terça-feira, 11 de maio de 2010

Cachorro, Gato, Galinha...

Pensei um pouco antes de postar como foi a festa do dia das mães da minha família. Porque afinal de contas, família pode ser esculhambada, mas é família né? Mas os dedinhos coçaram e resolvi que a gente perde a família mas não perde a piada.

O dia das mães se aproximava e ninguém havia se manifestado a respeito do tradicional almoço das mães. Então que Marido sugeriu que fosse lá em casa. Confesso que minha preguiça era grande, minha faxineira havia viajado e a idéia de limpar a casa antes da festa não era nada agradável. Ele até disse que poderíamos fazer só para os meus pais e os dele, mas na minha família, onde tem Vó, a filharada, a netarada e a bisnetarada vai atrás, então...

Tia Lili "ofereceu" assim, meio que intimada, a casa dela. Propôs algo interessante, já que a churrasqueira dela é bem equipada, que todos chegássemos cedo e fizéssemos as comidas por lá mesmo. Uma alternativa interessante para o famoso, "cada um leva um prato". Isso ajuda bastante. Enquanto cozinhamos, conversamos e tudo fica mais leve (menos o pernil, o bacalhau, a picanha, a farofa e a maionese...)

Eu me dispus a fazer uma picanha recheada com queijo e a maionese. Tia Lili faria o pernil e o arroz. Prima Rosa faria um bobó de frango. Primo Lelê tinha uma torta MA-RA-VI-LHO-SA de bacalhau. Prima Rosa ia chegar às 9h da manhã. Isso depois de ter desistido de já dormir por lá mesmo na véspera. E eu me programei pra chegar às 11h.

Ahtah. Eu cheguei às 12h30, Prima Rosa às 14h. Primo Lelê foi pra fubuia na véspera e acordou sem inspiração. Fez o pudim, saiu pra fazer compras e chegou às 13h. Sobrou pro Tio Lu, marido de Tia Lili ficou sabendo na véspera que iria ter almoço da família inteira na casa dele. Ela jura que avisou antes (e eu acredito) e ele jura que não sabia. E ficou sabendo no dia que ele deveria fazer o bacalhau, já que Primo Lelê já havia deixado o dito de molho.

Prima Rosa chegou às 14h. Com a mandioca para o bobó de frango. Só que a mandioca não estava assim muito boa... e até as 16h não havia cozinhado. Primo Lelê foi até a cozinha e trouxe um pedaço de cará, jurando que era mandioca... Ai céus!

Daí que Tia Leli, mãe da Prima Rosa, chegou. E informou que a casa dela (é uma chácara, gente... tem de tudoooooo!) tinha mandioca a dar com o pau (Ui!) mas Prima Rosa não quis. Queria da amarela! (Nessas horas eu digo: EU SOFRO!).

Mas o melhor estava por vir. Vovó faz os melhores pães de queijo do mundo. E a maior expectativa é de quem vai buscá-la. Além de ser a matriarca, de 84 aninhos, ainda tem os saborosos pães de queijo que nunca podem faltar.

Minha mãe ficou de buscá-la. Relembrando, Vovó tem quase 84 anos! Mamãe se recusa a usar aparelho móvel de telefonia (celular). E já passava das 16h e nada de Vovó chegar. Preocupados, ligamos pro Papai, que nos informou que houve problemas técnicos e ele estava indo buscar as duas (hein???).

Em resumo, meus pais sairam de casa já atrasados. Muito atrasados. Meu pai foi tirar o carro e falou pra minha mãe fechar a casa. Chegando na casa de Vovó, lembraram-se que ninguém fechou a casa. Papai voltou pra fechar. Só pra constar, a distância da casa de meus pais até a casa de Vovó é de cerca de 30km. Fechou a casa, voltou para buscar Vovó e Mamãe. A casa de Tia Lili fica a cerca de 15 minutos da casa de Vovó. Qualquer pessoa poderia ter ido buscar Vovó e Mamãe, mas eles acharam melhor demorar mais 1 hora. Atraso pouco é bobagem né gente?

Os pães de queijo chegaram na hora do lanche (melhor impossível). Tia Lili prometeu um café pra tomar com o pão de queijo. O bobó não saiu nunca mais. Nem o café.

Quer outra esculhambação? Na viagem a Belzonte, trouxe um queijo curado pra Vovó. Fiquei doente, viajei de novo e não vi Vovó nesse meio tempo. O queijo ficou na geladeira. Até encomendei outro pra Irmão Dunga, pra quando ele vier. Marido partiu o queijo. Mas no dia das mães, eu levei o queijo pra Vovó. Mesmo partido. Levei pra casa de tia Lili... e deixei em cima da mesa. E não entreguei pra Vovó. Esqueci. É... decididamente, esse queijo não era pra Vovó.

Mas o almoço não foi esculhambado. Estava tudo muito bom. Tanto que nem jantei! E agora vou passar a semana toda a base de alface pra ver se esses quilos a mais somem.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Corrigindo

Irmão Dunga disse que levou o sapato de Marido sim.
Só que como ele já tinha arrumado outro, deixou na mala.

Então tá...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ser amiga é...

Minha amiga loira de longa data formou-se comigo. Por motivos mil ela nunca foi buscar o album de formatura. E quando ela finalmente decidiu (coisa de 5 anos depois), o fotógrafo desapareceu.

Minha amiga loira e eu éramos unha e carne e as fotos ficaram muito parecidas. Então, ela pegou meu album para copiar. Nada mais digno.

O tempo passou, nós casamos, bebês nasceram e meu album foi incorporado ao acervo pessoal da loira. Eu nunca tinha sentido falta. Também, o que esperar de mim, que demorei dez anos pra ir buscar meu diploma? Não contei isso? Bem... ligaram da Universidade perguntando se eu ainda queria, porque senão iriam queimar. Dez anos depois. Claro que Marido pega no meu pé até hoje por conta disso. Enfim...

Um dia, conversando, lembrei-me do tal álbum e falei pra Marido. E ele quis ver. Conversei com a Loira e ela disse que ia devolver. Passaram-se mais 2, 3, 4 anos... Até que dois meses atrás, Marido foi categórico: OU ELA DEVOLVE O ÁLBUM OU VOU EU MESMO BUSCAR!

Ontem a Loira veio me visitar no trabalho. E trouxe de presente o tal álbum! Marido ficou feliz. E perguntou se ela havia copiado as fotos! Após 10 anos???? CLARO QUE NÃO!

Por isso que eu amo minhas amigas. Cada uma ao seu jeito, tem sempre esculhambação.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Casamento

O Casamento foi assim. O Noivo nos convidou para padrinhos. E nós aceitamos porque Noivo é superamigo de Marido. E porque ele é legal. E porque a família dele também é legal. E porque nós o amamos!

E nós estávamos preocupados com questões básicas tais como: roupa dos padrinhos, roupas das madrinhas, cores de vestidos, se o casamento iria ser chic, se iria ser simples, onde seria a recepção, em suma, Como deveríamos nos vestir.

O Noivo, que é bacana, dizia assim:
- Não sei não. Só sei que eu vou de preto e a noiva vai de branco.

Esculhambação né? Não. Noivo falou que a recepção seria numa chácara. E eu já tinha escolhido o vestido. Masssss como eu já conheço a figura, coloquei outro vestido, mais simples, na mala.

Noivo foi buscar-nos na Rodoviária. Só então descobri que devido a problemas técnicos, a festa seria num buteco mesmo! Obaaaaaaaaaaaaaaaa! Agora sei o que usar!

Marido esqueceu o sapato em casa. (Ô esculhambação, gente!) Pedimos pra irmão Dunga levar um par. Irmão Dunga esqueceu também. Mas eis que o Noivo tinha dois pares! E emprestou um pro Marido. E Neguin esqueceu a meia. E a mãe do Noivo emprestou um par. Neguin também foi padrinho.

Pior foi a madrinha que não foi. Era assim: uma das meninas era madrinha. Só esqueceram de avisá-la. Mas isso não é nada. Pior forem ter esquecido a noiva. É, porque todo mundo que poderia buscá-la também era padrinho. E esqueceram de designar o motorista oficial. Ainda bem que tinham vários carros para ir buscá-la. A noiva não atrasou.

Mas chorou. E eu que já estava derramando discretas lágrimas entornei um rio! Havia esquecido o lenço. Logo no início da cerimônia, antes da noiva entrar, pedi pra Marido (que se divertia com o celular tirando fotos... NO ALTAR!) para que mandasse uma mensagem para Irmão Dunga informando da minha precária situação:

Esculhambada vai chorar. Favor providenciar um lenço urgente!

E Dunga, meu mui amado irmão, respondeu:

Cada lágrima é um flash!

Foram muitas lágrimas. E a noiva ainda gagejou na hora da "fidelidade". E eu choreeeeeiiiiiii!


Esculhambações à parte (afinal é disso que o blog trata), o casamento foi lindo! Rápido, simples e lindo. A noiva estava linda, radiante e feliz. E nós ficamos muito honrados e felizes de ter participado de tudo: da cerimônia, da festa, das esculhambações; e até contribuido pra isso. Porque os dois são lindos e fofos e merecem ser felizes para sempre.

Mangua, churras, esculhambação

Bom, o churrasco foi no local que seria a recepção. Uma fazenda muito bacana, lindinha de viver, um sonho. Família toda reunida e dá-lhe cerva... e pão de queijo... e cerva... e pão de queijo...

E a dona da casa, irmã do Noivo resolveu servir um tira-gosto. Era pinhão picadinho temperado com shoyo e mais outras coisinhas. Delícia!

Pois Liquid Paper estava todo feliz achando que tinha inventado moda colocando o pinhão no pão de queijo quando Baixin falou:

- Ué! eu já fiz isso ó! Já coloquei a linguiça no pão de queijo.

Praquê. Baixin nunca mais foi o mesmo. Toda vez que chegava uma linguiça, ele era o primeiro a ser chamado. Nem preciso dizer que linguiça virou pinhão até o fim do churrasco.

Teve uma galera que dormiu. Irmão Dunga, porque precisaria dirigir de volta, Marido, porque tinha dormido antes de todo mundo e por isso precisava dormir mais (GALHO FRACO) e outros. Mas eu não. Eu sou tora. Bebi, bebi e bebi. E estava bem. Comi, comi e comi. E bebi mais um pouquinho. E estava tudo bem. Cinco horas o Noivo nos deixou na Rodoviária de novo. E compramos mais bebida. E compramos gelo. E eu bebi e bebi e bebi no baú... e contei história, e falei palavrão... e arrumei casamento pra Liquid Paper e... e... e passei mal. Golfei e dormi. Acordei sóóóóóó no dia seguinte. 4h da manhã. Dormi feito um anjinho... tão bonitinha!

Viagem, casamento, galera... FUN!!!!

Fim de semana fomos pra Poços de Caldas - MG (pronuncia-se PóssssdCaldsssss Minssss) pro casamento do Cumpadi Franco. Contarei em três etapas: primeiramente as esculhambações da viagem, segundamente (Ui) as do churrasco e terceiramente (ui ui) as do casório.

Dessa vez fomos só eu e Marido porque seria muita correria. A cidade não tem aeroporto comercial e ir de carro seria muito cansativo. Fomos de ônibus: uh-hu pegá Baú!

A troupe de Brasília envolveu Neguin, Baixin, Choça, Liquid Paper, eu e Maridão. Família Santo foi de carro mesmo, mas não aproveitou tanto quanto a galera do baú. Pra começar, logo na saída, Liquid e Neguin estavam atrasados. Tivemos que pedir pro motora (bem legal, diga-se de passagem) esperar. Eles esperaram, ônibus estava vazio, todo mundo foi compreensivo. Mas eis que chegam as duas figuras: Neguin correndo na frente, quase sem fôlego, esbaforido, carregando um pacote maior que a sua própria pessoa. Gargalhada no ônibus! E o outro a passo manso... lá atrás, parecia não se importar muito com o atraso.

A viagem foi tranquila, mas o ônibus não era leito e ficou um pouco incômodo para dormir. Como estava vazio, cada passageiro se apossou das duas poltronas e se acomodou como pode. Mas se não fossem as bem compradas latinhas e garrafinhas de cerveja, não seria possível aguentar a viagem.

Chegamos em Pósssss sem maiores problemas às 8h da manhã. O noivo foi buscar-nos na Rodoviária de onde seguimos para o lar oficial dos nubentes. A diária no hotel era a partir das 12h. Café da manhã, conversa com pai, mãe, tia, sobrinha etc, família toda reunida e bagunçando, cerveja (é, galera... o povo bebe!!!) às 10h da manhã. E Santo ligou dizendo que iriam pra lá também. Casa grande né? Decidimos dar um rolé pela cidade. O Noivo emprestou moto e carro e todos ficaram felizes (principalmente eu e Marido que nos apossamos da Freewind). Isséquéamigo, sô!

Depois do casório, a galera foi pra uma Cachaçaria. Enchemos a cara e a barriga e amiga Choça ensandecida decidiu que um casamento assim deveria ser comemorado direito (dou o maior apoio). "Eu quero forrrrroóóóóóóóóóó'" dizia ela.

Cunhada do Noivo, cheia da razão (caipirinha, cerveja, etc) informou que tinha uma amiga que sabia de tooooooooodddddooooosssss os lugares bããããããããaãããaããããooooo da cidade. Como bêbado é uma desgraça mesmo, e muito bêbado reunido é pior ainda, demoramos quase uma hora pra sair de lá e decidir o local. Noivo que não é brincadeira, tomou uma decisão e disse: "Sigam-me os bons!". Nóis é bom! Nóis foi!

E não é que o local era maneiríssimo! Tinha uma bandinha tocando (marromeno) e bastante gente sem estar lotado insuportável. E eis que chega a tal "Amiga" que sabia das coisas. Chamaremos de Bi. A mulher já chegou se achando e botando banca. Mas eu e Choça estávamos muito alegres e felizes pra botar reparo. Só cuidei de deixar Marido beeeeemmmm longe da dita.
E fomos procurar o "cara da banda" pra pedir pra eles cantarem parabéns pros recém-casados.

Dizem que ela deu mole pra todos os machos. Dizem também que ela foi bastante mal educada. Dizem que ela ouviu muito de um dos meninos que caiu no "mole" e tomou um toco. Também ouviu coisas desagradáveis de quem tinha sido destratado por ela. Mas Bi, no final da noite, achou de botar banca... pra cima de mim!!!!!

Bom... se tem uma coisa que eu não tolero é gente folgada. Isso me dá nos nervos! Pois a mulher não estava toda toda contando que tinha enchido a cara e que não ia pagar nada!?!?! Que ela era muito boa e que por isso bebia sem pagar. E na sequencia, Bi resolve abraçar o Marido da tal Cunhada. E a pobre gritava:

- Choça! Acode! Ela tá agarrando meu marido! Choça, me ajuda!

E eu que já não estava muito boa falei:

- Ela não pode te ajudar não porque ela está com meu irmão. Tem que tomar conta dele!

Bastou. Coloquei meu irmão no encalço de Choça que, sem saber o que estava acontecendo continuava perguntando pra Cunhada do Noivo onde estenderíamos a noite. E eu brigando:

- Choça! Não vamos pra lugar nenhum. Vamos pro hotel! Nada de esticar noite coisa nenhuma! Oooooras!

E voltamos pro Hotel. O porteiro nunca riu tanto na vida. Um bando de bêbado chegando e as mulé não conseguiam encontrar o cartão de identificação do hotel. Meu marido pegou, moço... e não quer me devolver! E a outra: o meu táqui... massshhhh eu não consigo pegá não! Neguin e Baixin tinham ido mais cedo pro quarto, então a galera passou no posto, comprou umas cervas e fizemos uma reuniãozinha básica no MEU quarto. Marido apagou. Teve direito a fotos, vídeos, besteira. E a festa acabou às 3h da manhã (junto com a cerveja).

Dia seguinte teve churrasco. E mais esculhambação.

terça-feira, 4 de maio de 2010

E por falar em traição...

Longe de mim fazer acusações sem provas. Mas que é estranho, isso é.

Um casal branco americano teve um bebê negro. A mulher disse que engravidou assistindo a um film pornô 3D com as amigas, enquanto o marido estava servindo no Iraque.

Eu acredito. Não que o filme tenha qualquer coisa a ver com isso, mas que dentro do cinema um negão espertinho se aproveitou da inocência da moça e, fingindo ser o ator do filme acabou por consumar o ato.

Isso.

http://sensacionali sta.virgula. uol.com.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=156:mulher- engravidou- vendo-filme- porno-3d&catid=40:mundo&Itemid=113