender e arrastar o Meliante de volta para a festa caso fosse encontrado andando a ermo por aí.
Dito e feito. Marido foi resgatado já no meio da estrada. Indo embora a pé!!! Mas eu já estava decidida a ficar na festa de qualquer maneira. Marido me chamava pra ir embora e eu negava. Dizia a ele que ele poderia ir, mas eu ia ficar. Eu já tinha até carona! Eu queria mesmo era minha Irmã. Ela sim que era companhia. Marido era muito repressor.
Perdi a conta das vezes que ele foi até o portão e voltou pra me buscar. Algumas vezes eu fui com ele até o portão e voltei pra festa.
O show estava bom, eu tinha perdido uma parte da festa cuidando dele, queria aproveitar. Nada mais justo. Mas ele dizia que eu ia dar trabalho, que o show já estava acabando e que já estava na hora de ir embora.
Eu fui. Muito brava. Muito brava mesmo. Nem olhava pra ele, de tão brava.
Não existe meios de descrever a fúria na qual me encontrava. Como disse meu pai ao levantar da cama às 3h da manhã pra abrir a porta pros Manguas sem-chaves: "Estou vivendo um desenho animado, só pode! Melhor ir dormir!"
Ano que vem vou fazer um contrato. Com duas testemunhas e firma reconhecida em cartório:
Eu só saio da festa no lixo! Só saio da festa na faxina do gari!
E se Marido continuar chatão "eu vou soóóóóóóóóóó eu vou só para o show do Iron, mas eu vooooooouuuuuuuuuuuuu!"
Pois é... Depois do Show de sexta-feira fiz questão de registrar meu protesto. Reclamei em todas as instâncias: Pais, irmãos, amigos... todos sabem da minha insatisfação com o comportamento de Marido Repressor. Já avisei que ele está proibido de ir a outro show de rock comigo. E Irmã está proibida de não ir.
Mas vocês pensam que a repressão acabou? Coisa nenhuma.
Sábado foi dia de Churrasco. A galera da Geologia faz um churrasco grande no final do ano pra reunir todo mundo. É muito bom. Sempre tem muita cerveja, muita birita e, claro, sempre revemos os amigos.
Que fique bem claro que são os amigos DELE, do curso DELE. Eu sou apenas agregada.
Muito bem. Saí da aula e fui para o Imperialismo (que é como chamamos a casa dos meus pais). Tava caindo uma tempestade. Cogitamos a idéia de chamar um táxi, mas depois decidimos que um barquinho era mais apropriado. Por último, como não achamos um taxi grande (tipo Doblô ou afins), decidimos ir em um carro só e elegemos democraticamente um amigo da vez. Cunhada Esquilinho ganhou.
Chegando lá, fiz questão de contar pra todo mundo o Marido repressor que eu tenho. E consegui várias companhias para o Show do Iron em Março de 2009. Muitos amiguinhos se compadeceram do meu sofrimento.
O churrasco ia bem, muito bem... muita cerveja, todo mundo bebum. E tinha até show do Feijão de Bandido. Marido achou de passar mal logo na hora que os caras começaram a tocar. E eu, como boa esposa, fiquei ao lado, cuidando dele. Ele vomitando e eu fazendo companhia. Lindo isso. Passou mal até dormir... e eu lá, firme e forte, como uma esposa dedicada.
Depois de um certo tempo, achei que eu poderia aproveitar um pouquinho o show.
Mas fiquei indo e voltando, preocupada com a situação de Marido que não estava nada bem.
Finalmente ele acordou.
E eu achando o máximo o show. Mas tínhamos ido em um só carro e a pilha de Cunhada Esquilinho acabou. Eles estavam querendo ir embora mas eu não. Arranjei uma amiga pra me levar até o Imperialismo. E eu decidi ficar. Mas Marido estava indócil. Achava que tínhamos que ir embora de qualquer jeito. Consegui alguns minutos a mais de farra com Cunhada Esquilinho. Mas Marido decidiu que Irmão tinha ido embora e se mandou. Fui atrás, mas não consegui alcançá-lo. Um amigo estava indo embora e eu dei o alarme: eles tinham ordem de prender e arrastar o Meliante de volta para a festa caso fosse encontrado andando a ermo por aí.
Dito e feito. Marido foi resgatado já no meio da estrada. Indo embora a pé!!! Mas eu já estava decidida a ficar na festa de qualquer maneira. Marido me chamava pra ir embora e eu negava. Dizia a ele que ele poderia ir, mas eu ia ficar. Eu já tinha até carona! Eu queria mesmo era minha Irmã. Ela sim que era companhia. Marido era muito repressor.
Perdi a conta das vezes que ele foi até o portão e voltou pra me buscar. Algumas vezes eu fui com ele até o portão e voltei pra festa.
O show estava bom, eu tinha perdido uma parte da festa cuidando dele, queria aproveitar. Nada mais justo. Mas ele dizia que eu ia dar trabalho, que o show já estava acabando e que já estava na hora de ir embora.
Eu fui. Muito brava. Muito brava mesmo. Nem olhava pra ele, de tão brava.
Não existe meios de descrever a fúria na qual me encontrava. Como disse meu pai ao levantar da cama às 3h da manhã pra abrir a porta pros Manguas sem-chaves: "Estou vivendo um desenho animado, só pode! Melhor ir dormir!"
Ano que vem vou fazer um contrato. Com duas testemunhas e firma reconhecida em cartório:
Eu só saio da festa no lixo! Só saio da festa na faxina do gari!
E se Marido continuar chatão "eu vou soóóóóóóóóóó eu vou só para o show do Iron, mas eu vooooooouuuuuuuuuuuuu!"
sábado, 25 de outubro de 2008
Pérolas
Pizzada na casa da Mamãe + Cerveja = sandices.
Sem muito lero-lero, vamos ao que interessa:
Margherita x Margarita
Alguém notou que acabou o tomate e exclamou:
- Não tem jeito de fazer "Margherita" (pizza). Faltam ingredientes!
Cunhada Esquilinho:
- Não falta não!
E tão rapidamente quanto o esquilinho de "Os Sem Floresta" depois do energético, correu para o interior da residência e voltou com um copo de... "Margarita"! Tão bonitinha, com tequila, limão, curaçao blue... e até salzinho na borda.
Paraíba masculina...
Cumpadi Franco tava atrapaiado. Já tinha entornado umas cervas, umas pingas... mas resolveu dançar. Convidou uma das moças e, após alguns passos, ela pediu educadamente:
- Você não prefere ser a mulher?
Ê mundo moderno...
Sem muito lero-lero, vamos ao que interessa:
Margherita x Margarita
Alguém notou que acabou o tomate e exclamou:
- Não tem jeito de fazer "Margherita" (pizza). Faltam ingredientes!
Cunhada Esquilinho:
- Não falta não!
E tão rapidamente quanto o esquilinho de "Os Sem Floresta" depois do energético, correu para o interior da residência e voltou com um copo de... "Margarita"! Tão bonitinha, com tequila, limão, curaçao blue... e até salzinho na borda.
Paraíba masculina...
Cumpadi Franco tava atrapaiado. Já tinha entornado umas cervas, umas pingas... mas resolveu dançar. Convidou uma das moças e, após alguns passos, ela pediu educadamente:
- Você não prefere ser a mulher?
Ê mundo moderno...
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Festa da Esculhambação
Então...
Festinha cafona tá bombando.
Segue conversa MSNética entre Marido e Irmã.
Marido says:
Fui no raíz quadrada de 69 e li que vc vai comemorar sua festa ao estilo brega, vero?
Por conta disso vc já ganhou um presente. Explico: aqui na Emprsa temos um colega, o M, que é cantor de Brega. Os CD's dele são muito apreciados, principalmente em manifestações do sindicato...
... pra perturbar a galera e fazer todo mundo descer do prédio.
Terminei de ler o que a damine escreveu e encontrei com ele no corredor. Mais que rapidamente comprei o 1º CD dele com pérolas como "Eu não vou mais beber" e "Férias no piauí". Ele inclusive autografou pra vc, viu?!?!
Irmã says:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Isso tem que ir pro blog.
Marido says:
Pronto: Já tem parte do repertório das músicas pra sua festa... CD original viu!
Irmã says:
huahua
tá, valeu
Marido says:
É... Cunhado esperto é outra coisa...rs
Irmã says:
Brigadaão CU!!!!!
Festinha cafona tá bombando.
Segue conversa MSNética entre Marido e Irmã.
Marido says:
Fui no raíz quadrada de 69 e li que vc vai comemorar sua festa ao estilo brega, vero?
Por conta disso vc já ganhou um presente. Explico: aqui na Emprsa temos um colega, o M, que é cantor de Brega. Os CD's dele são muito apreciados, principalmente em manifestações do sindicato...
... pra perturbar a galera e fazer todo mundo descer do prédio.
Terminei de ler o que a damine escreveu e encontrei com ele no corredor. Mais que rapidamente comprei o 1º CD dele com pérolas como "Eu não vou mais beber" e "Férias no piauí". Ele inclusive autografou pra vc, viu?!?!
Irmã says:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Isso tem que ir pro blog.
Marido says:
Pronto: Já tem parte do repertório das músicas pra sua festa... CD original viu!
Irmã says:
huahua
tá, valeu
Marido says:
É... Cunhado esperto é outra coisa...rs
Irmã says:
Brigadaão CU!!!!!
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