quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Pensamentos esculhambados

Assistindo ao filme de ontem, ocorreu-me que toda garota tem uma amiga assim, meio louca.
Andei pensando nas minhas amigas e conclui que nenhuma delas se encaixa no perfil.

Será que...
... por acaso...
... a doida sou eu?

Filme

Marido e eu estamos com sérios problemas. Ambos adoramos filmes, mas estou sensível demais. Não consigo assistir filmes mais pesados que Procurando Nemo... tá, forcei a barra. Mas certos filmes mexem comigo a ponto de alterar meu humor, ter pesadelos e até mesmo mergulhar numa melancolia ou depressão leves.ele não é muito adepto de comédias româniticas e filmes mamão com açúcar. A gente faz uma forcinha: eu assito filmes como Batman e Almas Gêmeas e ele, P.S. Eu Te Amo e Separados pelo Casamento.

Todos os filmes citados acima são muito bons, cada um dentro do seu estilo, e ambos gostamos de assistir. Só que,mesmo gostando do filme, eu somatizo tudo!

Ontem eu acertei em cheio. Escolhi um filme light. Comédia. Nem pode ser classificado como comédia-romântica, é comédia só. Nada de clichês de amor ou romantismo, muito pelo contrário. Leve, divertido... pra assistir comendo pipoca com a família.


Jogos de Amor em Las Vegas - What happens in Vegas, com Cameron Diaz, Ashton Kutcher, Queen Latifah, Lake Bell, Krysten Ritter, Zach Galifianakis, Dennis Farina, Rob Corddry, Michelle Krusiec, Cheryl Cosenza, Maddie Corman, Jason Sudeikis, Delia Sheppard, Michael Harkins. Dirigido por Tom Vaughan.

A história não é nada demais... ela foi chutada pelo noivo e ele demitido. Resolvem afogar as mágoas em Las Vegas e se encontram por acaso. Passam uma noite de loucuras e acordam casados. Só que desfazer o casamento não vai ser tão fácil assim, já que ele ganha uma bolada numa máquina caça-níqueis com a moeda que era dela. O juiz, cansado dos dois, os obriga a ficarem casados pelo menos seis meses e a fazerem tudo para que o relacionamento dê certo.


Falta de educação ou falta de classe?

Minha carteira de motorista venceu dia 4 de novembro. Eu comecei todo o processo de renovação cerca de duas semanas antes. Quero dizer, o processo de pedir informação, porque no total foram cinco informações diferentes que recebi.

Enfim, são coisas que acontecem e, no final, não atrapalharam tanto minha vida e acho que no fundo no fundo, ninguém é culpado. Apenas a Clínica que não tem informações completas a respeito de todo o processo.

No final, minha carteira, mesmo vencida continuou comigo e tem validade até um mês depois de vencida (conforme a primeira informação que recebi) e já resolvi todas as pendências. A greve do Detran já acabou e espero receber minha nova permissão até o final da semana que vem.

Mas o post não é sobre isso. É sobre uma cena deveras... hum... como expressarei... constrangedora? É... acho que constrangedor é o termo certo. Bem, uma cena deveras constrangedora que presenciei quando finalmente consegui fazer o exame para a renovação da supra-citada CNH.

Enquanto aguardava que a atendente preenchesse meus dados no computador e verificasse a regularidade da minha situação junto ao sistema, notei que havia um senhor (com jeito de dono da Clínica) que conversava de maneira nada discreta ao telefone. Ora, sendo um local de atendimento ao público, creio eu que ligações mais restritas deveriam ser tratadas em sala a parte, perfeitamente possível com uma reordenação do espaço do escritório. Enfim... não sou desinger de interiores e já estou fugindo ao assunto novamente.

O digníssimo senhor conversava com alguém que prestava serviço ou trabalhava com ele em outro local. Ele falava a respeito de confiança, credibilidade e honestidade, que aparentemente ele tinha e a pessoa do outro lado não. Dizia que a referida pessoa havia entrado no computador dele e pego dados pessoais pra usar contra ele e concluiu dizendo que gostaria de falar com a esposa dele.

E aí ouvi o seguinte exemplo de bons modos. O sujeito diz pra sua esposa o seguinte (sem bom dia, oi querida, nada...):
- Demite essa bosta. Já que ela quer ir embora hoje, manda ela embora hoje. Diz quanto é que fica que eu te dou o dinheiro. Quando eu chegar em casa não quero ver a cara dessa pessoa.

E eu pergunto...
Isso é falta de educação ou falta de classe? Sim, porque tratar de assuntos pessoais na frente de todos é falta de classe. Falar palavrão (ou se referir a outrem assim) é falta de educação. Fazer isso tudo na frente dos teus clientes é falta de... tato? classe?

Só sei que me deu uma vontade imensa de dizer ao digníssimo senhor, que os clientes da Clínica (e até mesmo os funcionários) não são obrigados a saber dos problemas pessoais dele ou do modo que ele trata seus empregados. Que eu não sou obrigada a ouvir coisas desagradáveis em um local que me está prestando um serviço e por conseguinte eu estou pagando. E que estava pensando seriamente em não mais voltar àquela clínica.

Mas suspirei fundo. Afinal, só precisarei pisar de novo naquele ambiente daqui a quatro anos. E ele não vai estar nem aí para o meu boicote já que existem muitas outras pessoas que vão fazer o mesmo exame. Além do mais, o doutor que me atendeu foi muito simpático e atencioso.

Tem horas que sinto vergonha de mim mesma, mas estou cansada de brigar.

domingo, 9 de novembro de 2008

Ressaca

Quer coisa mais esculhambada que isso?
Não existe.

A gente se sente podre. Pior do que quando está doente. E a raiva ainda é maior porque, na verdade, a culpa é... nossa!
Claro. Quem mandou beber! Agora aguenta.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

ERRATA

É uma esculhambação mesmo!
Mulher de geólogo, irmã de geólogo, filha de geóloga, cunhada de geóloga... cometendo um erro CRASSO desses!

Marido chamou a atenção:
(ipsis literis: "...assim a Sra. me mata de vergonha... ah não meu bem, filha, irmã, mulher de geólogos...")

e eu venho humildemente pedir desculpas pelo erro grosseiro cometido na postagem "Férias????" de 1° de novembro. Aonde se lê: "É... da Escala Richter.... aquela que determina a idade dos terremotos", por favor, leia-se magnitude dos mesmos. Eu iria colocar intensidade, mas Marido explicou que intensidade é medida por outra escala, a de Mercalli. Raiz Quadrada tb é cultura.

Marido sugeriu que Baby fosse diminuído à Ponto 4:
"na verdade Baby pode ser classificado como de Magnitude entre 4,0 e 4,9: Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos. Danos importantes pouco comuns."

Erro corrigido, apelido modificado... voltemos a curtir minhas merecidas férias.

sábado, 1 de novembro de 2008

Esculhambação Financeira

Segunda-feira, 27, seria dia de pagamento.
Como não poderia estar in loco para receber o pagode, pedi gentilmente para que depositassem minha fortuna na minha conta-corrente.

Terça-feira, 28, despreocupadamente, 16h ao abastecer o carro, passei o cartão e a transação não foi autorizada... a grana ainda não tinha entrado na conta.

Quarta-feira, 29, começou a preocupação... nada de dinheiro. Mas já estava tarde para ligar, então esperei (im)pacientemente pelo dia 30.

Quinta-feira, 30, liguei logo cedo: "Cadê minha grana?" (claro que bem mais educada que isso). Fui informada que a fortuna foi depositada dia 28 pela manhã.
Fiquei em estado de choque. Pensei nas piores coisas: depositaram na conta errada, minha conta foi bloqueada, um laranja roubou meu salário, a crise do dólar chegou na minha conta corrente!!!

Respirei fundo e pedi para que ela olhasse no comprovante, se tinha meu nome escrito. Tinha.
Bom... menos mal. Com o comprovante em mãos, posso brigar com o banco. Liguei para o banco, mas eles precisavam de vários dados do boleto. Ligo novamente para a Senzala e segue-se o seguinte diálogo:

- Preciso dos dados do comprovante.
- Quais?
- Não sei... um monte! Faz assim, vai dizendo tudo que tá escrito aí.
- Banco Tal, dia Tal, hora Tal, Ouvidoria número 08003178381, número 0983712348711234710293, Depósito em conta poupança....
- Para tudo!!!! Depósito onde?
- Depósito em conta poupança número...

Agora me digam. Não é muita esculhambação o motorista depositar o cheque na minha CONTA POUPANÇA ao invés de na CONTA CORRENTE? É sim... muita esculhambação.

Ferias????

Baby acabou de receber uma alcunha bastante carinhosa.
Foi dado pela Mamãe aqui após uma semana em casa, num calor de mais de 35°C à sombra, correndo atrás de moleque de 1 ano pelo quintal, fechando torneira aberta, impedindo de comer ração e subir na mesa com tampo de vidro, dentre outras peripécias.

Devo salientar que Baby é bastante tranquilo comparado com a maioria dos meninos de 1 ano que conheço. Mas creio que o calor o deixou um tanto... tectônico de placas.

Dessa forma, Baby foi apelidado de "Ponto 5".
É... da Escala Richter.... aquela que determina a idade dos terremotos.