- Amor, sabe o que é? Preciso de grana pra pagar a diarista.
- Ok. Transfiro pra você.
- Tá. Aproveita e transfere também uma grana, porque o seguro do carro vence dia 28, é débito em conta, mas meu pagamento só vai sair dia 1°.
- Tá. Mas olha só... depois você transfere uma grana pra mim porque meu dinheiro vai acabar antes do dia 1° e tem aqueles cheques do material da reforma.
- Tudo bem. Transfiro a grana pra você.
- Outra coisa... vê a pontuação da tua carteira no Detran, porque eu tenho mais uma multa e vai estrapolar os pontos.
- Hum... tá. Pode deixar que eu assumo os pontos.
Agora me digam... casamento não é uma coisa linda????
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Segunda-feira
É... segunda-feira. Como eu sei?
Baby está dodoizinho, não dormiu quase nada à noite, nem eu.
Quando finalmente consegui fechar os olhos (às 4h da manhã) os cachorros resolveram fazer serenata embaixo da janela da sala...
Estou um caco.
O pediatra está viajando.
Preciso fazer compras de mês. Uma parte hoje, carne amanhã, frutas na quarta-feira, o resto na quinta-feira.
Abre parêntesis:
Não posso delegar esta função para Marido. Ontem pedi para que ele comprasse algumas coisas, fiz uma lista e disse OU isso OU aquilo. E ressaltei que hoje era dia de ir ao supermercado, então ele só precisaria trazer os itens para emergência. Ele trouxe TUDO da lista.
Ah, Damine... o que tem? Menos coisas para você comprar. É... pode ser. Só que:
1) hoje preciso ir ao supermercado de qualquer jeito, um item a mais ou a menos não vai fazer diferença.
2) A maioria dos itens da lista era fruta. Fruta perde. E lá vai eu fazer doce, suco, bolo pra não estragar as benditas (mais trabalho pra mim).
3) O ticket alimentação sai hoje. Ontem ele teve que pagar tudo no cartão.
4) Frutas são mais baratas na 4a feira (economia doméstica).
Fecha parêntesis.
Quando chego no trabalho, o outlook não funciona. Exitem 123987435168364123948123 e-mails importantes que eu preciso receber ainda hoje. Pânico.
A faxineira não vai esta semana. Está viajando.
Tenho roupas de molho para lavar.
Preciso chegar cedo em casa, mas tudo vai depender do estado de Baby. Se estiver ruinzinho, eu terei que buscá-lo (depois das compras)...
E são apenas 10h da manhã.
Baby está dodoizinho, não dormiu quase nada à noite, nem eu.
Quando finalmente consegui fechar os olhos (às 4h da manhã) os cachorros resolveram fazer serenata embaixo da janela da sala...
Estou um caco.
O pediatra está viajando.
Preciso fazer compras de mês. Uma parte hoje, carne amanhã, frutas na quarta-feira, o resto na quinta-feira.
Abre parêntesis:
Não posso delegar esta função para Marido. Ontem pedi para que ele comprasse algumas coisas, fiz uma lista e disse OU isso OU aquilo. E ressaltei que hoje era dia de ir ao supermercado, então ele só precisaria trazer os itens para emergência. Ele trouxe TUDO da lista.
Ah, Damine... o que tem? Menos coisas para você comprar. É... pode ser. Só que:
1) hoje preciso ir ao supermercado de qualquer jeito, um item a mais ou a menos não vai fazer diferença.
2) A maioria dos itens da lista era fruta. Fruta perde. E lá vai eu fazer doce, suco, bolo pra não estragar as benditas (mais trabalho pra mim).
3) O ticket alimentação sai hoje. Ontem ele teve que pagar tudo no cartão.
4) Frutas são mais baratas na 4a feira (economia doméstica).
Fecha parêntesis.
Quando chego no trabalho, o outlook não funciona. Exitem 123987435168364123948123 e-mails importantes que eu preciso receber ainda hoje. Pânico.
A faxineira não vai esta semana. Está viajando.
Tenho roupas de molho para lavar.
Preciso chegar cedo em casa, mas tudo vai depender do estado de Baby. Se estiver ruinzinho, eu terei que buscá-lo (depois das compras)...
E são apenas 10h da manhã.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O Casamento
O Casamento foi assim. O Noivo nos convidou para padrinhos. E nós aceitamos porque Noivo é superamigo de Marido. E porque ele é legal. E porque a família dele também é legal. E porque nós o amamos!
E nós estávamos preocupados com questões básicas tais como: roupa dos padrinhos, roupas das madrinhas, cores de vestidos, se o casamento iria ser chic, se iria ser simples, onde seria a recepção, em suma, Como deveríamos nos vestir.
O Noivo, que é bacana, dizia assim:
- Não sei não. Só sei que eu vou de preto e a noiva vai de branco.
Esculhambação né? Não. Noivo falou que a recepção seria numa chácara. E eu já tinha escolhido o vestido. Masssss como eu já conheço a figura, coloquei outro vestido, mais simples, na mala.
Noivo foi buscar-nos na Rodoviária. Só então descobri que devido a problemas técnicos, a festa seria num buteco mesmo! Obaaaaaaaaaaaaaaaa! Agora sei o que usar!
Marido esqueceu o sapato em casa. (Ô esculhambação, gente!) Pedimos pra irmão Dunga levar um par. Irmão Dunga esqueceu também. Mas eis que o Noivo tinha dois pares! E emprestou um pro Marido. E Neguin esqueceu a meia. E a mãe do Noivo emprestou um par. Neguin também foi padrinho.
Pior foi a madrinha que não foi. Era assim: uma das meninas era madrinha. Só esqueceram de avisá-la. Mas isso não é nada. Pior forem ter esquecido a noiva. É, porque todo mundo que poderia buscá-la também era padrinho. E esqueceram de designar o motorista oficial. Ainda bem que tinham vários carros para ir buscá-la. A noiva não atrasou.
Mas chorou. E eu que já estava derramando discretas lágrimas entornei um rio! Havia esquecido o lenço. Logo no início da cerimônia, antes da noiva entrar, pedi pra Marido (que se divertia com o celular tirando fotos... NO ALTAR!) para que mandasse uma mensagem para Irmão Dunga informando da minha precária situação:
Esculhambada vai chorar. Favor providenciar um lenço urgente!
E Dunga, meu mui amado irmão, respondeu:
Cada lágrima é um flash!
Foram muitas lágrimas. E a noiva ainda gagejou na hora da "fidelidade". E eu choreeeeeiiiiiii!
Esculhambações à parte (afinal é disso que o blog trata), o casamento foi lindo! Rápido, simples e lindo. A noiva estava linda, radiante e feliz. E nós ficamos muito honrados e felizes de ter participado de tudo: da cerimônia, da festa, das esculhambações; e até contribuido pra isso. Porque os dois são lindos e fofos e merecem ser felizes para sempre.
E nós estávamos preocupados com questões básicas tais como: roupa dos padrinhos, roupas das madrinhas, cores de vestidos, se o casamento iria ser chic, se iria ser simples, onde seria a recepção, em suma, Como deveríamos nos vestir.
O Noivo, que é bacana, dizia assim:
- Não sei não. Só sei que eu vou de preto e a noiva vai de branco.
Esculhambação né? Não. Noivo falou que a recepção seria numa chácara. E eu já tinha escolhido o vestido. Masssss como eu já conheço a figura, coloquei outro vestido, mais simples, na mala.
Noivo foi buscar-nos na Rodoviária. Só então descobri que devido a problemas técnicos, a festa seria num buteco mesmo! Obaaaaaaaaaaaaaaaa! Agora sei o que usar!
Marido esqueceu o sapato em casa. (Ô esculhambação, gente!) Pedimos pra irmão Dunga levar um par. Irmão Dunga esqueceu também. Mas eis que o Noivo tinha dois pares! E emprestou um pro Marido. E Neguin esqueceu a meia. E a mãe do Noivo emprestou um par. Neguin também foi padrinho.
Pior foi a madrinha que não foi. Era assim: uma das meninas era madrinha. Só esqueceram de avisá-la. Mas isso não é nada. Pior forem ter esquecido a noiva. É, porque todo mundo que poderia buscá-la também era padrinho. E esqueceram de designar o motorista oficial. Ainda bem que tinham vários carros para ir buscá-la. A noiva não atrasou.
Mas chorou. E eu que já estava derramando discretas lágrimas entornei um rio! Havia esquecido o lenço. Logo no início da cerimônia, antes da noiva entrar, pedi pra Marido (que se divertia com o celular tirando fotos... NO ALTAR!) para que mandasse uma mensagem para Irmão Dunga informando da minha precária situação:
Esculhambada vai chorar. Favor providenciar um lenço urgente!
E Dunga, meu mui amado irmão, respondeu:
Cada lágrima é um flash!
Foram muitas lágrimas. E a noiva ainda gagejou na hora da "fidelidade". E eu choreeeeeiiiiiii!
Esculhambações à parte (afinal é disso que o blog trata), o casamento foi lindo! Rápido, simples e lindo. A noiva estava linda, radiante e feliz. E nós ficamos muito honrados e felizes de ter participado de tudo: da cerimônia, da festa, das esculhambações; e até contribuido pra isso. Porque os dois são lindos e fofos e merecem ser felizes para sempre.
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Mangua, churras, esculhambação
Bom, o churrasco foi no local que seria a recepção. Uma fazenda muito bacana, lindinha de viver, um sonho. Família toda reunida e dá-lhe cerva... e pão de queijo... e cerva... e pão de queijo...
E a dona da casa, irmã do Noivo resolveu servir um tira-gosto. Era pinhão picadinho temperado com shoyo e mais outras coisinhas. Delícia!
Pois Liquid Paper estava todo feliz achando que tinha inventado moda colocando o pinhão no pão de queijo quando Baixin falou:
- Ué! eu já fiz isso ó! Já coloquei a linguiça no pão de queijo.
Praquê. Baixin nunca mais foi o mesmo. Toda vez que chegava uma linguiça, ele era o primeiro a ser chamado. Nem preciso dizer que linguiça virou pinhão até o fim do churrasco.
Teve uma galera que dormiu. Irmão Dunga, porque precisaria dirigir de volta, Marido, porque tinha dormido antes de todo mundo e por isso precisava dormir mais (GALHO FRACO) e outros. Mas eu não. Eu sou tora. Bebi, bebi e bebi. E estava bem. Comi, comi e comi. E bebi mais um pouquinho. E estava tudo bem. Cinco horas o Noivo nos deixou na Rodoviária de novo. E compramos mais bebida. E compramos gelo. E eu bebi e bebi e bebi no baú... e contei história, e falei palavrão... e arrumei casamento pra Liquid Paper e... e... e passei mal. Golfei e dormi. Acordei sóóóóóó no dia seguinte. 4h da manhã. Dormi feito um anjinho... tão bonitinha!
E a dona da casa, irmã do Noivo resolveu servir um tira-gosto. Era pinhão picadinho temperado com shoyo e mais outras coisinhas. Delícia!
Pois Liquid Paper estava todo feliz achando que tinha inventado moda colocando o pinhão no pão de queijo quando Baixin falou:
- Ué! eu já fiz isso ó! Já coloquei a linguiça no pão de queijo.
Praquê. Baixin nunca mais foi o mesmo. Toda vez que chegava uma linguiça, ele era o primeiro a ser chamado. Nem preciso dizer que linguiça virou pinhão até o fim do churrasco.
Teve uma galera que dormiu. Irmão Dunga, porque precisaria dirigir de volta, Marido, porque tinha dormido antes de todo mundo e por isso precisava dormir mais (GALHO FRACO) e outros. Mas eu não. Eu sou tora. Bebi, bebi e bebi. E estava bem. Comi, comi e comi. E bebi mais um pouquinho. E estava tudo bem. Cinco horas o Noivo nos deixou na Rodoviária de novo. E compramos mais bebida. E compramos gelo. E eu bebi e bebi e bebi no baú... e contei história, e falei palavrão... e arrumei casamento pra Liquid Paper e... e... e passei mal. Golfei e dormi. Acordei sóóóóóó no dia seguinte. 4h da manhã. Dormi feito um anjinho... tão bonitinha!
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Viagem, casamento, galera... FUN!!!!
Fim de semana fomos pra Poços de Caldas - MG (pronuncia-se PóssssdCaldsssss Minssss) pro casamento do Cumpadi Franco. Contarei em três etapas: primeiramente as esculhambações da viagem, segundamente (Ui) as do churrasco e terceiramente (ui ui) as do casório.
Dessa vez fomos só eu e Marido porque seria muita correria. A cidade não tem aeroporto comercial e ir de carro seria muito cansativo. Fomos de ônibus: uh-hu pegá Baú!
A troupe de Brasília envolveu Neguin, Baixin, Choça, Liquid Paper, eu e Maridão. Família Santo foi de carro mesmo, mas não aproveitou tanto quanto a galera do baú. Pra começar, logo na saída, Liquid e Neguin estavam atrasados. Tivemos que pedir pro motora (bem legal, diga-se de passagem) esperar. Eles esperaram, ônibus estava vazio, todo mundo foi compreensivo. Mas eis que chegam as duas figuras: Neguin correndo na frente, quase sem fôlego, esbaforido, carregando um pacote maior que a sua própria pessoa. Gargalhada no ônibus! E o outro a passo manso... lá atrás, parecia não se importar muito com o atraso.
A viagem foi tranquila, mas o ônibus não era leito e ficou um pouco incômodo para dormir. Como estava vazio, cada passageiro se apossou das duas poltronas e se acomodou como pode. Mas se não fossem as bem compradas latinhas e garrafinhas de cerveja, não seria possível aguentar a viagem.
Chegamos em Pósssss sem maiores problemas às 8h da manhã. O noivo foi buscar-nos na Rodoviária de onde seguimos para o lar oficial dos nubentes. A diária no hotel era a partir das 12h. Café da manhã, conversa com pai, mãe, tia, sobrinha etc, família toda reunida e bagunçando, cerveja (é, galera... o povo bebe!!!) às 10h da manhã. E Santo ligou dizendo que iriam pra lá também. Casa grande né? Decidimos dar um rolé pela cidade. O Noivo emprestou moto e carro e todos ficaram felizes (principalmente eu e Marido que nos apossamos da Freewind). Isséquéamigo, sô!
Depois do casório, a galera foi pra uma Cachaçaria. Enchemos a cara e a barriga e amiga Choça ensandecida decidiu que um casamento assim deveria ser comemorado direito (dou o maior apoio). "Eu quero forrrrroóóóóóóóóóó'" dizia ela.
Cunhada do Noivo, cheia da razão (caipirinha, cerveja, etc) informou que tinha uma amiga que sabia de tooooooooodddddooooosssss os lugares bããããããããaãããaããããooooo da cidade. Como bêbado é uma desgraça mesmo, e muito bêbado reunido é pior ainda, demoramos quase uma hora pra sair de lá e decidir o local. Noivo que não é brincadeira, tomou uma decisão e disse: "Sigam-me os bons!". Nóis é bom! Nóis foi!
E não é que o local era maneiríssimo! Tinha uma bandinha tocando (marromeno) e bastante gente sem estar lotado insuportável. E eis que chega a tal "Amiga" que sabia das coisas. Chamaremos de Bi. A mulher já chegou se achando e botando banca. Mas eu e Choça estávamos muito alegres e felizes pra botar reparo. Só cuidei de deixar Marido beeeeemmmm longe da dita.
E fomos procurar o "cara da banda" pra pedir pra eles cantarem parabéns pros recém-casados.
Dizem que ela deu mole pra todos os machos. Dizem também que ela foi bastante mal educada. Dizem que ela ouviu muito de um dos meninos que caiu no "mole" e tomou um toco. Também ouviu coisas desagradáveis de quem tinha sido destratado por ela. Mas Bi, no final da noite, achou de botar banca... pra cima de mim!!!!!
Bom... se tem uma coisa que eu não tolero é gente folgada. Isso me dá nos nervos! Pois a mulher não estava toda toda contando que tinha enchido a cara e que não ia pagar nada!?!?! Que ela era muito boa e que por isso bebia sem pagar. E na sequencia, Bi resolve abraçar o Marido da tal Cunhada. E a pobre gritava:
- Choça! Acode! Ela tá agarrando meu marido! Choça, me ajuda!
E eu que já não estava muito boa falei:
- Ela não pode te ajudar não porque ela está com meu irmão. Tem que tomar conta dele!
Bastou. Coloquei meu irmão no encalço de Choça que, sem saber o que estava acontecendo continuava perguntando pra Cunhada do Noivo onde estenderíamos a noite. E eu brigando:
- Choça! Não vamos pra lugar nenhum. Vamos pro hotel! Nada de esticar noite coisa nenhuma! Oooooras!
E voltamos pro Hotel. O porteiro nunca riu tanto na vida. Um bando de bêbado chegando e as mulé não conseguiam encontrar o cartão de identificação do hotel. Meu marido pegou, moço... e não quer me devolver! E a outra: o meu táqui... massshhhh eu não consigo pegá não! Neguin e Baixin tinham ido mais cedo pro quarto, então a galera passou no posto, comprou umas cervas e fizemos uma reuniãozinha básica no MEU quarto. Marido apagou. Teve direito a fotos, vídeos, besteira. E a festa acabou às 3h da manhã (junto com a cerveja).
Dia seguinte teve churrasco. E mais esculhambação.
Dessa vez fomos só eu e Marido porque seria muita correria. A cidade não tem aeroporto comercial e ir de carro seria muito cansativo. Fomos de ônibus: uh-hu pegá Baú!
A troupe de Brasília envolveu Neguin, Baixin, Choça, Liquid Paper, eu e Maridão. Família Santo foi de carro mesmo, mas não aproveitou tanto quanto a galera do baú. Pra começar, logo na saída, Liquid e Neguin estavam atrasados. Tivemos que pedir pro motora (bem legal, diga-se de passagem) esperar. Eles esperaram, ônibus estava vazio, todo mundo foi compreensivo. Mas eis que chegam as duas figuras: Neguin correndo na frente, quase sem fôlego, esbaforido, carregando um pacote maior que a sua própria pessoa. Gargalhada no ônibus! E o outro a passo manso... lá atrás, parecia não se importar muito com o atraso.
A viagem foi tranquila, mas o ônibus não era leito e ficou um pouco incômodo para dormir. Como estava vazio, cada passageiro se apossou das duas poltronas e se acomodou como pode. Mas se não fossem as bem compradas latinhas e garrafinhas de cerveja, não seria possível aguentar a viagem.
Chegamos em Pósssss sem maiores problemas às 8h da manhã. O noivo foi buscar-nos na Rodoviária de onde seguimos para o lar oficial dos nubentes. A diária no hotel era a partir das 12h. Café da manhã, conversa com pai, mãe, tia, sobrinha etc, família toda reunida e bagunçando, cerveja (é, galera... o povo bebe!!!) às 10h da manhã. E Santo ligou dizendo que iriam pra lá também. Casa grande né? Decidimos dar um rolé pela cidade. O Noivo emprestou moto e carro e todos ficaram felizes (principalmente eu e Marido que nos apossamos da Freewind). Isséquéamigo, sô!
Depois do casório, a galera foi pra uma Cachaçaria. Enchemos a cara e a barriga e amiga Choça ensandecida decidiu que um casamento assim deveria ser comemorado direito (dou o maior apoio). "Eu quero forrrrroóóóóóóóóóó'" dizia ela.
Cunhada do Noivo, cheia da razão (caipirinha, cerveja, etc) informou que tinha uma amiga que sabia de tooooooooodddddooooosssss os lugares bããããããããaãããaããããooooo da cidade. Como bêbado é uma desgraça mesmo, e muito bêbado reunido é pior ainda, demoramos quase uma hora pra sair de lá e decidir o local. Noivo que não é brincadeira, tomou uma decisão e disse: "Sigam-me os bons!". Nóis é bom! Nóis foi!
E não é que o local era maneiríssimo! Tinha uma bandinha tocando (marromeno) e bastante gente sem estar lotado insuportável. E eis que chega a tal "Amiga" que sabia das coisas. Chamaremos de Bi. A mulher já chegou se achando e botando banca. Mas eu e Choça estávamos muito alegres e felizes pra botar reparo. Só cuidei de deixar Marido beeeeemmmm longe da dita.
E fomos procurar o "cara da banda" pra pedir pra eles cantarem parabéns pros recém-casados.
Dizem que ela deu mole pra todos os machos. Dizem também que ela foi bastante mal educada. Dizem que ela ouviu muito de um dos meninos que caiu no "mole" e tomou um toco. Também ouviu coisas desagradáveis de quem tinha sido destratado por ela. Mas Bi, no final da noite, achou de botar banca... pra cima de mim!!!!!
Bom... se tem uma coisa que eu não tolero é gente folgada. Isso me dá nos nervos! Pois a mulher não estava toda toda contando que tinha enchido a cara e que não ia pagar nada!?!?! Que ela era muito boa e que por isso bebia sem pagar. E na sequencia, Bi resolve abraçar o Marido da tal Cunhada. E a pobre gritava:
- Choça! Acode! Ela tá agarrando meu marido! Choça, me ajuda!
E eu que já não estava muito boa falei:
- Ela não pode te ajudar não porque ela está com meu irmão. Tem que tomar conta dele!
Bastou. Coloquei meu irmão no encalço de Choça que, sem saber o que estava acontecendo continuava perguntando pra Cunhada do Noivo onde estenderíamos a noite. E eu brigando:
- Choça! Não vamos pra lugar nenhum. Vamos pro hotel! Nada de esticar noite coisa nenhuma! Oooooras!
E voltamos pro Hotel. O porteiro nunca riu tanto na vida. Um bando de bêbado chegando e as mulé não conseguiam encontrar o cartão de identificação do hotel. Meu marido pegou, moço... e não quer me devolver! E a outra: o meu táqui... massshhhh eu não consigo pegá não! Neguin e Baixin tinham ido mais cedo pro quarto, então a galera passou no posto, comprou umas cervas e fizemos uma reuniãozinha básica no MEU quarto. Marido apagou. Teve direito a fotos, vídeos, besteira. E a festa acabou às 3h da manhã (junto com a cerveja).
Dia seguinte teve churrasco. E mais esculhambação.
domingo, 25 de abril de 2010
Causo...
Ocorre que na série abaixo mencionada, existe algumas cenas de mulheres casadas que não são lá muito fiéis. E me lembrei de um caso contado por Maria Bonita, que trabalha na casa da minha mãe. O fato ocorreu no interior da Bahia.
Ocorre que D. Severina e Nhô Zé moravam em fazenda vizinha a D. Inhana e Sô Tonho. Um casal era padrinho dos filhos do outro casal e vice-versa, de modo que eram compadres e comadres. D. Severina tinha um caso de anos com o marido da Comadre Inhana e especula-se até que os filhos mais novos dela eram, na verdade, filhos do marido da outra.
Um dia Nhô Zé resolveu que não queria mais saber de D. Severina e saiu de casa. Alguns dias depois, D. Inhana ouviu na venda, que D. Severina estava de namorico com um rapaz da vila. À noite, na hora de deitar, D. Inhana comentou com o marido:
- Tonho, sabe o que ouvi hoje na venda? Tão dizendo que Cumade Severina tá de caso com um moço novo lá da vila.
- Ié? Será?
- Diz que é, Tonho. Mal Cumpadi Zé se mandou de casa e a Cumade já tá se engraçando com outro.
Nessa noite Nhô Tonho mal conseguiu dormir. Revirou-se na cama a noite inteira com essa história de caso de D. Severina. Mal o sol quebrou a barra, Tonho pulou da cama e avisou a mulher que não estava se sentindo bem. Disse que ia no mato buscar umas folhas pra fazer um chá. Disse isso, pegou a bicicleta e partiu. Tomou cuidade de ir apagando o rastro com uma folha de bananeira e embicou-se pro rumo da chácara vizinha, de D.Severina.
Foi chegando e agarrando a mulher pelos cabelos gritando:
- Que história é essa d'ocê estar de caso um rapaz da vila?
- É o quê, homi? Quem te disse isso?
- Inhana me falou ontem! Sua safada, cachorra, etc, etc.
E dá-lhe sopapo.
Nem adiantou D. Severina gritar inocência. Quanto mais ela negava, mais irritado Tonho ficava. Quebrou a casa toda, a cama, a louça e ainda deixou D. Severina com um olho roxo e toda marcada.
Mal Cumpadre Tonho foi embora, D. Severina montou no cavalo e embicou pra casa da Comadre Inhana feito um pé de vento.
- Ô Inhana! Que história é essa de sair falando de minha vida? Quem te disse que eu tô de namorico na vila?
- Ué, cumadi. É o que estão dizendo na venda!
- Pois eu não te dou direito de ficar especulando da minha vida não, visse?
Foi dizendo e foi apeando pra tirar satisfação com a comadre. Só que Inhana de sonsa só tinha o andado. Foi emendando um ponto com outro e retrucou:
- E pruquê ocê tá toda lenhada? Péra lá! Quem foi que disse procê que eu disse cocê tá de namorico? Coméque é isso, se eu só falei pro Tonho onti de noite? Peraí que eu já te emendo, sua safada, rameira, meretriz, infeliz das costa ôca! Qué dizê cocê tá de caso com meu marido! Safada tu e ele!
E o pau comeu. Inhana enfurecida passou a mão numa vassoura de palha que estava por ali e sentou na cabeça de Severina que, na raiva, nada sentiu e partiu pra cima da Comadre. E as duas estavam nessa situação quando Tonho, na maior cara de pau e ainda ocupado em apagar o rastro chegou. Mal viu a cena, adivinhando a situação, montou na bicicleta novamente e se mandou, ouvindo os gritos da mulher que puxava o cabelo da amante:
- Volta aqui, cabra safado! Vem apanhar que nem homi! Deixa eu acabar aqui com essa quenga que eu vou atrás de tu também! Infeliz das costa ôca! Salafrário!
Moral da história: Não se meta com homem/mulher casado. Caso se meta, que não seja com o compadre/comadre. E que seja com um só. E se não tiver jeito, que fique de boca fechada. E se apanhar do amante, pelo amor de Deus! Não vá tirar satisfação com a mulher dele!!!!!
Êta mundo esculhambado!
Ocorre que D. Severina e Nhô Zé moravam em fazenda vizinha a D. Inhana e Sô Tonho. Um casal era padrinho dos filhos do outro casal e vice-versa, de modo que eram compadres e comadres. D. Severina tinha um caso de anos com o marido da Comadre Inhana e especula-se até que os filhos mais novos dela eram, na verdade, filhos do marido da outra.
Um dia Nhô Zé resolveu que não queria mais saber de D. Severina e saiu de casa. Alguns dias depois, D. Inhana ouviu na venda, que D. Severina estava de namorico com um rapaz da vila. À noite, na hora de deitar, D. Inhana comentou com o marido:
- Tonho, sabe o que ouvi hoje na venda? Tão dizendo que Cumade Severina tá de caso com um moço novo lá da vila.
- Ié? Será?
- Diz que é, Tonho. Mal Cumpadi Zé se mandou de casa e a Cumade já tá se engraçando com outro.
Nessa noite Nhô Tonho mal conseguiu dormir. Revirou-se na cama a noite inteira com essa história de caso de D. Severina. Mal o sol quebrou a barra, Tonho pulou da cama e avisou a mulher que não estava se sentindo bem. Disse que ia no mato buscar umas folhas pra fazer um chá. Disse isso, pegou a bicicleta e partiu. Tomou cuidade de ir apagando o rastro com uma folha de bananeira e embicou-se pro rumo da chácara vizinha, de D.Severina.
Foi chegando e agarrando a mulher pelos cabelos gritando:
- Que história é essa d'ocê estar de caso um rapaz da vila?
- É o quê, homi? Quem te disse isso?
- Inhana me falou ontem! Sua safada, cachorra, etc, etc.
E dá-lhe sopapo.
Nem adiantou D. Severina gritar inocência. Quanto mais ela negava, mais irritado Tonho ficava. Quebrou a casa toda, a cama, a louça e ainda deixou D. Severina com um olho roxo e toda marcada.
Mal Cumpadre Tonho foi embora, D. Severina montou no cavalo e embicou pra casa da Comadre Inhana feito um pé de vento.
- Ô Inhana! Que história é essa de sair falando de minha vida? Quem te disse que eu tô de namorico na vila?
- Ué, cumadi. É o que estão dizendo na venda!
- Pois eu não te dou direito de ficar especulando da minha vida não, visse?
Foi dizendo e foi apeando pra tirar satisfação com a comadre. Só que Inhana de sonsa só tinha o andado. Foi emendando um ponto com outro e retrucou:
- E pruquê ocê tá toda lenhada? Péra lá! Quem foi que disse procê que eu disse cocê tá de namorico? Coméque é isso, se eu só falei pro Tonho onti de noite? Peraí que eu já te emendo, sua safada, rameira, meretriz, infeliz das costa ôca! Qué dizê cocê tá de caso com meu marido! Safada tu e ele!
E o pau comeu. Inhana enfurecida passou a mão numa vassoura de palha que estava por ali e sentou na cabeça de Severina que, na raiva, nada sentiu e partiu pra cima da Comadre. E as duas estavam nessa situação quando Tonho, na maior cara de pau e ainda ocupado em apagar o rastro chegou. Mal viu a cena, adivinhando a situação, montou na bicicleta novamente e se mandou, ouvindo os gritos da mulher que puxava o cabelo da amante:
- Volta aqui, cabra safado! Vem apanhar que nem homi! Deixa eu acabar aqui com essa quenga que eu vou atrás de tu também! Infeliz das costa ôca! Salafrário!
Moral da história: Não se meta com homem/mulher casado. Caso se meta, que não seja com o compadre/comadre. E que seja com um só. E se não tiver jeito, que fique de boca fechada. E se apanhar do amante, pelo amor de Deus! Não vá tirar satisfação com a mulher dele!!!!!
Êta mundo esculhambado!
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Vício...
Marido comprou a série "Grande Sertões Veredas".
São 4 DVD's com variando de 2h30 a 4h cada um.
E daí?
E daí que não consigo parar de assistir enquanto não acaba.
O resultado são olheiras profundas pois tenho ido dormir todos os dias após as 2h da manhã.
Marido? Ah... ele dorme bem antes.
E o resultado é que no dia seguinte eu assisto com ele a parte que ele não viu ainda.
E continuo assistindo depois que ele vai dormir.
Sinto minhas forças se esvaindo...
São 4 DVD's com variando de 2h30 a 4h cada um.
E daí?
E daí que não consigo parar de assistir enquanto não acaba.
O resultado são olheiras profundas pois tenho ido dormir todos os dias após as 2h da manhã.
Marido? Ah... ele dorme bem antes.
E o resultado é que no dia seguinte eu assisto com ele a parte que ele não viu ainda.
E continuo assistindo depois que ele vai dormir.
Sinto minhas forças se esvaindo...
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Raiz Quadrada de 69
quarta-feira, 3 de março de 2010
Sofrimento de uma mulher casada
Vão me dizer que eu já sabia que era assim, que eu não posso reclamar, etc.
Mas afinal. Pra que foi mesmo que eu casei se não é pra falar mal do Marido?
Então comecemos:
Em algum lugar no século passado lançaram um filme chamado Conan, o Bárbaro. Abre parênteses: Não, eu não tinha 12 anos quando lançaram. Eu nem sabia ler. Aliás, eu nem tinha nascido! Não é do meu tempo. Fecha parênteses.
Marido decidiu que esse filme não poderia faltar na nossa coleção e comprou. Algumas vezes insistiu para que eu assistisse com ele, mas eu estava sem saco para isso. O filme é ruim, mal feito, uma história sem pé nem cabeça, com Arnold Schwazenegger novinho (se hoje já é ruim, imagine há 30 anos atrás. Hein??? Não! Eu não lembro! Não era nascida, já disse!).
Mas eis que um belo dia decido agradar Marido. Marido adora guaca mole. Eu tinha reservado o abacate para este fim. Mas como eu também tinha partido um pedaço do mesmo ainda não muito maduro, coloquei na geladeira (mea culpa).
Estava eu tentando colocar algumas milhares de fotos no Orkut quando ele chegou. Então fiz a proposta: você quer assistir Conan hoje? Eu faço uma guaca mole, a gente come com doritos, assiste o filme e bebe cerveja.
Ele gostou da idéia. Deixei o Orkut uploading as fotos e fui colocar Baby para dormir. Mal havia colocado o moleque na cama, escutei o barulho dos dedinhos no teclado. Pensei não vai dar certo!!!! E não deu. Quando Marido entrou no e-mail dele, o Orkut automaticamente entrou na conta dele, cancelando o upload das milequinhentas fotos! Raiva!
Tentei colocar novamente, em vão... desisti. Fui fazer a guaca mole. O abacate não amadureceu (Claro! Eu coloquei na geladeira!) Gritei da cozinha:
- Marido! Não vai rolar guaca mole não! O Abacate não amadureceu!
- Ah não! Te vira aí. Tô nem azul. Quero guaca mole!
...
- Marido! Não tem jeito! Não dá nem pra amassar! Tá muito duro!
- Tô nem azul!
- Você vai ter que comer tudo! Vou fazer!
- Eu como!
Claro que não comeu. Claro que tive de jogar tudo fora. Claro que ele falou pra mim: você não disse que estava tão duro! Raiva!
Vamos assistir Conan. Com salgadinhos de bacon e cervejinha. Com 20 minutos de filme Marido diz "Pô... mas o filme é ruim mesmo né?" RAIVAAAAA
Com 40 minutos de filme os olhos DELE estavam se fechando.
Com 50 minutos já era difícil disfarçar.
Com 60 ele assumiu que realmente estava dormindo.
Eu??? Assisti o filme inteiro porque sou burra e não consigo parar o filme pela metade. A não ser que seja muito ruim mesmo! SOFRO.
Pior foi que na hora que nos deitamos o sono dele simplesmente passou. SOFRO AO QUADRADO!
Mas afinal. Pra que foi mesmo que eu casei se não é pra falar mal do Marido?
Então comecemos:
Em algum lugar no século passado lançaram um filme chamado Conan, o Bárbaro. Abre parênteses: Não, eu não tinha 12 anos quando lançaram. Eu nem sabia ler. Aliás, eu nem tinha nascido! Não é do meu tempo. Fecha parênteses.
Marido decidiu que esse filme não poderia faltar na nossa coleção e comprou. Algumas vezes insistiu para que eu assistisse com ele, mas eu estava sem saco para isso. O filme é ruim, mal feito, uma história sem pé nem cabeça, com Arnold Schwazenegger novinho (se hoje já é ruim, imagine há 30 anos atrás. Hein??? Não! Eu não lembro! Não era nascida, já disse!).
Mas eis que um belo dia decido agradar Marido. Marido adora guaca mole. Eu tinha reservado o abacate para este fim. Mas como eu também tinha partido um pedaço do mesmo ainda não muito maduro, coloquei na geladeira (mea culpa).
Estava eu tentando colocar algumas milhares de fotos no Orkut quando ele chegou. Então fiz a proposta: você quer assistir Conan hoje? Eu faço uma guaca mole, a gente come com doritos, assiste o filme e bebe cerveja.
Ele gostou da idéia. Deixei o Orkut uploading as fotos e fui colocar Baby para dormir. Mal havia colocado o moleque na cama, escutei o barulho dos dedinhos no teclado. Pensei não vai dar certo!!!! E não deu. Quando Marido entrou no e-mail dele, o Orkut automaticamente entrou na conta dele, cancelando o upload das milequinhentas fotos! Raiva!
Tentei colocar novamente, em vão... desisti. Fui fazer a guaca mole. O abacate não amadureceu (Claro! Eu coloquei na geladeira!) Gritei da cozinha:
- Marido! Não vai rolar guaca mole não! O Abacate não amadureceu!
- Ah não! Te vira aí. Tô nem azul. Quero guaca mole!
...
- Marido! Não tem jeito! Não dá nem pra amassar! Tá muito duro!
- Tô nem azul!
- Você vai ter que comer tudo! Vou fazer!
- Eu como!
Claro que não comeu. Claro que tive de jogar tudo fora. Claro que ele falou pra mim: você não disse que estava tão duro! Raiva!
Vamos assistir Conan. Com salgadinhos de bacon e cervejinha. Com 20 minutos de filme Marido diz "Pô... mas o filme é ruim mesmo né?" RAIVAAAAA
Com 40 minutos de filme os olhos DELE estavam se fechando.
Com 50 minutos já era difícil disfarçar.
Com 60 ele assumiu que realmente estava dormindo.
Eu??? Assisti o filme inteiro porque sou burra e não consigo parar o filme pela metade. A não ser que seja muito ruim mesmo! SOFRO.
Pior foi que na hora que nos deitamos o sono dele simplesmente passou. SOFRO AO QUADRADO!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Ainda bem que tem quem goste...
Eu tinha uma idéia de que toda mulher deve ser respeitada, que os homens devem aprender a dividir o serviço de casa, que cultivar o relacionamento não é obrigação somente da mulher, que surpresinhas fora de época são legais, que romantismo não é tudo num relacionamento, mas que agradar o parceiro deve ser prazeiroso também pra quem agrada.
Pois bem. Acabo de mudar todos os meus conceitos.
Ainda bem que tem mulher que gosta de cafajeste*, ainda bem que tem mulher que é submissa, ainda bem que tem mulher que aceita ser 'a outra' e que tem mulher que não se importa com 'a outra' porque afinal de contas 'ele sempre volta pra casa... ainda bem que tem mulher que aguenta um homem que fica o dia inteiro no sofá vendo televisão e não levanta nem pra aumentar o volume: se o controle não está por perto, a esposa vira automaticamente o controle remoto. Ainda bem que tem mulher que acha tudo isso lindo porque ">ele é fiel (O Globo).
Ainda bem... porque aí os homens bons sobram pra quem é mulher de verdade.
E tenho dito.
E na mesma linha (viu Fault) ainda bem que tem quem goste de sushi!!!!!!
*Corrigido!
Pois bem. Acabo de mudar todos os meus conceitos.
Ainda bem que tem mulher que gosta de cafajeste*, ainda bem que tem mulher que é submissa, ainda bem que tem mulher que aceita ser 'a outra' e que tem mulher que não se importa com 'a outra' porque afinal de contas 'ele sempre volta pra casa... ainda bem que tem mulher que aguenta um homem que fica o dia inteiro no sofá vendo televisão e não levanta nem pra aumentar o volume: se o controle não está por perto, a esposa vira automaticamente o controle remoto. Ainda bem que tem mulher que acha tudo isso lindo porque ">ele é fiel (O Globo).
Ainda bem... porque aí os homens bons sobram pra quem é mulher de verdade.
E tenho dito.
E na mesma linha (viu Fault) ainda bem que tem quem goste de sushi!!!!!!
*Corrigido!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Coisas da vida...
Ontem Marido sugeriu uma cervejinha em casa pra relaxar...
Saí do trabalho, peguei Filhota, passei em um supermercado, não tinha tudo que eu precisava (ou estava muito mais caro), passei em uma farmácia pra procurar remédio pro cachorro, não tinha, passei em outro supermercado, fui até a casa dos meus pais buscar Baby (do trabalho até lá = 30km), minha irmã pediu carona pra casa do namorado, pra ela sair tivemos que esperar minha mãe chegar, ela chegou por volta de 20h30, arrumei as coisas, coloquei todo mundo no carro, dirigi 20 km na direção oposta da minha casa pra deixar Irmã, depois dirigi mais cerca de 45km pra chegar em casa, Baby estava dormindo, Marido não havia chegado ainda (foi na casa da Sogra depois do trampo), coloquei Baby na cama, comecei a guardar as compras, Marido chegou, guardei as compras, coloquei a cerva no congelador, tomei banho, preparei os petiscos... UFA
Bebemos cerca de 2 latinhas cada um...
Baby acordou...
Fui colocar Baby de volta na cama...
...
...
...
Acordei hoje.
Mas hoje tem CLUBE DA LULU! UH-HU!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Clube da Lulu
Amiga Fault está me cobrando um post sobre o Clube da Lulu. Em primeiro lugar, gostaria de agradecer imensamente a presença de todas as Lulus na minha vida. As Lulus são responsáveis por horas maravilhosas e relaxantes.
O Clube da Lulu foi fundado por necessidade das amigas em colocarem o assunto em dia. Já foram 4 edições, todas elas cheias de assuntos inesgotáveis e milhares de risadas. As horas passam rápido e parece que o tempo não foi suficiente. Fica sempre um gostinho de quero mais.
Algumas edições causaram descontentamento na ala masculina, com direito a cara fechada, conversas monossilábicas. Sem falar nas Lulus solteiras que foram obrigadas a sentir na pele a ira dos Maridos inconformados. Na verdade, só metade da ira, porque as esposas sentiram o peso. Mas aos poucos eles estão entendendo que por mais que queiram, eles simplesmente não conseguem suprir a necessidade feminina de... conversar. Mulher fala sobre qualquer assunto. Desde o bicho na maçaneta da porta, flores, céu nublado, roupa pra lavar, comida, qualquer coisa, desde que fale. Uma conversa que poderia ser encerrada em duas frases, geralmente demora 3, 4 ou 5 frases, leva a outros assuntos e culmina com alguém dizendo:
- Mas voltando ao começo...
Sem contar que todas têm alguma opinião a dar sobre o assunto tratado. A mãe da tia da avó já passou por isso. É preciso pegar senha para falar ou, como inúmeras vezes já aconteceu no nosso seleto clube, a mesa subitamente é dividida em duas: a metade da direita e a metade da esquerda. Muitas vezes falando sobre a mesmíssima coisa. Até que alguém resolve chamar a fulana que está do outro lado da mesa e a bagunça recomeça. E isso é tudo muito bom!
Os garçons são parte importante no processo. Geralmente eles chegam nas horas mais impróprias, oferecendo petiscos ou trazendo o néctar precioso (cerveja) e acabam rindo das histórias também. E aguentam o choro pedindo desconto, pratos cortesia, cerveja cortesia... Isso quando não são chamados a dar opinião sobre um assunto qualquer ou para tirar fotos. Ah sim... Clube da Lulu agora é documentado.
Por falar em tira-gostos, é muito comum ouvir-se comentários do tipo:
- "Estou de dieta, mas Clube da Lulu sem cerveja, não é clube"; ou "menina! amanhã vou ter que malhar o dobro pra consumir toda essa cerveja".
E aí aparece uma Lulu com receita infalível de regime, de abdominal, endereço de clínica estética ou daquela comida ma-ra-vi-lho-sa que você precisa experimentar. Ou apenas puxando o gancho da cerveja e contando a última manguaça.
É sempre assim. Um assunto qualquer leva a outro assunto qualquer que pode levar a um assunto nada a ver ou simplesmente voltar ao começo.
Depois de 4 ou 5 horas de conversa, alguém anuncia que precisa ir embora. É uma hora triste porque as outras Lulus começam a pensar que já está na hora e a coisa fica meio morna. O bom mesmo é quando o garçom (ele de novo) anuncia que é a última cerveja porque o bar vai fechar. Ou quando as Lulus têm tanta sorte que um show inesperado e não anunciado ocorre no mesmo bar eleito para a noite. Esta última situação causa sérios inconvenientes matrimoniais no dia seguinte. Melhor evitar...
... ou não.
O Clube da Lulu foi fundado por necessidade das amigas em colocarem o assunto em dia. Já foram 4 edições, todas elas cheias de assuntos inesgotáveis e milhares de risadas. As horas passam rápido e parece que o tempo não foi suficiente. Fica sempre um gostinho de quero mais.
Algumas edições causaram descontentamento na ala masculina, com direito a cara fechada, conversas monossilábicas. Sem falar nas Lulus solteiras que foram obrigadas a sentir na pele a ira dos Maridos inconformados. Na verdade, só metade da ira, porque as esposas sentiram o peso. Mas aos poucos eles estão entendendo que por mais que queiram, eles simplesmente não conseguem suprir a necessidade feminina de... conversar. Mulher fala sobre qualquer assunto. Desde o bicho na maçaneta da porta, flores, céu nublado, roupa pra lavar, comida, qualquer coisa, desde que fale. Uma conversa que poderia ser encerrada em duas frases, geralmente demora 3, 4 ou 5 frases, leva a outros assuntos e culmina com alguém dizendo:
- Mas voltando ao começo...
Sem contar que todas têm alguma opinião a dar sobre o assunto tratado. A mãe da tia da avó já passou por isso. É preciso pegar senha para falar ou, como inúmeras vezes já aconteceu no nosso seleto clube, a mesa subitamente é dividida em duas: a metade da direita e a metade da esquerda. Muitas vezes falando sobre a mesmíssima coisa. Até que alguém resolve chamar a fulana que está do outro lado da mesa e a bagunça recomeça. E isso é tudo muito bom!
Os garçons são parte importante no processo. Geralmente eles chegam nas horas mais impróprias, oferecendo petiscos ou trazendo o néctar precioso (cerveja) e acabam rindo das histórias também. E aguentam o choro pedindo desconto, pratos cortesia, cerveja cortesia... Isso quando não são chamados a dar opinião sobre um assunto qualquer ou para tirar fotos. Ah sim... Clube da Lulu agora é documentado.
Por falar em tira-gostos, é muito comum ouvir-se comentários do tipo:
- "Estou de dieta, mas Clube da Lulu sem cerveja, não é clube"; ou "menina! amanhã vou ter que malhar o dobro pra consumir toda essa cerveja".
E aí aparece uma Lulu com receita infalível de regime, de abdominal, endereço de clínica estética ou daquela comida ma-ra-vi-lho-sa que você precisa experimentar. Ou apenas puxando o gancho da cerveja e contando a última manguaça.
É sempre assim. Um assunto qualquer leva a outro assunto qualquer que pode levar a um assunto nada a ver ou simplesmente voltar ao começo.
Depois de 4 ou 5 horas de conversa, alguém anuncia que precisa ir embora. É uma hora triste porque as outras Lulus começam a pensar que já está na hora e a coisa fica meio morna. O bom mesmo é quando o garçom (ele de novo) anuncia que é a última cerveja porque o bar vai fechar. Ou quando as Lulus têm tanta sorte que um show inesperado e não anunciado ocorre no mesmo bar eleito para a noite. Esta última situação causa sérios inconvenientes matrimoniais no dia seguinte. Melhor evitar...
... ou não.
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Raiz Quadrada de 69
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Cotidiano
Cena 1:
Ele chega cansado. Reclama que está morto e que o dia foi extenuante.
Ela recosta-se no sofá. Está desembaraçando linha de crochê.
De rabo de olho ela observa o marido deitado no outro sofá. Comenta:
- Por que você já não toma um banho e vai deitar na cama pra dormir?
- Vou ficar aqui com você.
- Mas você já está quase dormindo! Toma seu banho e já deita logo pra dormir. Senão vai dormir no sofá todo torto.
- Tá maluca?
Passam-se alguns minutos. Talvez 5, talvez 10. A esposa escuta o ronco. Nem se dá ao trabalho de olhar. Deve ser maluquice da sua cabeça. Termina sua tarefa. Levanta-se, toma banho e vai dormir.
Cena 2:
Levantam-se pela manhã. O bebê ainda dorme.
Ela prepara o café, ele vai cuidar dos animais.
Cuidadosa ela repete a rotina: prato, pires, xícara, colher de chá, garfo e faca para ambos.
Mesa posta, ela vai acordar o bebê. De passagem pela sala percebe que a manteiga não está no lugar que havia deixado. Imagina que o marido deve ter mexido e não dá muita importância.
Bebê arrumado para escola, todos sentam-se à mesa. Ele procura uma colher para mexer o café. Ela, espantada, afirma veementemente que a colher deveria estar lá. Ele diz que não. Ele pega a colher dela emprestada. Ela procura por toda a mesa. Ela se lembra da manteiga fora do lugar.
Ela:
- Você deve ter usado a colher para alguma coisa. A manteiga não estava aqui.
Ele:
- Estava sim. Eu tirei agora pra pegar o achocolatado.
Ela:
- Não, amor... ela já estava fora do lugar.
Ele:
- Não estava não. Acabei de tirar a manteiga daqui.
Ela levanta-se, vai até a cozinha e descobre a colher no escorredor de talheres. E volta:
- Você usou a colher para pegar aveia. A lata de aveia estava sob o pote de manteiga.
Ele:
- Ah é... agora me lembro.
Moral da história:
Não existe. É apenas para me resguardar caso haja dúvidas a respeito da minha sanidade mental.
Ele chega cansado. Reclama que está morto e que o dia foi extenuante.
Ela recosta-se no sofá. Está desembaraçando linha de crochê.
De rabo de olho ela observa o marido deitado no outro sofá. Comenta:
- Por que você já não toma um banho e vai deitar na cama pra dormir?
- Vou ficar aqui com você.
- Mas você já está quase dormindo! Toma seu banho e já deita logo pra dormir. Senão vai dormir no sofá todo torto.
- Tá maluca?
Passam-se alguns minutos. Talvez 5, talvez 10. A esposa escuta o ronco. Nem se dá ao trabalho de olhar. Deve ser maluquice da sua cabeça. Termina sua tarefa. Levanta-se, toma banho e vai dormir.
Cena 2:
Levantam-se pela manhã. O bebê ainda dorme.
Ela prepara o café, ele vai cuidar dos animais.
Cuidadosa ela repete a rotina: prato, pires, xícara, colher de chá, garfo e faca para ambos.
Mesa posta, ela vai acordar o bebê. De passagem pela sala percebe que a manteiga não está no lugar que havia deixado. Imagina que o marido deve ter mexido e não dá muita importância.
Bebê arrumado para escola, todos sentam-se à mesa. Ele procura uma colher para mexer o café. Ela, espantada, afirma veementemente que a colher deveria estar lá. Ele diz que não. Ele pega a colher dela emprestada. Ela procura por toda a mesa. Ela se lembra da manteiga fora do lugar.
Ela:
- Você deve ter usado a colher para alguma coisa. A manteiga não estava aqui.
Ele:
- Estava sim. Eu tirei agora pra pegar o achocolatado.
Ela:
- Não, amor... ela já estava fora do lugar.
Ele:
- Não estava não. Acabei de tirar a manteiga daqui.
Ela levanta-se, vai até a cozinha e descobre a colher no escorredor de talheres. E volta:
- Você usou a colher para pegar aveia. A lata de aveia estava sob o pote de manteiga.
Ele:
- Ah é... agora me lembro.
Moral da história:
Não existe. É apenas para me resguardar caso haja dúvidas a respeito da minha sanidade mental.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Romance esculhambado
Marido viajou.
E estou fazendo tudo.
Sabe o que descobri? Faço tudo pefeitamente bem. Só tenho que ajustar os horários, acordar um pouco mais cedo, gasto um pouco mais de gasolina.
E fiquei pensando. Se não estivesse com ele, não estaria morando onde moro, teria arranjado uma academia mais no caminho... talvez mudado algumas coisas. E tudo seria mais prático.
E isso é bom...
É bom ter a certeza de que não estamos juntos por necessidade.
Estamos juntos por vontade.
E apesar da saudade, isso é muito bom.
E estou fazendo tudo.
Sabe o que descobri? Faço tudo pefeitamente bem. Só tenho que ajustar os horários, acordar um pouco mais cedo, gasto um pouco mais de gasolina.
E fiquei pensando. Se não estivesse com ele, não estaria morando onde moro, teria arranjado uma academia mais no caminho... talvez mudado algumas coisas. E tudo seria mais prático.
E isso é bom...
É bom ter a certeza de que não estamos juntos por necessidade.
Estamos juntos por vontade.
E apesar da saudade, isso é muito bom.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Misunderstandings Cotidianos
Marido levou meu carro pra oficina ontem.
Consequentemente fiquei com o carro dele.
A oficina à qual Marido levou meu carro fica próxima à casa/trabalho da mãe dele.
Hoje, após deixar Baby na escola, verifiquei que havia um par de óculos escuros femininos caídos atrás do banco do motorista. Imediatamente associei os óculos à minha sogra e já que estava muito claro, coloquei na cara imediatamente pensando "ninguém vai notar".
Chegando à Senzala, liguei para casa e, dentre outras coisas, perguntei:
- Quem andou no meu carro ontem?
- Ninguém... só os caras que eu dei carona ontem... te falei!
- Mas quem eram os caras?
- O vizinho e o irmão dele.
Preocupação... cabeça coçando...
- Sei... nem tua mãe????
- Não!!! Por quê?
Indignação apontando:
- Porque tinha um par de óculos femininos dentro do carro!!!!!
- Óculos de sol??? São meus!
- Eram. Já que são óculos de sol de mulher, acabei de dar balão neles. Te vira.
- Como é?
- Isso mesmo... São óculos de mulher. Eu preciso de óculos de sol. Dei balão.
- Quer dizer que de qualquer jeito eu estaria ferrado. Se fossem de outra mulher mesmo, seria divórcio. Como são meus, eu fico sem né?
- É. Além do mais, você já tem um. Te vira.
Consequentemente fiquei com o carro dele.
A oficina à qual Marido levou meu carro fica próxima à casa/trabalho da mãe dele.
Hoje, após deixar Baby na escola, verifiquei que havia um par de óculos escuros femininos caídos atrás do banco do motorista. Imediatamente associei os óculos à minha sogra e já que estava muito claro, coloquei na cara imediatamente pensando "ninguém vai notar".
Chegando à Senzala, liguei para casa e, dentre outras coisas, perguntei:
- Quem andou no meu carro ontem?
- Ninguém... só os caras que eu dei carona ontem... te falei!
- Mas quem eram os caras?
- O vizinho e o irmão dele.
Preocupação... cabeça coçando...
- Sei... nem tua mãe????
- Não!!! Por quê?
Indignação apontando:
- Porque tinha um par de óculos femininos dentro do carro!!!!!
- Óculos de sol??? São meus!
- Eram. Já que são óculos de sol de mulher, acabei de dar balão neles. Te vira.
- Como é?
- Isso mesmo... São óculos de mulher. Eu preciso de óculos de sol. Dei balão.
- Quer dizer que de qualquer jeito eu estaria ferrado. Se fossem de outra mulher mesmo, seria divórcio. Como são meus, eu fico sem né?
- É. Além do mais, você já tem um. Te vira.
terça-feira, 19 de maio de 2009
A Carta
Ele vai para a cama. A esposa já está deitada, sonolenta.
- Amor, estava lendo uma carta antiga que você me mandou.
- Hum... Carta? Que carta? Antigamente eu até que escrevia cartinhas pra você né?
- Pois é... uma carta, bem legal. Falava de coisas. Tinha até uma parte um pouco insinuante. Até fiquei animado.
- Insinuante??? Eu escrevi uma carta insinuante? Estranho... não combina comigo.
- É bem antiga. Só não entendi por que você assinou com outro nome. Um pseudônimo.
- Hein???? Pseudônimo???? Eu????
- Estranho que eu não me lembrava dessa carta. Falava umas coisas... "vem me ter".
A esposa pula da cama:
- COMO ASSIM? EU NUNCA ESCREVERIA ALGO ASSIM!!!!! Cadê a carta? Quem andou escrevendo essas coisas pra você?
- Ué! Mas a letra é tua! Tá lá em cima da mesa da sala.
A esposa corre até a sala, pega a carta aberta em cima da mesa. Reconhece a letra, se acalma:
- É da minha irmã! Por que minha irmã está escrevendo carta para você?
- Irmã? Tua irmã nunca me deu carta nenhuma!!!!
A esposa lê a carta... lembra-se da história que a irmã lhe contou. Antiga história. Lembra que a irmã caçula tinha um namoradinho... aquele antigo!!! Lembra-se do pseudônimo que ela usava. Mas... como essa carta foi parar na casa deles? Deve ter ido na mudança, quando a esposa saiu da casa dos pais. Talvez dentro de algum livro...
- Não, Marido. Decididamente esta carta não era pra você. E é muito antiga. Talvez nunca tenha sido enviada. Talvez nunca tenha sido passada a limpo.
- Irmã! Marido encontrou uma carta tua lá em casa.
- Carta MINHA???? Que carta?
- Uma assim e assado. Que fala isso e aquilo!!!
- COMO ESSA CARTA FOI PARAR LÁ? Nossa... isso é muito antigo.
- Pois é... eu sei. Quase foi motivo de crise. Sorte que eu reconheci a letra, o pseudônimo e a história. Já pensou??? Coitado do Marido até se empolgou! (risos)
- Tem alguma identificação?
- Não. Sorte tua!
- Essa carta ficava guardada dentro de uma caixa no fundo do meu guarda-roupas. Junto com muitas outras coisas que eu escrevi. Como foi parar na tua casa?
- Mistéééééééééério.
Moral da história:
Não se afaste das irmãs. Não tenha (muitos) segredos com elas.
Amizade entre irmãs evita divórcios.
- Amor, estava lendo uma carta antiga que você me mandou.
- Hum... Carta? Que carta? Antigamente eu até que escrevia cartinhas pra você né?
- Pois é... uma carta, bem legal. Falava de coisas. Tinha até uma parte um pouco insinuante. Até fiquei animado.
- Insinuante??? Eu escrevi uma carta insinuante? Estranho... não combina comigo.
- É bem antiga. Só não entendi por que você assinou com outro nome. Um pseudônimo.
- Hein???? Pseudônimo???? Eu????
- Estranho que eu não me lembrava dessa carta. Falava umas coisas... "vem me ter".
A esposa pula da cama:
- COMO ASSIM? EU NUNCA ESCREVERIA ALGO ASSIM!!!!! Cadê a carta? Quem andou escrevendo essas coisas pra você?
- Ué! Mas a letra é tua! Tá lá em cima da mesa da sala.
A esposa corre até a sala, pega a carta aberta em cima da mesa. Reconhece a letra, se acalma:
- É da minha irmã! Por que minha irmã está escrevendo carta para você?
- Irmã? Tua irmã nunca me deu carta nenhuma!!!!
A esposa lê a carta... lembra-se da história que a irmã lhe contou. Antiga história. Lembra que a irmã caçula tinha um namoradinho... aquele antigo!!! Lembra-se do pseudônimo que ela usava. Mas... como essa carta foi parar na casa deles? Deve ter ido na mudança, quando a esposa saiu da casa dos pais. Talvez dentro de algum livro...
- Não, Marido. Decididamente esta carta não era pra você. E é muito antiga. Talvez nunca tenha sido enviada. Talvez nunca tenha sido passada a limpo.
o - o - o
- Irmã! Marido encontrou uma carta tua lá em casa.
- Carta MINHA???? Que carta?
- Uma assim e assado. Que fala isso e aquilo!!!
- COMO ESSA CARTA FOI PARAR LÁ? Nossa... isso é muito antigo.
- Pois é... eu sei. Quase foi motivo de crise. Sorte que eu reconheci a letra, o pseudônimo e a história. Já pensou??? Coitado do Marido até se empolgou! (risos)
- Tem alguma identificação?
- Não. Sorte tua!
- Essa carta ficava guardada dentro de uma caixa no fundo do meu guarda-roupas. Junto com muitas outras coisas que eu escrevi. Como foi parar na tua casa?
- Mistéééééééééério.
Moral da história:
Não se afaste das irmãs. Não tenha (muitos) segredos com elas.
Amizade entre irmãs evita divórcios.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Marido mandou-me um e-mail no qual constavam fotos de galãs hollywoodianos com o avanço da idade. De Brad Pitt a Al Pacino e fez o seguinte comentário:
É amor...só te resta investir em creminhos anti-rugas para seu maridinho "jovem senhor" porque teus gatões do cinema tão tudo acabado!
Ao qual enviei a seguinte resposta (resumida):
Robert de Niro e Al Pacino continuam charmosos. Reze pra chegar na idade deles com essa conservação toda. Esses caras são mais velhos que nossos pais!
Bruce Willis, mesmo careca ainda é o THE MUST. Gatão Gatão e Gatoso. TDB.
Johnny Depp, Brad Pitt, Will Smith, George Clooney e Tom Cruise ainda não estão velhos.
E Harrisson Ford, e Mel Gibson, mesmo envelhecidos ainda têm muito charme, ainda dão uns caldos bem "sustanciosos".
Quanto à parte dos creminhos, eu até que tentei, mas vc não usa! Já fiz a minha parte, agora é com vc. Agora eu vi mesmo: EU tenho que investir em creminhos pra VOCÊ e pra MIM né?
Sim, pq se eu me acabo, vc me larga, mas pra vc não ser largado por MIM eu é que tenho que investir nos TEUS cremes? humpf
ACHO BOM COMEÇAR A USAR PRA NÃO FICAR PARECENDO UM MARACUJÁ DE GAVETA QUANDO A IDADE CHEGAR.
E tenho dito. humpf e humpf
Marido respondeu:
Achei bárbaro!
É amor...só te resta investir em creminhos anti-rugas para seu maridinho "jovem senhor" porque teus gatões do cinema tão tudo acabado!
Ao qual enviei a seguinte resposta (resumida):
Robert de Niro e Al Pacino continuam charmosos. Reze pra chegar na idade deles com essa conservação toda. Esses caras são mais velhos que nossos pais!
Bruce Willis, mesmo careca ainda é o THE MUST. Gatão Gatão e Gatoso. TDB.
Johnny Depp, Brad Pitt, Will Smith, George Clooney e Tom Cruise ainda não estão velhos.
E Harrisson Ford, e Mel Gibson, mesmo envelhecidos ainda têm muito charme, ainda dão uns caldos bem "sustanciosos".
Quanto à parte dos creminhos, eu até que tentei, mas vc não usa! Já fiz a minha parte, agora é com vc. Agora eu vi mesmo: EU tenho que investir em creminhos pra VOCÊ e pra MIM né?
Sim, pq se eu me acabo, vc me larga, mas pra vc não ser largado por MIM eu é que tenho que investir nos TEUS cremes? humpf
ACHO BOM COMEÇAR A USAR PRA NÃO FICAR PARECENDO UM MARACUJÁ DE GAVETA QUANDO A IDADE CHEGAR.
E tenho dito. humpf e humpf
Marido respondeu:
A/C: SRA DAMINE GUIMARÃES DA SILVA
Socia-Gerente do Ajuntamento Matrimonial Damine&Marido
Cara Sra. Damine
Em resposta à mensagem enviada em 30/04/09 informamos que hoje foram tomadas medidas no sentido de conter o progresso de determinadas alterações inestéticas vulgarmente denominadas "RUGAS", por meio da aquisição de produto cosmético da marca NIVEA, destinado à hidratação de rosto, mãos e corpo.
O início das aplicações se deu imediatamente após a aquisição do produto. O recipiente com o produto ficará armazenado no veículo de transporte e logistica desta instituição para que com isso possamos fazer desta atividade matinal um hábito.
Esperamos assim conter o avanço dos processos de alterações cutâneas e subcutâneas constatados por vossa senhoria, para envitar o quadro descrito, que faz metáfora à fruta intencionalmente armazenada em local seco.
Atenciosamente,
MARIDO
Técnico de Manutenção Patrimonial do Ajuntamento Matrimonial Damine&Marido
Achei bárbaro!
domingo, 21 de setembro de 2008
Casório
Então tá.
Casou-se Taquila.
Cerimônia simples, festa muito boa.
Não faltou comida e a bebida foi servida até o último minuto.
Quando eu casar, vai ser assim também.
Foi ótimo rever os amigos, conversar besteiras, beber prosseco, ficar bebum e aguentar a ressaca do dia seguinte.
A-do-rei!
Casou-se Taquila.
Cerimônia simples, festa muito boa.
Não faltou comida e a bebida foi servida até o último minuto.
Quando eu casar, vai ser assim também.
Foi ótimo rever os amigos, conversar besteiras, beber prosseco, ficar bebum e aguentar a ressaca do dia seguinte.
A-do-rei!
Vida nova
Querida amiga Taquila casou-se.
Agora só falta a última das moicanas....
Sinto que vai demoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr....
Agora só falta a última das moicanas....
Sinto que vai demoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr....
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