Essa aconteceu em no tradicional churrasco de final de ano da galera, em dezembro. Dessa vez, Marido e eu não estivemos presentes pois éramos padrinhos de um casamento no mesmo dia. Mas nos fizemos muito bem representar. Amiga que quebrou o pé, amigo que chegou em casa com o dente quebrado e não sabe como, celulares e casacos apareceram em carros alheios... Mas talvez a melhor crônica do churrasco tenha sido a volta pra casa do meu irmão, Dunga.
Dunga estava hospedando um colega baiano bastante simpático e lá se foram os dois para o famigerado churrasco. O baiano não bebe nem uma gota de álcool o que o qualifica automaticamente como o amigo da vez. Ao contrário do Baiano, Dunga bebe. Afinal, não veio ao mundo a passeio. E bebeu muito no tal churrasco. Dentre outras peripécias impublicáveis, falou besteira, empurrou gente na piscina, essas coisas saudáveis que bêbado faz.
Baiano, vendo o estado de seu anfitrião, tratou de confiscar as chaves do carro. E ficou assistindo o circo de camarote. E Dunga bebendo. Até que Dunga deu P.T. Perda Total. E Baiano decidiu levá-lo embora. O único detalhe, é que ele não sabia o endereço e não se lembrava direito do caminho. E Dunga capotou no banco do carona.
Por sorte, saindo do estacionamento, eles encontraram uma outra figura que estava no churrasco: Dory (lembram-se de "Procurando Nemo"? A peixinha que sofre de perda de memória recente? Lembram-se da cena na qual ela diz que viu o barco???? pois é...). Dory, prestativo, disse que iria guiar nosso ilustre visitante até a casa do manguaça capotado. Disse... mas esqueceu que disse. Esqueceu da vida. Esqueceu do mundo. Esqueceu até que estava bêbado. Foi seguindo o rumo de casa... da casa dele! Dory! E Baiano seguindo atrás, começou a perceber que o caminho não era aquele.
Tentou acordar Dunga. Em vão. Tentou de novo "ei cara! Diga aí onde você mora!" Mas Dunga havia incorporando uma entidade mal humorada, o espírito de Seu Lunga! E respondia, a cada pergunta do motorista Baiano perdido: "Não vou falar não".
"Que é isso, Dunga! Sou eu, o Baiano! Diga aí onde você mora!"
Dunga apenas cruzava os braços, virando-se de costas, e dizia: "não vou falar... Cara chato!"
Fico aqui imaginando a situação de um cidadão, em uma cidade desconhecida, sóbrio, às 4h da manhã, sendo obrigado a conduzir um bêbado que se recusa a dar informações sobre seu domicílio no qual o heróico cidadão encontra-se hospedado e tendo por guia um sujeito que não sabe pra onde está indo. Pânico?
Baiano, enquanto tentava obter alguma informação de Dunga, esforçava-se para chamar a atenção de Dory, com faróil alto, emparelhando o carro, gritando, acenando e buzinando mas, tal qual na animação, Dory pisou fundo no acelerador de seu A3. Baiano resignou-se e foi seguindo Dory até em casa. Afinal, a única pessoa naquele momento que poderia guiá-lo até a casa de Dunga, era Dory.
"Acorda, Dunga! Eu não sei onde nós estamos!"
"Que foi? Não vou falar não."
Chegando ao prédio de Dory, Baiano finalmente conseguiu interceptá-lo. Dory pediu mil desculpas (bêbadas), entrou no carro novamente e foi guiando até o destino. Só que Dory não sabia o endereço. E cheio de cachaça na cabeça, também não se lembrava direito do caminho. Cinco horas da manhã... dia quase amanhecendo. E dois carros suspeitos rondavam todas as ruas do "bairro". Entrando em todas as quadras, quase todos os conjuntos, na tentativa de encontrar a residência de Dunga, que repetia "não vou falar onde eu moro! já disse que eu não vou falar! cara chato!!!"
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sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Cotidiano
Diarista substituta precisa falar comigo.
Na porta da geladeira tem um imã com vários telefones para o caso de emergência com Baby.
Tem "telefone da vovó", "telefone do papai", etc...
Diarista substituta liga para "telefone do papai" e não se dá conta que seria o do papai do Baby. Segue o diálogo:
Diarista:
- Alô...é o pai da Damine?
Marido:
Na porta da geladeira tem um imã com vários telefones para o caso de emergência com Baby.
Tem "telefone da vovó", "telefone do papai", etc...
Diarista substituta liga para "telefone do papai" e não se dá conta que seria o do papai do Baby. Segue o diálogo:
Diarista:
- Alô...é o pai da Damine?
Marido:
- Ôxi...quem fala?
- Não, sabe o que é... é pusque eu não tenho o telefone dela e a máquina num tá funcionando!
- E quem fala???? Diarista, é você????
- Aaaahhhhh é você!?!?!?! Graças a Deus! Sabe o que é? É que a máquina num tá funcionando!
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Sobre homens e... homens
Ontem estava pensando nas relações homem-mulher. E cheguei à conclusão que elas são complicadas por pura falha de comunicação. Alguém que já tenha ouvido algum homem falar de seu ideal de mulher sempre se surpreende com o "amor da vida" que eles arranjam. E que quase sempre terminam com belos chifres na alma gêmea ou reclamações de que ela "não era assim antes do casamento".
Vamos por metáforas.
O homem diz que quer um carro possente, bonito, elegante, espaçoso, luxuoso e requintado.
Aí aparece na vida do cabra a oportunidade de ter uma Mercedes Benz último modelo. Tipo um Classe E, sabe? Motor V8 5.0, vai de 0-100km/h em 5 segundos, velocidade máxima 250 km/h... essas coisas. Lindo, chic, espaçoso. Apenas alguns arranhões na lataria. O homem faz o teste drive, mas fica indeciso.
Então, passando numa loja de semi-novos, depara-se com um... Classic. Bonitinho, fofinho, engraçadinho, novinho... motor 1.0 Flex. Mas com um som potente, por exemplo. Ou rodas de liga leve. Ou bancos de couro. Ou... sei lá... um acessório qualquer irrelevante. E ele fica com o carro. E por quê?
Porque a Mercedes é mais exigente. Não serve qualquer óleo, não serve qualquer combustível, não serve qualquer oficina, não serve qualquer pneu, não serve qualquer cera, e não se entra num carro desses com os pés cheios de lama... de jeito nenhum!
Homens são assim. Falam que querem uma mulher independente, simpática, bonita, bem resolvida, elegante, inteligente... Mas no fundo não querem. Porque essas dão trabalho. Não aceitam qualquer coisa, não brigam por qualquer coisa. Dá trabalho estar à altura delas. É muito mais fácil pegar uma mais simples, mais bobinha, menos exigente. E se não der certo, ou se ela não estiver muito a contento, nada impede de dar umas ciscadas por fora de vez em quando.
Homens...
Vamos por metáforas.
O homem diz que quer um carro possente, bonito, elegante, espaçoso, luxuoso e requintado.
Aí aparece na vida do cabra a oportunidade de ter uma Mercedes Benz último modelo. Tipo um Classe E, sabe? Motor V8 5.0, vai de 0-100km/h em 5 segundos, velocidade máxima 250 km/h... essas coisas. Lindo, chic, espaçoso. Apenas alguns arranhões na lataria. O homem faz o teste drive, mas fica indeciso.
Então, passando numa loja de semi-novos, depara-se com um... Classic. Bonitinho, fofinho, engraçadinho, novinho... motor 1.0 Flex. Mas com um som potente, por exemplo. Ou rodas de liga leve. Ou bancos de couro. Ou... sei lá... um acessório qualquer irrelevante. E ele fica com o carro. E por quê?
Porque a Mercedes é mais exigente. Não serve qualquer óleo, não serve qualquer combustível, não serve qualquer oficina, não serve qualquer pneu, não serve qualquer cera, e não se entra num carro desses com os pés cheios de lama... de jeito nenhum!
Homens são assim. Falam que querem uma mulher independente, simpática, bonita, bem resolvida, elegante, inteligente... Mas no fundo não querem. Porque essas dão trabalho. Não aceitam qualquer coisa, não brigam por qualquer coisa. Dá trabalho estar à altura delas. É muito mais fácil pegar uma mais simples, mais bobinha, menos exigente. E se não der certo, ou se ela não estiver muito a contento, nada impede de dar umas ciscadas por fora de vez em quando.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
Novidades
Assim...
saí do emprego há dois meses enquanto espero outro.
Achei que teria mais tempo pra blogar, que mais coisas estranhas aconteceriam, etc etc...
Ledo engano.
Coisas engraçadas acontecem todos os dias, mas essa vida de dona-de-casa-sustentada-pelo-marido não é mole não, rapaz! Cruz! Melhor estar trabalhando porque as coisas erradas a gente releva dizendo "Não tenho tempo... nas férias eu arrumo".
Ainda por cima decidimos iniciar uma reforma. Em partes. Metade agora e a outra metade em janeiro. Legal né? A minha diarista está de licença maternidade. A pobre sofreu pra parir... onde vamos parar com esse sistema público, hein? A criança quase morreu. Sério. Sorte que na troca de plantão, apareceu um médico mais sensato e solicitou a transferência para outro hospital, onde ela fez a cesárea... Eu hein... medo de um sistema assim.
Mas enfim... minha diarista está de licença, minha barriga de 6 meses começa a incomodar para abaixar, levantar e fazer esses movimentos de limpeza e faxina, correr atrás de menino, etc. Estou bem mais lenta. Nada grave...
Tenho uma diarista substituta. Mas ela so vem uma vez por semana e só tem livre as terças e as quintas. Sofro. Decidi que areia na sala e cimento na área de serviço são itens de decoração. Não me importo com isso. É fashion, é ecológico, pois não uso detergente, desinfetante nem pano molhado... estou economizando água. Gostou? Terça-feira a Substituta vem e dá um jeito nisso.
Os pedreiros chegam todos os dias às 7h30 da manhã. Como queremos acabar com essa primeira parte da obra antes do Natal, eles vieram trabalhar hoje também. São bonzinhos, chegaram às 7h45. Mas na portaria foram informados de que não podem trabalhar aos domingos. Pra ninguém perceber, eles estão trabalhando sem fazer barulho. Dá pra imaginar? Dois pedreiros em silêncio? Tadinhos... devem estar agoniados.
Montei minha árvore de Natal. É a mesma de todos os anos desde que moramos nesta casa. Já falei que ela tem 2,50m de altura? Marido a chama de "árvore do Rockeffeller Center". Exagero... só porque nossa sala tem 2,55m de altura. A base da árvore deve ter cerca de 1 metro quadrado. Toda vez que monto a árvore temos uma certa dificuldade de abrir a porta principal da casa e o espaço para passar entre a mesa de jantar e o sofá reduz drasticamente. Exagero.... dele, claro.
saí do emprego há dois meses enquanto espero outro.
Achei que teria mais tempo pra blogar, que mais coisas estranhas aconteceriam, etc etc...
Ledo engano.
Coisas engraçadas acontecem todos os dias, mas essa vida de dona-de-casa-sustentada-pelo-marido não é mole não, rapaz! Cruz! Melhor estar trabalhando porque as coisas erradas a gente releva dizendo "Não tenho tempo... nas férias eu arrumo".
Ainda por cima decidimos iniciar uma reforma. Em partes. Metade agora e a outra metade em janeiro. Legal né? A minha diarista está de licença maternidade. A pobre sofreu pra parir... onde vamos parar com esse sistema público, hein? A criança quase morreu. Sério. Sorte que na troca de plantão, apareceu um médico mais sensato e solicitou a transferência para outro hospital, onde ela fez a cesárea... Eu hein... medo de um sistema assim.
Mas enfim... minha diarista está de licença, minha barriga de 6 meses começa a incomodar para abaixar, levantar e fazer esses movimentos de limpeza e faxina, correr atrás de menino, etc. Estou bem mais lenta. Nada grave...
Tenho uma diarista substituta. Mas ela so vem uma vez por semana e só tem livre as terças e as quintas. Sofro. Decidi que areia na sala e cimento na área de serviço são itens de decoração. Não me importo com isso. É fashion, é ecológico, pois não uso detergente, desinfetante nem pano molhado... estou economizando água. Gostou? Terça-feira a Substituta vem e dá um jeito nisso.
Os pedreiros chegam todos os dias às 7h30 da manhã. Como queremos acabar com essa primeira parte da obra antes do Natal, eles vieram trabalhar hoje também. São bonzinhos, chegaram às 7h45. Mas na portaria foram informados de que não podem trabalhar aos domingos. Pra ninguém perceber, eles estão trabalhando sem fazer barulho. Dá pra imaginar? Dois pedreiros em silêncio? Tadinhos... devem estar agoniados.
Montei minha árvore de Natal. É a mesma de todos os anos desde que moramos nesta casa. Já falei que ela tem 2,50m de altura? Marido a chama de "árvore do Rockeffeller Center". Exagero... só porque nossa sala tem 2,55m de altura. A base da árvore deve ter cerca de 1 metro quadrado. Toda vez que monto a árvore temos uma certa dificuldade de abrir a porta principal da casa e o espaço para passar entre a mesa de jantar e o sofá reduz drasticamente. Exagero.... dele, claro.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
E o coração acertou novamente...
E a minha querida Juju fez a simpatia do coração de galinha para saber o sexo do bebê.
Ela faz um talho no bonitinho e põe pra cozinhar. Se abrir, é menina... se ficar fechadinho, é menino. Simples, não? (E sugestivo, já que as formas aberto/fechado assemelham-se demasiadamente aos órgãos sexuais a que se referem).
Simples fazer a simpatia. Difícil é encontrar coração de galinha. E acertar.
Explico... só Juju faz e acerta. Minha adorada diarista (em licença-gestante para meu desespero!!!) fez com corãção de porco e deu... MENINA.
Todos os indícios (formato da barriga, vaidade da mãe, posição de dormir, linea negra, dentre outras simpatias "cientificamente" comprovadas) afirmavam com certeza que seria... MENINA.
Mas não Juju... ela, meu pai e meu sogro foram os únicos que disseram que seria mais um MENINO. Para desespero de minha sogra que afirmava aos 4 ventos que seria uma "baratinha". A pobre vai ter que aguentar o marido E MEU PAI a perturbar os ouvidos da pobre... "não consegue nem acertar o sexo do netoooooooooooo".
Abre parênteses:
Impossível descrever o estado de ego-elevado no qual encontra-se Papai. Com olhar blasé e ar altivo como o de Al Pacino na 2a parte de "O Poderoso Chefão" a todo momento assopra e repete algo como "CQD - conforme queráimos demonstrar" ou "isso é que dá não confiar no sentimento de avô". Sinto que até o final da gravidez (com sorte) isso passa. Digo com sorte, porque por experiência, acredito que o guri vai ser chamado de CQD até pelo menos os 3 anos de idade.
Fecha parênteses.
" I don't feel I have to wipe everybody out, Tom. Just my enemies."
E teve mais um detalhe... Juju usou um coração que não estava inteiro. Meu irmão, inadvertidamente, havia tirado aquela parte com a gordurinha. Mesmo com essa falha terrível no método científico, Juju acertou de novo. E olha que o guri enganou até o médico que fez a ecografia. Mal começou o exame, o médico gaucho já exclamou:
- Sabe o sexo? É menina.
Somente ao final do exame, quando ele foi rever todos os pontos que deveriam ser mensurados é que o bebê abriu as perninhas e mostrou o "tamanho do pinto" (palavras do doutor).
Pois é... agora vem a guerra dos nomes. Simplesmente NENHUM serve. Os nomes que nos agradam sempre tem algum empecilho tais como serem comuns demais, estarem na moda ou associados a alguém desagradável.
Sofro. Mas é um sofrimento bom. Escolher nomes é sempre divertido.
Ela faz um talho no bonitinho e põe pra cozinhar. Se abrir, é menina... se ficar fechadinho, é menino. Simples, não? (E sugestivo, já que as formas aberto/fechado assemelham-se demasiadamente aos órgãos sexuais a que se referem).
Simples fazer a simpatia. Difícil é encontrar coração de galinha. E acertar.
Explico... só Juju faz e acerta. Minha adorada diarista (em licença-gestante para meu desespero!!!) fez com corãção de porco e deu... MENINA.
Todos os indícios (formato da barriga, vaidade da mãe, posição de dormir, linea negra, dentre outras simpatias "cientificamente" comprovadas) afirmavam com certeza que seria... MENINA.
Mas não Juju... ela, meu pai e meu sogro foram os únicos que disseram que seria mais um MENINO. Para desespero de minha sogra que afirmava aos 4 ventos que seria uma "baratinha". A pobre vai ter que aguentar o marido E MEU PAI a perturbar os ouvidos da pobre... "não consegue nem acertar o sexo do netoooooooooooo".
Abre parênteses:
Impossível descrever o estado de ego-elevado no qual encontra-se Papai. Com olhar blasé e ar altivo como o de Al Pacino na 2a parte de "O Poderoso Chefão" a todo momento assopra e repete algo como "CQD - conforme queráimos demonstrar" ou "isso é que dá não confiar no sentimento de avô". Sinto que até o final da gravidez (com sorte) isso passa. Digo com sorte, porque por experiência, acredito que o guri vai ser chamado de CQD até pelo menos os 3 anos de idade.
Fecha parênteses.
" I don't feel I have to wipe everybody out, Tom. Just my enemies."E teve mais um detalhe... Juju usou um coração que não estava inteiro. Meu irmão, inadvertidamente, havia tirado aquela parte com a gordurinha. Mesmo com essa falha terrível no método científico, Juju acertou de novo. E olha que o guri enganou até o médico que fez a ecografia. Mal começou o exame, o médico gaucho já exclamou:
- Sabe o sexo? É menina.
Somente ao final do exame, quando ele foi rever todos os pontos que deveriam ser mensurados é que o bebê abriu as perninhas e mostrou o "tamanho do pinto" (palavras do doutor).
Pois é... agora vem a guerra dos nomes. Simplesmente NENHUM serve. Os nomes que nos agradam sempre tem algum empecilho tais como serem comuns demais, estarem na moda ou associados a alguém desagradável.
Sofro. Mas é um sofrimento bom. Escolher nomes é sempre divertido.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Baby
Baby mal se levanta da cama hoje e já vem do quarto tagarelando:
- Mamãe, mamãe! Vem pentear meu cabelo! Arruma meu cabelo porque ele está toooooooodo bagunçado. Arruma, mamãe, pro meu cabelo ficar bonito?!?
----- o --------- o ------------- o ---------- o ---------------
Levei Baby para cortar o cabelo.
Todo prosa, tagarelando com o "tio", chegam ao assunto de cachorro.
- Você tem cachorro? - pergunta o incauto cabelereiro fazedor de milagres.
- Tenho. Cachorro-quente!
----- o ------ o --------------- o ------------ o -------------
Churrasco na casa de amigo Dent.
Marido levou sunga, coloquei a sunguinha de Baby na sacola e eles resolveram entrar na piscina.
Enquanto eu tirava fotos, Baby pergunta:
- Você não tousse sunga não, mamãe?
- Não, Baby. Mamãe não vai entrar na piscina.
- Ah tá... pede pro tio Dent que ele te dá uma sunga.
- Ah é??? Então tá.
- Quando tio Dunga* chegar, ele te dá uma sunga, tá mamãe?????
* Tio Dunga é um dos meus irmãos.
- Mamãe, mamãe! Vem pentear meu cabelo! Arruma meu cabelo porque ele está toooooooodo bagunçado. Arruma, mamãe, pro meu cabelo ficar bonito?!?
----- o --------- o ------------- o ---------- o ---------------
Levei Baby para cortar o cabelo.
Todo prosa, tagarelando com o "tio", chegam ao assunto de cachorro.
- Você tem cachorro? - pergunta o incauto cabelereiro fazedor de milagres.
- Tenho. Cachorro-quente!
----- o ------ o --------------- o ------------ o -------------
Churrasco na casa de amigo Dent.
Marido levou sunga, coloquei a sunguinha de Baby na sacola e eles resolveram entrar na piscina.
Enquanto eu tirava fotos, Baby pergunta:
- Você não tousse sunga não, mamãe?
- Não, Baby. Mamãe não vai entrar na piscina.
- Ah tá... pede pro tio Dent que ele te dá uma sunga.
- Ah é??? Então tá.
- Quando tio Dunga* chegar, ele te dá uma sunga, tá mamãe?????
* Tio Dunga é um dos meus irmãos.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Inacreditável!
Minha diarista é uma pessoa muito legal. Inclusive ela é responsável pelo sucesso do meu casamento (Santa Diarista!). Ela é assim, um pouco atrapalhada, muito expansiva, conversadeira, franca e direta... um amor de pessoa!
Há alguns meses ela começou a se queixar que havia algo errado em sua barriga. Ela achava que estava com algum problema sério, estava com medo de ser mioma ("inhoma", como ela diz). Não estava menstruando, sentia um peso na barriga, e muito cansada. Além de estar engordando muito, a barriga só crescendo. Estava adiando a ida ao médico além dos contratempos que apareciam quando ela decidia ir.
Mas há duas semanas algo aconteceu. Ela realmente achava que era algo muito sério porque a barriga dela começou a ficar dura. E o "inhoma" começou a se mexer dentro dela!!!!!! Falei que não deveria ser nada grave, ela não estava sangrando nem sentindo dor, mas que quanto mais cedo ela fosse ao médico, mais cedo ela teria tratamento.
Pois ela foi. Marcou direto uma ecografia. Hoje ela chegou me dizendo o resultado.
- Sabe o que deu o resultado do exame?
- Não... o que foi?
(pela cara dela, achei que fosse coisa muito grave).
- O médico perguntou se eu queria menino ou menina e eu assustei né? Perguntei: "é criança, dotô?". E ele me respondeu: "Você achou que fosse o quê???"
- Você está grávidaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!! Meus parabéns! Que bom!
- Humpf... tá quase nascendo. É menina.
- Ôxi! E já dá pra saber?????
- Mulé... já tá com seis meses!
- SEIS MESES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não consigo nem concluir o post! A pessoa carregando um bebê no bucho por seis meses, achando que é um mioma! A criança ia nascer e ela nem sabendo que estava grávida!
Há alguns meses ela começou a se queixar que havia algo errado em sua barriga. Ela achava que estava com algum problema sério, estava com medo de ser mioma ("inhoma", como ela diz). Não estava menstruando, sentia um peso na barriga, e muito cansada. Além de estar engordando muito, a barriga só crescendo. Estava adiando a ida ao médico além dos contratempos que apareciam quando ela decidia ir.
Mas há duas semanas algo aconteceu. Ela realmente achava que era algo muito sério porque a barriga dela começou a ficar dura. E o "inhoma" começou a se mexer dentro dela!!!!!! Falei que não deveria ser nada grave, ela não estava sangrando nem sentindo dor, mas que quanto mais cedo ela fosse ao médico, mais cedo ela teria tratamento.
Pois ela foi. Marcou direto uma ecografia. Hoje ela chegou me dizendo o resultado.
- Sabe o que deu o resultado do exame?
- Não... o que foi?
(pela cara dela, achei que fosse coisa muito grave).
- O médico perguntou se eu queria menino ou menina e eu assustei né? Perguntei: "é criança, dotô?". E ele me respondeu: "Você achou que fosse o quê???"
- Você está grávidaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!! Meus parabéns! Que bom!
- Humpf... tá quase nascendo. É menina.
- Ôxi! E já dá pra saber?????
- Mulé... já tá com seis meses!
- SEIS MESES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não consigo nem concluir o post! A pessoa carregando um bebê no bucho por seis meses, achando que é um mioma! A criança ia nascer e ela nem sabendo que estava grávida!
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Seu Lunga
Para quem não sabe, Seu Lunga é uma personagem do imaginário popular, conhecido por ser mais grosso que cano de passar m***. Dizem que o cara é a pata da burra. Lembram-se do saudoso Saraiva? Pior. E eu tenho um Seu Lunga que vive em mim. Agora imaginem o que eu passo tentando segurar o Seu Lunga para que ele não baixe inteirinho e tome conta do meu corpo e mente quando me deparo com situações assim:
Colega de Trabalho chega, encontra a sala da chefe aberta, olha o interior da mesma, não vê ninguém, olha pra mim e pergunta:
- A chefe não está na sala?
Seu Lunga nos meus ouvidos: Responde assim, mulé: Não tá vendo não? Embaixo da mesa se escondendo dos duendes que vão chegar já já!
Eu:
- Não.
- Ela não está aqui? - olhando para o interior da minha sala, onde estamos apenas, eu, o computador e a mesa da minha colega (vazia).
Seu Lunga: Responde que ela está! Fala que ela está sentada no teu colo, mulé! Responde pra esse imbecil que a Chefe está bem sentadinha aí!
Eu:
- Nããããoooo!
- Ah... Onde ela está?
- Não sei. Talvez na copa.
- Ela está fora da empresa?
Detalhe... para chegar na minha sala ele teve obrigatoriamente que passar pela garagem e obrigatoriamente ver o carro dela. Além disso, o motorista dela estava saindo da minha sala quando Colega entrou, e junto com minha resposta, a pessoa deveria deduzir que a Chefe não saiu!
Seu Lunga, em êxtase, quase incorporado: Responde, mulher! Responde assim ó: Ah é! Esqueci. Ela saiu... de táxi. Sim, porque ela enlouqueceu de vez. Agora deu pra pagar táxi e deixar o mega-ultra-carro luxuoso, com motorista, 100% custeado pela empresa, na garagem. Ou então saiu com O MEU carrinho pobrezinho e deixou o mega-ultra-carro luxuoso à minha disposição!
Aaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrgggggggggghhhhhhhhhhhhh
Eu sofro!
Mas não acabou!
Ele estava se referindo a um documento. A essas alturas, a minha paciência já estava no limite. Falei que o documento já estava pronto pra ser enviado (prestaram atenção na palavra PRONTO?).
- A chefe já assinou????
Seu Lunga: AAAHAHHHHHH Me deixa desscer, mulher ingrata! Hoje você não me escapa! Responde que não! Responde que assina você mesma! Responde assim ó: Não. Vou assinar eu mesma, que tenho mais poder do que a Chefe. Aliás, com uma assinatura minha, até o presidente Lula vai fazer o que manda o tal documento!
- Eu queria uma cópia.
E eu manuseando a máquina copiadora fazendo cópias do tal documento:
- Pode pegar essa aqui.
- É uma cópia?
Seu Lunga: Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO! Me deixa descer! Responde assim ó: Enlouqueci eu também e ao invés de te dar uma cópia, estou dando o original! Aliás, eu estou fazendo várias cópias a partir de uma... cópia! Daí você pega esse original, põe um carbono embaixo e faz a cópia manualmente! Inclusive da assinatura da Chefe!
Como eu sofro!
Como eu sofrooooooooooooooooo!
Colega de Trabalho chega, encontra a sala da chefe aberta, olha o interior da mesma, não vê ninguém, olha pra mim e pergunta:
- A chefe não está na sala?
Seu Lunga nos meus ouvidos: Responde assim, mulé: Não tá vendo não? Embaixo da mesa se escondendo dos duendes que vão chegar já já!
Eu:
- Não.
- Ela não está aqui? - olhando para o interior da minha sala, onde estamos apenas, eu, o computador e a mesa da minha colega (vazia).
Seu Lunga: Responde que ela está! Fala que ela está sentada no teu colo, mulé! Responde pra esse imbecil que a Chefe está bem sentadinha aí!
Eu:
- Nããããoooo!
- Ah... Onde ela está?
- Não sei. Talvez na copa.
- Ela está fora da empresa?
Detalhe... para chegar na minha sala ele teve obrigatoriamente que passar pela garagem e obrigatoriamente ver o carro dela. Além disso, o motorista dela estava saindo da minha sala quando Colega entrou, e junto com minha resposta, a pessoa deveria deduzir que a Chefe não saiu!
Seu Lunga, em êxtase, quase incorporado: Responde, mulher! Responde assim ó: Ah é! Esqueci. Ela saiu... de táxi. Sim, porque ela enlouqueceu de vez. Agora deu pra pagar táxi e deixar o mega-ultra-carro luxuoso, com motorista, 100% custeado pela empresa, na garagem. Ou então saiu com O MEU carrinho pobrezinho e deixou o mega-ultra-carro luxuoso à minha disposição!
Aaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrgggggggggghhhhhhhhhhhhh
Eu sofro!
Mas não acabou!
Ele estava se referindo a um documento. A essas alturas, a minha paciência já estava no limite. Falei que o documento já estava pronto pra ser enviado (prestaram atenção na palavra PRONTO?).
- A chefe já assinou????
Seu Lunga: AAAHAHHHHHH Me deixa desscer, mulher ingrata! Hoje você não me escapa! Responde que não! Responde que assina você mesma! Responde assim ó: Não. Vou assinar eu mesma, que tenho mais poder do que a Chefe. Aliás, com uma assinatura minha, até o presidente Lula vai fazer o que manda o tal documento!
- Eu queria uma cópia.
E eu manuseando a máquina copiadora fazendo cópias do tal documento:
- Pode pegar essa aqui.
- É uma cópia?
Seu Lunga: Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO! Me deixa descer! Responde assim ó: Enlouqueci eu também e ao invés de te dar uma cópia, estou dando o original! Aliás, eu estou fazendo várias cópias a partir de uma... cópia! Daí você pega esse original, põe um carbono embaixo e faz a cópia manualmente! Inclusive da assinatura da Chefe!
Como eu sofro!
Como eu sofrooooooooooooooooo!
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
Só acontece comigo...
Tem coisas que só acontecem comigo, principalmente no trânsito e no supermercado. Nem conto aqui porque se tornaram tão corriqueiras, e eu falo tanto, todos os dias que meus amigos e familiares já se cansaram de ouvir. Daí acho que eu abstraio como corriqueiro e não escrevo. Mas deveria...
Ontem eu fui ao supermercado. É um supermercado perto da casa da minha mãe, naturalmente vazio, ainda mais às 16h em início de mês, como foi o caso ontem. Vários caixas ocupados com uma ou duas pessoas, cada uma com poucas compras e um caixa vazio.
Fui andando com meu carrinho em direção ao caixa, mas uma senhorita foi mais rápida e chegou antes. Tudo bem, ela só tinha duas caixinhas daquele achocolatado pronto para beber que vem em caixinhas pequenas com canudinhos e que as crianças adoram. Eu tinha algumas compras a mais e sinceramente não me importei de "ceder" o lugar, já que ela possuia (repito) DUAS CAIXINHAS DE TODDYNHO (ih falei, podia?).
O caixa passou a primeira caixinha e pressenti que algo estava errado quando ela disse:
-Mas passa separado, tá?
Olhei para as mãos da sujeita e vi o que eu temia. Em uma das mãos ela tinha uma nota de dez reais, na outra, uma nota de cinco reais. Obviamente, o caixa não tinha troco. E obviamente o gerente demorou um tempão pra trocar o dinheiro. O que leva uma criatura a entrar no supermercado pra comprar duas caixinhas de Toddynho com uma nota de dez reais, outra nota de cinco reais e pedir pra pagar separado?????? Na minha frente????? Nem preciso dizer que TODAS as outras filas andaram mais rápido do que a que eu estava.
O universo conspira contra a minha pessoa.
Sofro!
P.S. E nem venham com o papo de que poderia ser pior, poderiam ser duas notas de 50. Na hora de pagar, descobri que não estavam passando o cartão. Tive que pagar na recepção.
Ontem eu fui ao supermercado. É um supermercado perto da casa da minha mãe, naturalmente vazio, ainda mais às 16h em início de mês, como foi o caso ontem. Vários caixas ocupados com uma ou duas pessoas, cada uma com poucas compras e um caixa vazio.
Fui andando com meu carrinho em direção ao caixa, mas uma senhorita foi mais rápida e chegou antes. Tudo bem, ela só tinha duas caixinhas daquele achocolatado pronto para beber que vem em caixinhas pequenas com canudinhos e que as crianças adoram. Eu tinha algumas compras a mais e sinceramente não me importei de "ceder" o lugar, já que ela possuia (repito) DUAS CAIXINHAS DE TODDYNHO (ih falei, podia?).
O caixa passou a primeira caixinha e pressenti que algo estava errado quando ela disse:
-Mas passa separado, tá?
Olhei para as mãos da sujeita e vi o que eu temia. Em uma das mãos ela tinha uma nota de dez reais, na outra, uma nota de cinco reais. Obviamente, o caixa não tinha troco. E obviamente o gerente demorou um tempão pra trocar o dinheiro. O que leva uma criatura a entrar no supermercado pra comprar duas caixinhas de Toddynho com uma nota de dez reais, outra nota de cinco reais e pedir pra pagar separado?????? Na minha frente????? Nem preciso dizer que TODAS as outras filas andaram mais rápido do que a que eu estava.
O universo conspira contra a minha pessoa.
Sofro!
P.S. E nem venham com o papo de que poderia ser pior, poderiam ser duas notas de 50. Na hora de pagar, descobri que não estavam passando o cartão. Tive que pagar na recepção.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Cara-de-pau
Fico aqui pensando...
O que leva uma criatura a falar DE você ao telefone com outra pessoa, na tua frente, tomando o cuidado de não pronunciar o teu nome, referindo-se "à senhora desta sala", em uma língua que ela ACHA que você não entende?
Hein?
Pior... é que essa língua, você entende só um pouco.
Não tem nem como colocá-la contra a parede.
Ela vai inventar uma história qualquer.
Mas me diga... se fosse coisa boa, ela esconderia teu nome?
É muito cinismo, viu! Haja paciência.
O que leva uma criatura a falar DE você ao telefone com outra pessoa, na tua frente, tomando o cuidado de não pronunciar o teu nome, referindo-se "à senhora desta sala", em uma língua que ela ACHA que você não entende?
Hein?
Pior... é que essa língua, você entende só um pouco.
Não tem nem como colocá-la contra a parede.
Ela vai inventar uma história qualquer.
Mas me diga... se fosse coisa boa, ela esconderia teu nome?
É muito cinismo, viu! Haja paciência.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
O Rock não morreu. Será?
Rock sempre fez parte da minha vida. Curto outros estilos também, mas o Rock é o principal. E eu fico pensando, ao ler certos nomes de bandas, o que passa pela cabeça desse povo. Imagino que num metier no qual a criatividade é fundamental - criar letras, melodias, ritmos, conciliar instrumentos, etc - se nem o nome é criativo, como confiar que o resto será?
Não sei não... mas acho que o rock tá um tanto morimbundo.
Não sei não... mas acho que o rock tá um tanto morimbundo.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Cachorro, Gato, Galinha...
Pensei um pouco antes de postar como foi a festa do dia das mães da minha família. Porque afinal de contas, família pode ser esculhambada, mas é família né? Mas os dedinhos coçaram e resolvi que a gente perde a família mas não perde a piada.
O dia das mães se aproximava e ninguém havia se manifestado a respeito do tradicional almoço das mães. Então que Marido sugeriu que fosse lá em casa. Confesso que minha preguiça era grande, minha faxineira havia viajado e a idéia de limpar a casa antes da festa não era nada agradável. Ele até disse que poderíamos fazer só para os meus pais e os dele, mas na minha família, onde tem Vó, a filharada, a netarada e a bisnetarada vai atrás, então...
Tia Lili "ofereceu" assim, meio que intimada, a casa dela. Propôs algo interessante, já que a churrasqueira dela é bem equipada, que todos chegássemos cedo e fizéssemos as comidas por lá mesmo. Uma alternativa interessante para o famoso, "cada um leva um prato". Isso ajuda bastante. Enquanto cozinhamos, conversamos e tudo fica mais leve (menos o pernil, o bacalhau, a picanha, a farofa e a maionese...)
Eu me dispus a fazer uma picanha recheada com queijo e a maionese. Tia Lili faria o pernil e o arroz. Prima Rosa faria um bobó de frango. Primo Lelê tinha uma torta MA-RA-VI-LHO-SA de bacalhau. Prima Rosa ia chegar às 9h da manhã. Isso depois de ter desistido de já dormir por lá mesmo na véspera. E eu me programei pra chegar às 11h.
Ahtah. Eu cheguei às 12h30, Prima Rosa às 14h. Primo Lelê foi pra fubuia na véspera e acordou sem inspiração. Fez o pudim, saiu pra fazer compras e chegou às 13h. Sobrou pro Tio Lu, marido de Tia Lili ficou sabendo na véspera que iria ter almoço da família inteira na casa dele. Ela jura que avisou antes (e eu acredito) e ele jura que não sabia. E ficou sabendo no dia que ele deveria fazer o bacalhau, já que Primo Lelê já havia deixado o dito de molho.
Prima Rosa chegou às 14h. Com a mandioca para o bobó de frango. Só que a mandioca não estava assim muito boa... e até as 16h não havia cozinhado. Primo Lelê foi até a cozinha e trouxe um pedaço de cará, jurando que era mandioca... Ai céus!
Daí que Tia Leli, mãe da Prima Rosa, chegou. E informou que a casa dela (é uma chácara, gente... tem de tudoooooo!) tinha mandioca a dar com o pau (Ui!) mas Prima Rosa não quis. Queria da amarela! (Nessas horas eu digo: EU SOFRO!).
Mas o melhor estava por vir. Vovó faz os melhores pães de queijo do mundo. E a maior expectativa é de quem vai buscá-la. Além de ser a matriarca, de 84 aninhos, ainda tem os saborosos pães de queijo que nunca podem faltar.
Minha mãe ficou de buscá-la. Relembrando, Vovó tem quase 84 anos! Mamãe se recusa a usar aparelho móvel de telefonia (celular). E já passava das 16h e nada de Vovó chegar. Preocupados, ligamos pro Papai, que nos informou que houve problemas técnicos e ele estava indo buscar as duas (hein???).
Em resumo, meus pais sairam de casa já atrasados. Muito atrasados. Meu pai foi tirar o carro e falou pra minha mãe fechar a casa. Chegando na casa de Vovó, lembraram-se que ninguém fechou a casa. Papai voltou pra fechar. Só pra constar, a distância da casa de meus pais até a casa de Vovó é de cerca de 30km. Fechou a casa, voltou para buscar Vovó e Mamãe. A casa de Tia Lili fica a cerca de 15 minutos da casa de Vovó. Qualquer pessoa poderia ter ido buscar Vovó e Mamãe, mas eles acharam melhor demorar mais 1 hora. Atraso pouco é bobagem né gente?
Os pães de queijo chegaram na hora do lanche (melhor impossível). Tia Lili prometeu um café pra tomar com o pão de queijo. O bobó não saiu nunca mais. Nem o café.
Quer outra esculhambação? Na viagem a Belzonte, trouxe um queijo curado pra Vovó. Fiquei doente, viajei de novo e não vi Vovó nesse meio tempo. O queijo ficou na geladeira. Até encomendei outro pra Irmão Dunga, pra quando ele vier. Marido partiu o queijo. Mas no dia das mães, eu levei o queijo pra Vovó. Mesmo partido. Levei pra casa de tia Lili... e deixei em cima da mesa. E não entreguei pra Vovó. Esqueci. É... decididamente, esse queijo não era pra Vovó.
Mas o almoço não foi esculhambado. Estava tudo muito bom. Tanto que nem jantei! E agora vou passar a semana toda a base de alface pra ver se esses quilos a mais somem.
O dia das mães se aproximava e ninguém havia se manifestado a respeito do tradicional almoço das mães. Então que Marido sugeriu que fosse lá em casa. Confesso que minha preguiça era grande, minha faxineira havia viajado e a idéia de limpar a casa antes da festa não era nada agradável. Ele até disse que poderíamos fazer só para os meus pais e os dele, mas na minha família, onde tem Vó, a filharada, a netarada e a bisnetarada vai atrás, então...
Tia Lili "ofereceu" assim, meio que intimada, a casa dela. Propôs algo interessante, já que a churrasqueira dela é bem equipada, que todos chegássemos cedo e fizéssemos as comidas por lá mesmo. Uma alternativa interessante para o famoso, "cada um leva um prato". Isso ajuda bastante. Enquanto cozinhamos, conversamos e tudo fica mais leve (menos o pernil, o bacalhau, a picanha, a farofa e a maionese...)
Eu me dispus a fazer uma picanha recheada com queijo e a maionese. Tia Lili faria o pernil e o arroz. Prima Rosa faria um bobó de frango. Primo Lelê tinha uma torta MA-RA-VI-LHO-SA de bacalhau. Prima Rosa ia chegar às 9h da manhã. Isso depois de ter desistido de já dormir por lá mesmo na véspera. E eu me programei pra chegar às 11h.
Ahtah. Eu cheguei às 12h30, Prima Rosa às 14h. Primo Lelê foi pra fubuia na véspera e acordou sem inspiração. Fez o pudim, saiu pra fazer compras e chegou às 13h. Sobrou pro Tio Lu, marido de Tia Lili ficou sabendo na véspera que iria ter almoço da família inteira na casa dele. Ela jura que avisou antes (e eu acredito) e ele jura que não sabia. E ficou sabendo no dia que ele deveria fazer o bacalhau, já que Primo Lelê já havia deixado o dito de molho.
Prima Rosa chegou às 14h. Com a mandioca para o bobó de frango. Só que a mandioca não estava assim muito boa... e até as 16h não havia cozinhado. Primo Lelê foi até a cozinha e trouxe um pedaço de cará, jurando que era mandioca... Ai céus!
Daí que Tia Leli, mãe da Prima Rosa, chegou. E informou que a casa dela (é uma chácara, gente... tem de tudoooooo!) tinha mandioca a dar com o pau (Ui!) mas Prima Rosa não quis. Queria da amarela! (Nessas horas eu digo: EU SOFRO!).
Mas o melhor estava por vir. Vovó faz os melhores pães de queijo do mundo. E a maior expectativa é de quem vai buscá-la. Além de ser a matriarca, de 84 aninhos, ainda tem os saborosos pães de queijo que nunca podem faltar.
Minha mãe ficou de buscá-la. Relembrando, Vovó tem quase 84 anos! Mamãe se recusa a usar aparelho móvel de telefonia (celular). E já passava das 16h e nada de Vovó chegar. Preocupados, ligamos pro Papai, que nos informou que houve problemas técnicos e ele estava indo buscar as duas (hein???).
Em resumo, meus pais sairam de casa já atrasados. Muito atrasados. Meu pai foi tirar o carro e falou pra minha mãe fechar a casa. Chegando na casa de Vovó, lembraram-se que ninguém fechou a casa. Papai voltou pra fechar. Só pra constar, a distância da casa de meus pais até a casa de Vovó é de cerca de 30km. Fechou a casa, voltou para buscar Vovó e Mamãe. A casa de Tia Lili fica a cerca de 15 minutos da casa de Vovó. Qualquer pessoa poderia ter ido buscar Vovó e Mamãe, mas eles acharam melhor demorar mais 1 hora. Atraso pouco é bobagem né gente?
Os pães de queijo chegaram na hora do lanche (melhor impossível). Tia Lili prometeu um café pra tomar com o pão de queijo. O bobó não saiu nunca mais. Nem o café.
Quer outra esculhambação? Na viagem a Belzonte, trouxe um queijo curado pra Vovó. Fiquei doente, viajei de novo e não vi Vovó nesse meio tempo. O queijo ficou na geladeira. Até encomendei outro pra Irmão Dunga, pra quando ele vier. Marido partiu o queijo. Mas no dia das mães, eu levei o queijo pra Vovó. Mesmo partido. Levei pra casa de tia Lili... e deixei em cima da mesa. E não entreguei pra Vovó. Esqueci. É... decididamente, esse queijo não era pra Vovó.
Mas o almoço não foi esculhambado. Estava tudo muito bom. Tanto que nem jantei! E agora vou passar a semana toda a base de alface pra ver se esses quilos a mais somem.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O Casamento
O Casamento foi assim. O Noivo nos convidou para padrinhos. E nós aceitamos porque Noivo é superamigo de Marido. E porque ele é legal. E porque a família dele também é legal. E porque nós o amamos!
E nós estávamos preocupados com questões básicas tais como: roupa dos padrinhos, roupas das madrinhas, cores de vestidos, se o casamento iria ser chic, se iria ser simples, onde seria a recepção, em suma, Como deveríamos nos vestir.
O Noivo, que é bacana, dizia assim:
- Não sei não. Só sei que eu vou de preto e a noiva vai de branco.
Esculhambação né? Não. Noivo falou que a recepção seria numa chácara. E eu já tinha escolhido o vestido. Masssss como eu já conheço a figura, coloquei outro vestido, mais simples, na mala.
Noivo foi buscar-nos na Rodoviária. Só então descobri que devido a problemas técnicos, a festa seria num buteco mesmo! Obaaaaaaaaaaaaaaaa! Agora sei o que usar!
Marido esqueceu o sapato em casa. (Ô esculhambação, gente!) Pedimos pra irmão Dunga levar um par. Irmão Dunga esqueceu também. Mas eis que o Noivo tinha dois pares! E emprestou um pro Marido. E Neguin esqueceu a meia. E a mãe do Noivo emprestou um par. Neguin também foi padrinho.
Pior foi a madrinha que não foi. Era assim: uma das meninas era madrinha. Só esqueceram de avisá-la. Mas isso não é nada. Pior forem ter esquecido a noiva. É, porque todo mundo que poderia buscá-la também era padrinho. E esqueceram de designar o motorista oficial. Ainda bem que tinham vários carros para ir buscá-la. A noiva não atrasou.
Mas chorou. E eu que já estava derramando discretas lágrimas entornei um rio! Havia esquecido o lenço. Logo no início da cerimônia, antes da noiva entrar, pedi pra Marido (que se divertia com o celular tirando fotos... NO ALTAR!) para que mandasse uma mensagem para Irmão Dunga informando da minha precária situação:
Esculhambada vai chorar. Favor providenciar um lenço urgente!
E Dunga, meu mui amado irmão, respondeu:
Cada lágrima é um flash!
Foram muitas lágrimas. E a noiva ainda gagejou na hora da "fidelidade". E eu choreeeeeiiiiiii!
Esculhambações à parte (afinal é disso que o blog trata), o casamento foi lindo! Rápido, simples e lindo. A noiva estava linda, radiante e feliz. E nós ficamos muito honrados e felizes de ter participado de tudo: da cerimônia, da festa, das esculhambações; e até contribuido pra isso. Porque os dois são lindos e fofos e merecem ser felizes para sempre.
E nós estávamos preocupados com questões básicas tais como: roupa dos padrinhos, roupas das madrinhas, cores de vestidos, se o casamento iria ser chic, se iria ser simples, onde seria a recepção, em suma, Como deveríamos nos vestir.
O Noivo, que é bacana, dizia assim:
- Não sei não. Só sei que eu vou de preto e a noiva vai de branco.
Esculhambação né? Não. Noivo falou que a recepção seria numa chácara. E eu já tinha escolhido o vestido. Masssss como eu já conheço a figura, coloquei outro vestido, mais simples, na mala.
Noivo foi buscar-nos na Rodoviária. Só então descobri que devido a problemas técnicos, a festa seria num buteco mesmo! Obaaaaaaaaaaaaaaaa! Agora sei o que usar!
Marido esqueceu o sapato em casa. (Ô esculhambação, gente!) Pedimos pra irmão Dunga levar um par. Irmão Dunga esqueceu também. Mas eis que o Noivo tinha dois pares! E emprestou um pro Marido. E Neguin esqueceu a meia. E a mãe do Noivo emprestou um par. Neguin também foi padrinho.
Pior foi a madrinha que não foi. Era assim: uma das meninas era madrinha. Só esqueceram de avisá-la. Mas isso não é nada. Pior forem ter esquecido a noiva. É, porque todo mundo que poderia buscá-la também era padrinho. E esqueceram de designar o motorista oficial. Ainda bem que tinham vários carros para ir buscá-la. A noiva não atrasou.
Mas chorou. E eu que já estava derramando discretas lágrimas entornei um rio! Havia esquecido o lenço. Logo no início da cerimônia, antes da noiva entrar, pedi pra Marido (que se divertia com o celular tirando fotos... NO ALTAR!) para que mandasse uma mensagem para Irmão Dunga informando da minha precária situação:
Esculhambada vai chorar. Favor providenciar um lenço urgente!
E Dunga, meu mui amado irmão, respondeu:
Cada lágrima é um flash!
Foram muitas lágrimas. E a noiva ainda gagejou na hora da "fidelidade". E eu choreeeeeiiiiiii!
Esculhambações à parte (afinal é disso que o blog trata), o casamento foi lindo! Rápido, simples e lindo. A noiva estava linda, radiante e feliz. E nós ficamos muito honrados e felizes de ter participado de tudo: da cerimônia, da festa, das esculhambações; e até contribuido pra isso. Porque os dois são lindos e fofos e merecem ser felizes para sempre.
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Mangua, churras, esculhambação
Bom, o churrasco foi no local que seria a recepção. Uma fazenda muito bacana, lindinha de viver, um sonho. Família toda reunida e dá-lhe cerva... e pão de queijo... e cerva... e pão de queijo...
E a dona da casa, irmã do Noivo resolveu servir um tira-gosto. Era pinhão picadinho temperado com shoyo e mais outras coisinhas. Delícia!
Pois Liquid Paper estava todo feliz achando que tinha inventado moda colocando o pinhão no pão de queijo quando Baixin falou:
- Ué! eu já fiz isso ó! Já coloquei a linguiça no pão de queijo.
Praquê. Baixin nunca mais foi o mesmo. Toda vez que chegava uma linguiça, ele era o primeiro a ser chamado. Nem preciso dizer que linguiça virou pinhão até o fim do churrasco.
Teve uma galera que dormiu. Irmão Dunga, porque precisaria dirigir de volta, Marido, porque tinha dormido antes de todo mundo e por isso precisava dormir mais (GALHO FRACO) e outros. Mas eu não. Eu sou tora. Bebi, bebi e bebi. E estava bem. Comi, comi e comi. E bebi mais um pouquinho. E estava tudo bem. Cinco horas o Noivo nos deixou na Rodoviária de novo. E compramos mais bebida. E compramos gelo. E eu bebi e bebi e bebi no baú... e contei história, e falei palavrão... e arrumei casamento pra Liquid Paper e... e... e passei mal. Golfei e dormi. Acordei sóóóóóó no dia seguinte. 4h da manhã. Dormi feito um anjinho... tão bonitinha!
E a dona da casa, irmã do Noivo resolveu servir um tira-gosto. Era pinhão picadinho temperado com shoyo e mais outras coisinhas. Delícia!
Pois Liquid Paper estava todo feliz achando que tinha inventado moda colocando o pinhão no pão de queijo quando Baixin falou:
- Ué! eu já fiz isso ó! Já coloquei a linguiça no pão de queijo.
Praquê. Baixin nunca mais foi o mesmo. Toda vez que chegava uma linguiça, ele era o primeiro a ser chamado. Nem preciso dizer que linguiça virou pinhão até o fim do churrasco.
Teve uma galera que dormiu. Irmão Dunga, porque precisaria dirigir de volta, Marido, porque tinha dormido antes de todo mundo e por isso precisava dormir mais (GALHO FRACO) e outros. Mas eu não. Eu sou tora. Bebi, bebi e bebi. E estava bem. Comi, comi e comi. E bebi mais um pouquinho. E estava tudo bem. Cinco horas o Noivo nos deixou na Rodoviária de novo. E compramos mais bebida. E compramos gelo. E eu bebi e bebi e bebi no baú... e contei história, e falei palavrão... e arrumei casamento pra Liquid Paper e... e... e passei mal. Golfei e dormi. Acordei sóóóóóó no dia seguinte. 4h da manhã. Dormi feito um anjinho... tão bonitinha!
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Viagem, casamento, galera... FUN!!!!
Fim de semana fomos pra Poços de Caldas - MG (pronuncia-se PóssssdCaldsssss Minssss) pro casamento do Cumpadi Franco. Contarei em três etapas: primeiramente as esculhambações da viagem, segundamente (Ui) as do churrasco e terceiramente (ui ui) as do casório.
Dessa vez fomos só eu e Marido porque seria muita correria. A cidade não tem aeroporto comercial e ir de carro seria muito cansativo. Fomos de ônibus: uh-hu pegá Baú!
A troupe de Brasília envolveu Neguin, Baixin, Choça, Liquid Paper, eu e Maridão. Família Santo foi de carro mesmo, mas não aproveitou tanto quanto a galera do baú. Pra começar, logo na saída, Liquid e Neguin estavam atrasados. Tivemos que pedir pro motora (bem legal, diga-se de passagem) esperar. Eles esperaram, ônibus estava vazio, todo mundo foi compreensivo. Mas eis que chegam as duas figuras: Neguin correndo na frente, quase sem fôlego, esbaforido, carregando um pacote maior que a sua própria pessoa. Gargalhada no ônibus! E o outro a passo manso... lá atrás, parecia não se importar muito com o atraso.
A viagem foi tranquila, mas o ônibus não era leito e ficou um pouco incômodo para dormir. Como estava vazio, cada passageiro se apossou das duas poltronas e se acomodou como pode. Mas se não fossem as bem compradas latinhas e garrafinhas de cerveja, não seria possível aguentar a viagem.
Chegamos em Pósssss sem maiores problemas às 8h da manhã. O noivo foi buscar-nos na Rodoviária de onde seguimos para o lar oficial dos nubentes. A diária no hotel era a partir das 12h. Café da manhã, conversa com pai, mãe, tia, sobrinha etc, família toda reunida e bagunçando, cerveja (é, galera... o povo bebe!!!) às 10h da manhã. E Santo ligou dizendo que iriam pra lá também. Casa grande né? Decidimos dar um rolé pela cidade. O Noivo emprestou moto e carro e todos ficaram felizes (principalmente eu e Marido que nos apossamos da Freewind). Isséquéamigo, sô!
Depois do casório, a galera foi pra uma Cachaçaria. Enchemos a cara e a barriga e amiga Choça ensandecida decidiu que um casamento assim deveria ser comemorado direito (dou o maior apoio). "Eu quero forrrrroóóóóóóóóóó'" dizia ela.
Cunhada do Noivo, cheia da razão (caipirinha, cerveja, etc) informou que tinha uma amiga que sabia de tooooooooodddddooooosssss os lugares bããããããããaãããaããããooooo da cidade. Como bêbado é uma desgraça mesmo, e muito bêbado reunido é pior ainda, demoramos quase uma hora pra sair de lá e decidir o local. Noivo que não é brincadeira, tomou uma decisão e disse: "Sigam-me os bons!". Nóis é bom! Nóis foi!
E não é que o local era maneiríssimo! Tinha uma bandinha tocando (marromeno) e bastante gente sem estar lotado insuportável. E eis que chega a tal "Amiga" que sabia das coisas. Chamaremos de Bi. A mulher já chegou se achando e botando banca. Mas eu e Choça estávamos muito alegres e felizes pra botar reparo. Só cuidei de deixar Marido beeeeemmmm longe da dita.
E fomos procurar o "cara da banda" pra pedir pra eles cantarem parabéns pros recém-casados.
Dizem que ela deu mole pra todos os machos. Dizem também que ela foi bastante mal educada. Dizem que ela ouviu muito de um dos meninos que caiu no "mole" e tomou um toco. Também ouviu coisas desagradáveis de quem tinha sido destratado por ela. Mas Bi, no final da noite, achou de botar banca... pra cima de mim!!!!!
Bom... se tem uma coisa que eu não tolero é gente folgada. Isso me dá nos nervos! Pois a mulher não estava toda toda contando que tinha enchido a cara e que não ia pagar nada!?!?! Que ela era muito boa e que por isso bebia sem pagar. E na sequencia, Bi resolve abraçar o Marido da tal Cunhada. E a pobre gritava:
- Choça! Acode! Ela tá agarrando meu marido! Choça, me ajuda!
E eu que já não estava muito boa falei:
- Ela não pode te ajudar não porque ela está com meu irmão. Tem que tomar conta dele!
Bastou. Coloquei meu irmão no encalço de Choça que, sem saber o que estava acontecendo continuava perguntando pra Cunhada do Noivo onde estenderíamos a noite. E eu brigando:
- Choça! Não vamos pra lugar nenhum. Vamos pro hotel! Nada de esticar noite coisa nenhuma! Oooooras!
E voltamos pro Hotel. O porteiro nunca riu tanto na vida. Um bando de bêbado chegando e as mulé não conseguiam encontrar o cartão de identificação do hotel. Meu marido pegou, moço... e não quer me devolver! E a outra: o meu táqui... massshhhh eu não consigo pegá não! Neguin e Baixin tinham ido mais cedo pro quarto, então a galera passou no posto, comprou umas cervas e fizemos uma reuniãozinha básica no MEU quarto. Marido apagou. Teve direito a fotos, vídeos, besteira. E a festa acabou às 3h da manhã (junto com a cerveja).
Dia seguinte teve churrasco. E mais esculhambação.
Dessa vez fomos só eu e Marido porque seria muita correria. A cidade não tem aeroporto comercial e ir de carro seria muito cansativo. Fomos de ônibus: uh-hu pegá Baú!
A troupe de Brasília envolveu Neguin, Baixin, Choça, Liquid Paper, eu e Maridão. Família Santo foi de carro mesmo, mas não aproveitou tanto quanto a galera do baú. Pra começar, logo na saída, Liquid e Neguin estavam atrasados. Tivemos que pedir pro motora (bem legal, diga-se de passagem) esperar. Eles esperaram, ônibus estava vazio, todo mundo foi compreensivo. Mas eis que chegam as duas figuras: Neguin correndo na frente, quase sem fôlego, esbaforido, carregando um pacote maior que a sua própria pessoa. Gargalhada no ônibus! E o outro a passo manso... lá atrás, parecia não se importar muito com o atraso.
A viagem foi tranquila, mas o ônibus não era leito e ficou um pouco incômodo para dormir. Como estava vazio, cada passageiro se apossou das duas poltronas e se acomodou como pode. Mas se não fossem as bem compradas latinhas e garrafinhas de cerveja, não seria possível aguentar a viagem.
Chegamos em Pósssss sem maiores problemas às 8h da manhã. O noivo foi buscar-nos na Rodoviária de onde seguimos para o lar oficial dos nubentes. A diária no hotel era a partir das 12h. Café da manhã, conversa com pai, mãe, tia, sobrinha etc, família toda reunida e bagunçando, cerveja (é, galera... o povo bebe!!!) às 10h da manhã. E Santo ligou dizendo que iriam pra lá também. Casa grande né? Decidimos dar um rolé pela cidade. O Noivo emprestou moto e carro e todos ficaram felizes (principalmente eu e Marido que nos apossamos da Freewind). Isséquéamigo, sô!
Depois do casório, a galera foi pra uma Cachaçaria. Enchemos a cara e a barriga e amiga Choça ensandecida decidiu que um casamento assim deveria ser comemorado direito (dou o maior apoio). "Eu quero forrrrroóóóóóóóóóó'" dizia ela.
Cunhada do Noivo, cheia da razão (caipirinha, cerveja, etc) informou que tinha uma amiga que sabia de tooooooooodddddooooosssss os lugares bããããããããaãããaããããooooo da cidade. Como bêbado é uma desgraça mesmo, e muito bêbado reunido é pior ainda, demoramos quase uma hora pra sair de lá e decidir o local. Noivo que não é brincadeira, tomou uma decisão e disse: "Sigam-me os bons!". Nóis é bom! Nóis foi!
E não é que o local era maneiríssimo! Tinha uma bandinha tocando (marromeno) e bastante gente sem estar lotado insuportável. E eis que chega a tal "Amiga" que sabia das coisas. Chamaremos de Bi. A mulher já chegou se achando e botando banca. Mas eu e Choça estávamos muito alegres e felizes pra botar reparo. Só cuidei de deixar Marido beeeeemmmm longe da dita.
E fomos procurar o "cara da banda" pra pedir pra eles cantarem parabéns pros recém-casados.
Dizem que ela deu mole pra todos os machos. Dizem também que ela foi bastante mal educada. Dizem que ela ouviu muito de um dos meninos que caiu no "mole" e tomou um toco. Também ouviu coisas desagradáveis de quem tinha sido destratado por ela. Mas Bi, no final da noite, achou de botar banca... pra cima de mim!!!!!
Bom... se tem uma coisa que eu não tolero é gente folgada. Isso me dá nos nervos! Pois a mulher não estava toda toda contando que tinha enchido a cara e que não ia pagar nada!?!?! Que ela era muito boa e que por isso bebia sem pagar. E na sequencia, Bi resolve abraçar o Marido da tal Cunhada. E a pobre gritava:
- Choça! Acode! Ela tá agarrando meu marido! Choça, me ajuda!
E eu que já não estava muito boa falei:
- Ela não pode te ajudar não porque ela está com meu irmão. Tem que tomar conta dele!
Bastou. Coloquei meu irmão no encalço de Choça que, sem saber o que estava acontecendo continuava perguntando pra Cunhada do Noivo onde estenderíamos a noite. E eu brigando:
- Choça! Não vamos pra lugar nenhum. Vamos pro hotel! Nada de esticar noite coisa nenhuma! Oooooras!
E voltamos pro Hotel. O porteiro nunca riu tanto na vida. Um bando de bêbado chegando e as mulé não conseguiam encontrar o cartão de identificação do hotel. Meu marido pegou, moço... e não quer me devolver! E a outra: o meu táqui... massshhhh eu não consigo pegá não! Neguin e Baixin tinham ido mais cedo pro quarto, então a galera passou no posto, comprou umas cervas e fizemos uma reuniãozinha básica no MEU quarto. Marido apagou. Teve direito a fotos, vídeos, besteira. E a festa acabou às 3h da manhã (junto com a cerveja).
Dia seguinte teve churrasco. E mais esculhambação.
terça-feira, 4 de maio de 2010
E por falar em traição...
Longe de mim fazer acusações sem provas. Mas que é estranho, isso é.
Um casal branco americano teve um bebê negro. A mulher disse que engravidou assistindo a um film pornô 3D com as amigas, enquanto o marido estava servindo no Iraque.
Eu acredito. Não que o filme tenha qualquer coisa a ver com isso, mas que dentro do cinema um negão espertinho se aproveitou da inocência da moça e, fingindo ser o ator do filme acabou por consumar o ato.
Isso.
domingo, 25 de abril de 2010
Causo...
Ocorre que na série abaixo mencionada, existe algumas cenas de mulheres casadas que não são lá muito fiéis. E me lembrei de um caso contado por Maria Bonita, que trabalha na casa da minha mãe. O fato ocorreu no interior da Bahia.
Ocorre que D. Severina e Nhô Zé moravam em fazenda vizinha a D. Inhana e Sô Tonho. Um casal era padrinho dos filhos do outro casal e vice-versa, de modo que eram compadres e comadres. D. Severina tinha um caso de anos com o marido da Comadre Inhana e especula-se até que os filhos mais novos dela eram, na verdade, filhos do marido da outra.
Um dia Nhô Zé resolveu que não queria mais saber de D. Severina e saiu de casa. Alguns dias depois, D. Inhana ouviu na venda, que D. Severina estava de namorico com um rapaz da vila. À noite, na hora de deitar, D. Inhana comentou com o marido:
- Tonho, sabe o que ouvi hoje na venda? Tão dizendo que Cumade Severina tá de caso com um moço novo lá da vila.
- Ié? Será?
- Diz que é, Tonho. Mal Cumpadi Zé se mandou de casa e a Cumade já tá se engraçando com outro.
Nessa noite Nhô Tonho mal conseguiu dormir. Revirou-se na cama a noite inteira com essa história de caso de D. Severina. Mal o sol quebrou a barra, Tonho pulou da cama e avisou a mulher que não estava se sentindo bem. Disse que ia no mato buscar umas folhas pra fazer um chá. Disse isso, pegou a bicicleta e partiu. Tomou cuidade de ir apagando o rastro com uma folha de bananeira e embicou-se pro rumo da chácara vizinha, de D.Severina.
Foi chegando e agarrando a mulher pelos cabelos gritando:
- Que história é essa d'ocê estar de caso um rapaz da vila?
- É o quê, homi? Quem te disse isso?
- Inhana me falou ontem! Sua safada, cachorra, etc, etc.
E dá-lhe sopapo.
Nem adiantou D. Severina gritar inocência. Quanto mais ela negava, mais irritado Tonho ficava. Quebrou a casa toda, a cama, a louça e ainda deixou D. Severina com um olho roxo e toda marcada.
Mal Cumpadre Tonho foi embora, D. Severina montou no cavalo e embicou pra casa da Comadre Inhana feito um pé de vento.
- Ô Inhana! Que história é essa de sair falando de minha vida? Quem te disse que eu tô de namorico na vila?
- Ué, cumadi. É o que estão dizendo na venda!
- Pois eu não te dou direito de ficar especulando da minha vida não, visse?
Foi dizendo e foi apeando pra tirar satisfação com a comadre. Só que Inhana de sonsa só tinha o andado. Foi emendando um ponto com outro e retrucou:
- E pruquê ocê tá toda lenhada? Péra lá! Quem foi que disse procê que eu disse cocê tá de namorico? Coméque é isso, se eu só falei pro Tonho onti de noite? Peraí que eu já te emendo, sua safada, rameira, meretriz, infeliz das costa ôca! Qué dizê cocê tá de caso com meu marido! Safada tu e ele!
E o pau comeu. Inhana enfurecida passou a mão numa vassoura de palha que estava por ali e sentou na cabeça de Severina que, na raiva, nada sentiu e partiu pra cima da Comadre. E as duas estavam nessa situação quando Tonho, na maior cara de pau e ainda ocupado em apagar o rastro chegou. Mal viu a cena, adivinhando a situação, montou na bicicleta novamente e se mandou, ouvindo os gritos da mulher que puxava o cabelo da amante:
- Volta aqui, cabra safado! Vem apanhar que nem homi! Deixa eu acabar aqui com essa quenga que eu vou atrás de tu também! Infeliz das costa ôca! Salafrário!
Moral da história: Não se meta com homem/mulher casado. Caso se meta, que não seja com o compadre/comadre. E que seja com um só. E se não tiver jeito, que fique de boca fechada. E se apanhar do amante, pelo amor de Deus! Não vá tirar satisfação com a mulher dele!!!!!
Êta mundo esculhambado!
Ocorre que D. Severina e Nhô Zé moravam em fazenda vizinha a D. Inhana e Sô Tonho. Um casal era padrinho dos filhos do outro casal e vice-versa, de modo que eram compadres e comadres. D. Severina tinha um caso de anos com o marido da Comadre Inhana e especula-se até que os filhos mais novos dela eram, na verdade, filhos do marido da outra.
Um dia Nhô Zé resolveu que não queria mais saber de D. Severina e saiu de casa. Alguns dias depois, D. Inhana ouviu na venda, que D. Severina estava de namorico com um rapaz da vila. À noite, na hora de deitar, D. Inhana comentou com o marido:
- Tonho, sabe o que ouvi hoje na venda? Tão dizendo que Cumade Severina tá de caso com um moço novo lá da vila.
- Ié? Será?
- Diz que é, Tonho. Mal Cumpadi Zé se mandou de casa e a Cumade já tá se engraçando com outro.
Nessa noite Nhô Tonho mal conseguiu dormir. Revirou-se na cama a noite inteira com essa história de caso de D. Severina. Mal o sol quebrou a barra, Tonho pulou da cama e avisou a mulher que não estava se sentindo bem. Disse que ia no mato buscar umas folhas pra fazer um chá. Disse isso, pegou a bicicleta e partiu. Tomou cuidade de ir apagando o rastro com uma folha de bananeira e embicou-se pro rumo da chácara vizinha, de D.Severina.
Foi chegando e agarrando a mulher pelos cabelos gritando:
- Que história é essa d'ocê estar de caso um rapaz da vila?
- É o quê, homi? Quem te disse isso?
- Inhana me falou ontem! Sua safada, cachorra, etc, etc.
E dá-lhe sopapo.
Nem adiantou D. Severina gritar inocência. Quanto mais ela negava, mais irritado Tonho ficava. Quebrou a casa toda, a cama, a louça e ainda deixou D. Severina com um olho roxo e toda marcada.
Mal Cumpadre Tonho foi embora, D. Severina montou no cavalo e embicou pra casa da Comadre Inhana feito um pé de vento.
- Ô Inhana! Que história é essa de sair falando de minha vida? Quem te disse que eu tô de namorico na vila?
- Ué, cumadi. É o que estão dizendo na venda!
- Pois eu não te dou direito de ficar especulando da minha vida não, visse?
Foi dizendo e foi apeando pra tirar satisfação com a comadre. Só que Inhana de sonsa só tinha o andado. Foi emendando um ponto com outro e retrucou:
- E pruquê ocê tá toda lenhada? Péra lá! Quem foi que disse procê que eu disse cocê tá de namorico? Coméque é isso, se eu só falei pro Tonho onti de noite? Peraí que eu já te emendo, sua safada, rameira, meretriz, infeliz das costa ôca! Qué dizê cocê tá de caso com meu marido! Safada tu e ele!
E o pau comeu. Inhana enfurecida passou a mão numa vassoura de palha que estava por ali e sentou na cabeça de Severina que, na raiva, nada sentiu e partiu pra cima da Comadre. E as duas estavam nessa situação quando Tonho, na maior cara de pau e ainda ocupado em apagar o rastro chegou. Mal viu a cena, adivinhando a situação, montou na bicicleta novamente e se mandou, ouvindo os gritos da mulher que puxava o cabelo da amante:
- Volta aqui, cabra safado! Vem apanhar que nem homi! Deixa eu acabar aqui com essa quenga que eu vou atrás de tu também! Infeliz das costa ôca! Salafrário!
Moral da história: Não se meta com homem/mulher casado. Caso se meta, que não seja com o compadre/comadre. E que seja com um só. E se não tiver jeito, que fique de boca fechada. E se apanhar do amante, pelo amor de Deus! Não vá tirar satisfação com a mulher dele!!!!!
Êta mundo esculhambado!
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Verdade...
Era uma vez uma linda princesinha cuja pele era branca como a neve. Ela era tão linda e sua pele tão alva que era chamada de Branca de Neve. Sua mãe havia morrido quando ela era ainda um bebê e o Rei se casara novamente com uma mulher muito bela, que possuia um espelho mágico. O espelho respondia a todas as perguntas da rainha que todos os dias perguntava:
- Espelho, espelho meu. Existe no mundo alguma mulher mais bela do que eu?
E o espelho sempre respondia:
- Minha rainha, dentre todas as mulheres tu és a mais bela.
Entretanto, o Rei morreu. E a princesa ia se tornando cada vez mais bela, até que um dia o espelho, frente à pergunta da rainha respondeu que Branca de Neve era ainda mais bela!
A rainha ficou com muita raiva e mandou que o caçador real levasse a princesa para o meio da selva e a matasse. Como prova, o bom homem deveria trazer de volta o coração da bela. O caçador ficou com pena e mandou que Branca de Neve fugisse para nunca mais voltar. E no lugar do coração da menina, entregou à rainha o coração de um cervo.
A rainha consultou o espelho novamente, que respondeu que a princesa ainda vivia. E megera se transformou numa velha e envenenou uma maçã para ir encontrar Branca de Neve. A essa altura, a princesa havia encontrado uma casinha na qual viviam 7 anões e estava vivendo com eles.
Num dia que os anões foram trabalhar, a Rainha Má foi até Branca de Neve e ofereceu-lhe a maçã. Branca mordeu e caiu durinha no chão. Os anões, quando voltaram, ficaram muito tristes, e puseram a bela princesa num caixão de vidro. Passava por ali um príncipe e, vendo tão bela moça, apaixonou-se e deu-lhe um beijo que lhe acordou do sono profundo na qual se encontrava.
A velha bruxa voltou pra o palácio, mas não conseguiu desfazer o feitiço que a tornara uma velha feia. De raiva, quebrou o espelho em milhões de cacos. O espelho, antes de ser totalmente estilhaçado, jogou uma praga para que todos os espelhos do mundo sempre dissessem a verdade para a mulher que refletir.
É por isso que hoje, quando me olho no espelho, escuto essas palavras:
- Ó minha rainha, tu estás gorda e velha. Teu cabelo está um caco e a Penelope Cruz é mil vezes mais bela que você. Nem sonhando chegarás perto de Luana Piovanni, Salma Hayeck ou outra qualquer. E vai malhar pra ver se essa bunda não cai ainda mais.
- Espelho, espelho meu. Existe no mundo alguma mulher mais bela do que eu?
E o espelho sempre respondia:
- Minha rainha, dentre todas as mulheres tu és a mais bela.
Entretanto, o Rei morreu. E a princesa ia se tornando cada vez mais bela, até que um dia o espelho, frente à pergunta da rainha respondeu que Branca de Neve era ainda mais bela!
A rainha ficou com muita raiva e mandou que o caçador real levasse a princesa para o meio da selva e a matasse. Como prova, o bom homem deveria trazer de volta o coração da bela. O caçador ficou com pena e mandou que Branca de Neve fugisse para nunca mais voltar. E no lugar do coração da menina, entregou à rainha o coração de um cervo.
A rainha consultou o espelho novamente, que respondeu que a princesa ainda vivia. E megera se transformou numa velha e envenenou uma maçã para ir encontrar Branca de Neve. A essa altura, a princesa havia encontrado uma casinha na qual viviam 7 anões e estava vivendo com eles.
Num dia que os anões foram trabalhar, a Rainha Má foi até Branca de Neve e ofereceu-lhe a maçã. Branca mordeu e caiu durinha no chão. Os anões, quando voltaram, ficaram muito tristes, e puseram a bela princesa num caixão de vidro. Passava por ali um príncipe e, vendo tão bela moça, apaixonou-se e deu-lhe um beijo que lhe acordou do sono profundo na qual se encontrava.
A velha bruxa voltou pra o palácio, mas não conseguiu desfazer o feitiço que a tornara uma velha feia. De raiva, quebrou o espelho em milhões de cacos. O espelho, antes de ser totalmente estilhaçado, jogou uma praga para que todos os espelhos do mundo sempre dissessem a verdade para a mulher que refletir.
É por isso que hoje, quando me olho no espelho, escuto essas palavras:
- Ó minha rainha, tu estás gorda e velha. Teu cabelo está um caco e a Penelope Cruz é mil vezes mais bela que você. Nem sonhando chegarás perto de Luana Piovanni, Salma Hayeck ou outra qualquer. E vai malhar pra ver se essa bunda não cai ainda mais.
terça-feira, 23 de março de 2010
Rotina médica
Numa linda segunda-feira, precisei ir ao médico. Exames de rotina.
Devo informar que o Hospital no qual o consultório da médica se encontra possui pouca disponibilidade de vagas e, as poucas que tem, ainda são divididas com uma faculdade de odontologia (ou seria medicina) que fica ao lado.
Liguei, marquei hora, cheguei atrasada, liguei para avisar que iria chegar atrasada...
A secretária me disse que se fosse até 10 minutos de atraso não teria problema, mas não me pareceu muito contente. Relevei.
Por um motivo que não vem ao caso, tive que retornar na quarta-feira seguinte. A médica disse que eu não precisava nem marcar, que podia ir direto. Foi o que eu fiz. Quando saí a secretária estava ao telefone.
Quarta-feira, na sala de espera, explico a situação. A secretária me olha com cara de poucos amigos e indaga se eu havia marcado hora. Respondi que não e que a médica havia me dito que não havia necessidade.
A secretária me disse então, de uma maneira visivelmente contrariada porém cortez, que eu deveria ter ligado antes, para que ela pudesse separar a ficha. aham... sei. Não demorou nem 5 segundos para ela encontrar.
A médica me deu uma bateria de exames. Dois deles seriam feitos numa clínica no próprio hospital. Marquei num dia pela manhã: 8h20. Atrasei-me claro. Trânsito, depois mil horas procurando uma vaga e ninguém atendia o telefone na clínica. Cheguei esbaforida e a atendente me disse que eu deveria remarcar porque cheguei atrasada. Saco.
Remarquei para um dia à tarde. A moça da "marcação" informou que eu deveria chegar com 20 minutos de antecedência. Cheguei. Esperei quase 1h pra ser atendida. Então pra que chegar antes? E pra que a palhaçada de ter que remarcar porque cheguei atrasada? Palhaçada! Pretendo nunca mais por os pés naquele belíssimo hospital a não ser para consulta com a tal Médica.
Bom, o último exame ficou pronto sexta-feira passada, dia 19. Desde então estou ligando insistentemente para a medica para marcar o retorno. Ligo pela manhã (várias vezes) e à tarde (várias vezes). Ninguém atende.
Suponho que a secretária não vai me fazer cara feia se eu aparecer no consultório amanhã, de surpresa. E aposto que não vai tecer qualquer comentário. Ou serei obrigada a contar minha triste história de amor com o Hospital no qual a Médica está instalada. E o tom que usarei será de uma superioridade-cínica-educada-raivosa-cheiaderazão.
Sofro!
Devo informar que o Hospital no qual o consultório da médica se encontra possui pouca disponibilidade de vagas e, as poucas que tem, ainda são divididas com uma faculdade de odontologia (ou seria medicina) que fica ao lado.
Liguei, marquei hora, cheguei atrasada, liguei para avisar que iria chegar atrasada...
A secretária me disse que se fosse até 10 minutos de atraso não teria problema, mas não me pareceu muito contente. Relevei.
Por um motivo que não vem ao caso, tive que retornar na quarta-feira seguinte. A médica disse que eu não precisava nem marcar, que podia ir direto. Foi o que eu fiz. Quando saí a secretária estava ao telefone.
Quarta-feira, na sala de espera, explico a situação. A secretária me olha com cara de poucos amigos e indaga se eu havia marcado hora. Respondi que não e que a médica havia me dito que não havia necessidade.
A secretária me disse então, de uma maneira visivelmente contrariada porém cortez, que eu deveria ter ligado antes, para que ela pudesse separar a ficha. aham... sei. Não demorou nem 5 segundos para ela encontrar.
A médica me deu uma bateria de exames. Dois deles seriam feitos numa clínica no próprio hospital. Marquei num dia pela manhã: 8h20. Atrasei-me claro. Trânsito, depois mil horas procurando uma vaga e ninguém atendia o telefone na clínica. Cheguei esbaforida e a atendente me disse que eu deveria remarcar porque cheguei atrasada. Saco.
Remarquei para um dia à tarde. A moça da "marcação" informou que eu deveria chegar com 20 minutos de antecedência. Cheguei. Esperei quase 1h pra ser atendida. Então pra que chegar antes? E pra que a palhaçada de ter que remarcar porque cheguei atrasada? Palhaçada! Pretendo nunca mais por os pés naquele belíssimo hospital a não ser para consulta com a tal Médica.
Bom, o último exame ficou pronto sexta-feira passada, dia 19. Desde então estou ligando insistentemente para a medica para marcar o retorno. Ligo pela manhã (várias vezes) e à tarde (várias vezes). Ninguém atende.
Suponho que a secretária não vai me fazer cara feia se eu aparecer no consultório amanhã, de surpresa. E aposto que não vai tecer qualquer comentário. Ou serei obrigada a contar minha triste história de amor com o Hospital no qual a Médica está instalada. E o tom que usarei será de uma superioridade-cínica-educada-raivosa-cheiaderazão.
Sofro!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Contradições Modernas
Acho muito engraçado o comportamento humano.
Pessoas que se recusam a usar sacolas plásticas no Supermercado são as mesmas que compram Ecobags do próprio Supermercado que distribui gratuitamente sacolas plásticas. Só pra constar, eu tenho minha ecobag e acho louvável que pessoas pensem no meio ambiente. Mas não vou comprar ecobag de um supermercado que distribui gratuitamente sacolas de plástico.
Pessoas fazem casas ecológicas, vão de bicicleta para o trabalho, evitam comprar este ou aquele produto porque desmatam a amazônia...
... mas na festa de aniversário de seu pimpolho vai ter balões aos quilos, copos e pratos de plástico descartável e enfeites de isopor que vão durar uma noite e estarão na lixeira no dia seguinte.
Pessoas separam o lixo em suas lixeiras, tomam banho em 5 minutos e compram coisas de papel reciclável, mas usam quilos de detergente, desinfetante, etc e trocam de celular todo ano.
Eu até faço minha parte. Mas não sou ecologicamente engajada e nem faço discursos vazios. Existe uma grande diferença entre ter consciência ecológica e ser xiita. Mas ninguém (nem eu mesma) quer abrir mão de seu próprio conforto.
Então, cada um faça a sua parte. Sejamos coerentes. Nada de "varrer" a calçada com água todos os dias. Vamos economizar água. Vamos evitar usar sacolas plásticas, balões e copos descartáveis. Mas também vamos ser coerentes, razoáveis, tolerantes. Deixe o cidadão tomar banho de 40 minutos, deixe a cidadã comprar balões, deixe o cidadão trocar de celular todos os dias, deixe o fulano ir de carro pro trabalho! Ao fim e ao cabo, todos nós temos um rabinho preso não é verdade?
Pessoas que se recusam a usar sacolas plásticas no Supermercado são as mesmas que compram Ecobags do próprio Supermercado que distribui gratuitamente sacolas plásticas. Só pra constar, eu tenho minha ecobag e acho louvável que pessoas pensem no meio ambiente. Mas não vou comprar ecobag de um supermercado que distribui gratuitamente sacolas de plástico.
Pessoas fazem casas ecológicas, vão de bicicleta para o trabalho, evitam comprar este ou aquele produto porque desmatam a amazônia...
... mas na festa de aniversário de seu pimpolho vai ter balões aos quilos, copos e pratos de plástico descartável e enfeites de isopor que vão durar uma noite e estarão na lixeira no dia seguinte.
Pessoas separam o lixo em suas lixeiras, tomam banho em 5 minutos e compram coisas de papel reciclável, mas usam quilos de detergente, desinfetante, etc e trocam de celular todo ano.
Eu até faço minha parte. Mas não sou ecologicamente engajada e nem faço discursos vazios. Existe uma grande diferença entre ter consciência ecológica e ser xiita. Mas ninguém (nem eu mesma) quer abrir mão de seu próprio conforto.
Então, cada um faça a sua parte. Sejamos coerentes. Nada de "varrer" a calçada com água todos os dias. Vamos economizar água. Vamos evitar usar sacolas plásticas, balões e copos descartáveis. Mas também vamos ser coerentes, razoáveis, tolerantes. Deixe o cidadão tomar banho de 40 minutos, deixe a cidadã comprar balões, deixe o cidadão trocar de celular todos os dias, deixe o fulano ir de carro pro trabalho! Ao fim e ao cabo, todos nós temos um rabinho preso não é verdade?
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